quarta-feira, 7 de setembro de 2011

COMANDO NACIONAL RETOMA NESTA QUINTA NEGOCIAÇÕES ESPECÍFICA COM A CAIXA


Comando Nacional retoma nesta quinta negociação específica com a Caixa

  
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, retoma nesta quinta-feira (8) as negociações específicas com a Caixa Econômica Federal. A segunda reunião com o banco na Campanha Nacional dos Bancários 2011 acontece em Brasília e terá como foco as reivindicações de saúde do trabalhador e sobre o Saúde Caixa.

"É fundamental a discussão sobre a destinação do superávit de mais de R$ 100 milhões apurados nas contas do Saúde Caixa", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e membro da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa, que assessora o Comando nas negociações com o banco. "Queremos utilizar esse dinheiro para implementar melhorias no plano, com ampliação da rede credenciada, cobertura mais ampla e outros avanços", diz.

Outros itens reivindicados dizem respeito às condições de trabalho de um modo geral, prevenção de doenças ocupacionais, acessibilidade e igualdade de condições das pessoas com deficiência na progressão funcional, participação dos sindicatos nos cursos de Cipa e na Sipat, criação de estrutura específica para Saúde do Trabalahdor e Saúde Caixa nos estados, entre outras.

Na primeira rodada de negociação, realizada no dia 2, o banco frustrou os trabalhadores e se negou a atender reivindicações dos trabalhadores em relação à Funcef, aos aposentados e à Prevhab (veja mais aqui).


Fonte: Contraf

BANCOS IGNORAM VIOLÊNCIA E NEGAM REIVINDICAÇÕES POR MAIS SEGURANÇA


Bancos ignoram violência e negam reivindicações por mais segurança

  
Crédito: Jailton Garcia
Jailton GarciaSegunda rodada de negociações com a Fenaban frustrou bancários

No momento em que dispara o número de mortes em assaltos envolvendo bancos, a Fenaban fugiu de sua responsabilidade perante os bancários e a sociedade ao recusar as medidas efetivas para combater a violência propostas pelo Comando Nacional dos Bancários. Na negociação ocorrida nesta terça-feira (6), em São Paulo, pela segunda rodada da Campanha Nacional dos Bancários 2011, os bancos negaram as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores sobre segurança.

Levantamento feito pela Contraf-CUT mostra que já ocorreram 31 assassinatos em assaltos envolvendo bancos 2011, dos quais 20 em crimes de 'saidinha de banco'. Além disso, a 1ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos, elaborada pela Contraf-CUT e pela Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), registrou 838 ataques a bancos no primeiro semestre deste ano, sendo 301 assaltos e 537 arrombamentos, consumados ou não.

"Os bancos perderam a oportunidade de dar uma resposta concreta para os bancários e para a toda a sociedade, que está assustada com a escalada de mortes, assaltos e explosões de caixas eletrônicos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Os bancos estão tirando o corpo fora, jogando a responsabilidade para os clientes e a segurança pública. A sociedade está cobrando medidas preventivas dos bancos e certamente apoia os bancários nessa luta", sustenta.

Os bancários defendem instalação de portas de segurança com detectores de metais, câmeras em todas as áreas internas e externas das agências com monitoramento em tempo real, vidros blindados nas fachadas; divisórias individualizadas entre os caixas eletrônicos, biombos entre a fila de espera e a bateria de caixas e isenção das tarifas de transferências de recursos (TED e DOC). Também querem melhorias na assistência às vítimas de assaltos e sequestros e a proibição da guarda das chaves de cofres e do transporte de valores por bancários.

Ademir Wiederkehr, coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária da Contraf-CUT, considerou frustrante o resultado da mesa de negociação. "Saímos sem propostas concretas para proteger a vida dos trabalhadores e clientes e melhorar as condições de segurança dos estabelecimentos. É uma sinalização péssima num momento em que a imprensa e a sociedade estão apavorados com a ousadia das quadrilhas e o descaso dos bancos", salienta.

'Saidinha de banco'

O Comando Nacional propôs uma série de medidas para combater o crime de saidinha de banco, que já levou à morte 20 pessoas em 2011. Entre as medidas, estão a instalação de biombos entre a fila e os caixas, já adotada por algumas empresas.

"O Banestes e o Banpará já utilizam os biombos, enquanto a Caixa e o Banco do Nordeste assumiram compromisso de implantar essa medida. Mesmo assim, a Fenaban se nega a implantar essa medida para todos os bancos, mostrando mais uma vez o descaso com a vida dos clientes e trabalhadores", afirma Ademir.

Os trabalhadores manifestaram também sua preocupação com a situação dos bancários nos municípios em que foram aprovadas leis proibindo o uso de celulares dentro das agências. "Os funcionários não podem ser penalizados pelos bancos em caso de aplicação de multas, pois a fiscalização não é de competência dos bancários", afirma Ademir.

Os representantes dos bancários alertaram ainda que essa tarefa pode desviar a atenção dos vigilantes da segurança dos estabelecimentos. "Reiteramos nossa contrariedade diante dessa medida, que consideramos ingênua, inócua e ineficaz no combate à 'saidinha de banco', na medida em que não impede a visualização dos saques por olheiros", sustenta.

As negociações com a Fenaban continuam na próxima segunda-feira (12), com o tema remuneração.

Veja os principais itens discutidos da pauta de segurança:

Assistência às vítimas

Os bancários reivindicam que os bancos ofereçam assistência para as vítimas de assaltos e sequestros, contemplando os seguintes itens:

- Garantia de atendimento médico e psicológico individual e presencial aos empregados e suas famílias em casos de ameaça ou consumação de sequestros ou outros delitos;

- Pagamento por parte dos bancos dos custos de remédios e despesas de tratamento dos empregados;

- Emissão de CAT a todos os empregados que estiveram no local de assalto consumado ou não, com comunicação imediata à CIPA e sindicato local;

- Dispensa dos empregados que estiverem no local durante a ocorrência;

- Fechamento da agência até que seja feita perícia técnica com participação do sindicato;

Em relação a esses itens, os bancos defenderam apenas a manutenção da cláusula atual, conquistada pelos trabalhadores na campanha nacional do ano passado, que garante assistência médica ou psicológica, emissão obrigatória de boletim de ocorrência, possibilidade de realocação das vítimas de sequestro e acesso às estatísticas semestrais de ataques a bancos da Febraban. 

Equipamentos e medidas de prevenção contra assaltos e sequestros

O Comando Nacional cobrou a implementação dos seguintes equipamentos de segurança:

- instalação de portas individualizadas de segurança com vidros à prova de balas, antes do autoatendimento, em todos os acessos aos estabelecimentos;

- câmeras de filmagem em todas as áreas internas e externas de circulação de clientes e usuários, com monitoramento em tempo real fora das agências e postos;

- instalação de divisórias individualizadas na bateria de caixas e entre os caixas eletrônicos, bem como de biombos entre a fila de espera e a bateria de caixas, para garantir a privacidade e impedir a visualização de terceiros;

- instalação de vidros em frente aos guichês de caixa;

- vidros blindados nas fachadas dos bancos;

- malhas finas de aço nas janelas que dão acesso às ruas;

- Proibir a triagem de clientes antes do acesso à parte interna das agências e postos para fins de depósitos e saques em dinheiro, como forma de combater o crime da "saidinha de banco";

- Instalação de caixas eletrônicos somente em locais seguros.

Os bancos negaram o atendimento das reivindicações, encaminhando as questões para a discussão na mesa temática de segurança, a ser retomada após a campanha nacional. Somente em relação às câmeras, a Fenaban ficou de procurar os bancos para trazer uma proposta de ampliação desse equipamento de segurança.

Proibição da guarda de chaves e acionadores de alarmes por bancários

Os bancos negaram a reivindicação, alegando que a posse da chave não aumenta a exposição dos bancários ao risco de sequestro. "É uma prova de descaso com a vida dos trabalhadores", afirma Cordeiro.

Proibição de transporte de numerário por bancários

Bancários querem que o transporte de valores seja feito somente por vigilantes em carro-forte, conforme estabelece a lei federal 7102/83. O assunto é objeto de procedimento que se encontra pendente na Procuradoria Geral do Ministério Público do Trabalho. A Fenaban ficou de consultar os bancos.

Outros itens

Os bancos se negaram a discutir as reivindicações de estabilidade no emprego de 36 meses e indenização aos empregados vítimas de assalto ou sequestro.


Fonte: Contraf

terça-feira, 6 de setembro de 2011


COMEÇAM AS REJEIÇÕES PELOS CAIXAS AUTOMATICOS


Demorou para que a sociedade tomasse as primeiras providencias quanto aos problemas causados pela ganância dos banqueiros em busca dos lucros abusivos.
As empresas que cederam espaço para a instalação de maquinas automáticas bancarias, pensando que elas atrairiam clientela para seus comércios, começam rejeitar suas instalações por terem se transformado em alvos fixos para a marginalidade.
A seqüência de explosões em busca de roubar estas maquinas deixam marcas e dependendo da violência, patrimônios particulares são destruídos.
Os banqueiros pensaram na tinta que danifica as cédulas alvo de assaltos e que ao mesmo tempo destroem o patrimônio publico, atitude impensada que não ajuda em nada no combate aos assaltos.
A automação bancaria chegou forte no final dos anos 80, depois a globalização que na seqüência trouxe os estágios e a terceirização de nossos trabalhos, que espalhadas entre varias categorias causaram a demissão de mais de 50% de nossa categoria de trabalhadores num período menor que 20 anos. Fomos 1 milhão de trabalhadores no inicio dos anos 90 e hoje somos pouco mais de 400 mil, tudo em nome do crescimento do setor financeiro, dos lucros superáveis todos os anos e do extermínio da categoria bancaria.
Bom que a sociedade também se defenda das injustiças cometidas pelas instituições financeiras no País. Ótimo seria se todos os empresários entendessem que serviço bancário é responsabilidade dos bancos e não facilitassem as parcerias da forma que estão sendo colocadas em todo território nacional.

Fonte: Seeb Sorocaba

BANCOS NEGAM HAVER METAS ABUSIVAS E DESDENHAM DA SAÚDE DOS BANCÁRIOS


Bancos negam haver metas abusivas e desdenham da saúde dos bancários

  
Crédito: Jailton Garcia
Jailton GarciaNa segunda rodada de negociação da campanha de 2011, iniciada nesta segunda-feira 5 em São Paulo, os bancos recusaram as principais reivindicações sobre saúde e condições de trabalho apresentadas pelo Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, inclusive as relacionadas a metas. Eles negam que haja metas abusivas nas instituições financeiras e questionam até mesmo a veracidade das pesquisas que apontam o aumento do número de adoecimentos na categoria em razão da pressão por aumento da produtividade.

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"A postura dos bancos foi de absoluto desdém em relação à saúde dos trabalhadores e às condições de trabalho", condena Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Eles estão sendo irresponsáveis com o sofrimento dos bancários dentro das dependências."

Problema é o modelo de gestão

O Comando Nacional fez uma longa explanação sobre as precárias condições de trabalho hoje nos bancos, apontando a relação direta que existe entre o assédio moral e as metas abusivas, ambos incentivados pelo atual modelo de gestão - o que está levando a um aumento vertiginoso de adoecimentos na categoria e do uso de remédios de tarja preta.

Levantamento do INSS mostra que as doenças mentais, provocadas pela pressão por cumprimento de metas e pelo assédio moral, já se aproximam do número de casos de LER/DORT. Entre janeiro e junho de 2009, por exemplo, 6.800 bancários no Brasil foram afastados por doenças, dos quais 2.030 por LER/DORT e 1.626 por transtornos mentais. Pesquisa da Universidade de Brasília revelou que houve 181 suicídios de bancários entre 1996 e 2005, o que dá uma média de 18 por ano. 

Para combater o desrespeito dos bancos, os bancários propõem, entre outras coisas, a participação dos trabalhadores na fixação das metas, que devem levar em consideração o tamanho, a localização e o perfil econômico das dependências. O Comando Nacional também reivindicou que não haja meta de venda de produtos para os caixas. E que as metas não sejam individuais nem comparadas por quaisquer tipos de ranking. 

Como demonstração de que os bancários não estão suportando a pressão pelo cumprimento de metas e o assédio moral, os dirigentes sindicais apresentaram os resultados da Pesquisa de Emprego realizada pela Contraf-CUT e pelo Dieese com base nos dados do Caged do Ministério do Trabalho, mostrando que mais de 47% dos desligamentos que ocorreram no sistema financeiro no primeiro semestre deste ano foram a pedido. 

'Bancos não estão preocupados com a saúde dos bancários'

Os representantes da Fenaban disseram que o estabelecimento de metas é prerrogativa da gestão das empresas, informaram que a recomendação dos bancos é evitar a divulgação de ranking individual de metas, afirmaram não ser possível fazer qualquer relação entre metas, assédio moral e adoecimento dos trabalhadores, e questionaram as metodologias das pesquisas sobre saúde dos bancários. Os banqueiros também declararam que os bancários estão satisfeitos com as metas e que quando um trabalhador sai do banco é para ir trabalhar em outro banco. 

"Quando não têm argumentos, os banqueiros questionam nossas pesquisas, demonstrando que eles não estão preocupados com a saúde dos trabalhadores. Chegaram a duvidar dos dados extraídos do anuário estatístico do INSS", critica Carlos Cordeiro. 

Em resposta ao questionamento dos bancos, o Comando Nacional propôs a realização de uma pesquisa nacional conjunta sobre a saúde dos bancários e sobre as metas, além da inclusão na Convenção Coletiva de uma cláusula proibindo a divulgação de rankings individuais sobre cumprimentos de metas. Os negociadores da Fenaban ficaram de levar essas propostas para a avaliação dos bancos.

Assédio moral

O Comando Nacional e os representantes dos bancos concordaram com a retomada imediata da comissão de acompanhamento da cláusula de prevenção de assédio para concluir o balanço dos primeiros seis meses de vigência do programa. 

Eliminação de riscos

O Comando Nacional defendeu a cláusula da pauta de reivindicações segundo a qual os bancos não podem manter bancários trabalhando no mesmo ambiente físico de agências e departamentos que estejam sendo submetidos à reforma. Os representantes da Fenaban não aceitaram incluir essa cláusula na Convenção Coletiva, afirmando que esse é um tema para discussão empresa por empresa, caso a caso. 

Os negociadores dos banqueiros também rejeitaram a reivindicação de manutenção da complementação salarial em valor equivalente à diferença entre a importância recebida do INSS e a remuneração total recebida pelo trabalhador (como salários, comissões, gratificações, adicionais, PLR, como se na ativa estivesse) até a cessação do auxílio-doença.

A Fenabam recusou também a proposta de que ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses seja automática, sem a necessidade de opção por parte da bancária.

"Há uma grande resistência por parte dos bancos em discutir de forma aprofundada as questões relativas à saúde do trabalhador, pois eles sabem que esse debate passa pela problemática da organização do trabalho. O tema das metas é bem exemplar disso: eles alegam que seria uma ingerência na gestão, mas na verdade o que eles não querem é admitir que há abusos na estipulação e cobrança das metas, o que importa é que os ganhos de produtividade sejam cada vez maiores, mesmo que à custa do adoecimento dos trabalhadores", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.

Negociação sobre remuneração será dia 12

A rodada de negociação sobre remuneração foi antecipada pela Fenaban para a próxima segunda-feira, dia 12. Nesta terça 6, a negociação continua sobre segurança bancária.

Mobilização

O Comando Nacional orienta os sindicatos a intensificar a mobilização da categoria, realizando até sexta-feira 9 a semana nacional de luta por melhores condições de saúde, segurança e trabalho.


Fonte: Contraf-

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

CAIXA recusa reivindicações sobre previdência e aposentados na primeira rodada


Caixa recusa reivindicações sobre previdência e aposentados na primeira rodada

  
Crédito: Fenae
FenaeCaixa frustra empregados no início da negociação da pauta específica 

A primeira rodada de negociações específicas do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, com a Caixa Econômica Federal, nesta sexta-feira (2), começou frustrando os bancários. O banco se negou a atender reivindicações dos trabalhadores em relação à Funcef, aos aposentados e à Prevhab. 

A Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa), que assessora o Contraf-CUT nas negociações com o banco, cobrou que a empresa não utilize o voto de minerva na Funcef como instrumento para limitar os avanços dos trabalhadores. 

A recomposição do poder de compra dos benefícios, por exemplo, sofreu uma perda significativa devido ao voto de minerva da patrocinadora, que definiu um índice de reajuste de 2,33%, muito menor do que o permitido pelo Regulamento e pela conjuntura econômica. A empresa desconsiderou que o reajuste de 3,57%, aprovado pela diretoria executiva da Funcef e defendida pelos conselheiros eleitos, não causaria qualquer risco ao equilíbrio dos planos de benefícios. 

A Caixa mostrou também insensibilidade com os aposentados e pensionistas ao revelar que o processo de recomposição dos benefícios vai continuar, só que de forma gradual. Em relação ao pagamento do auxílio-alimentação para os aposentados e pensionistas, a Caixa vai continuar com sua política, contrariando as expectativas da categoria por um pagamento para todos os aposentados, de forma contínua. 

Discriminação dos participantes do REG/Replan não-saldado 

O Comando reivindicou mudança de postura em relação aos participantes do REG/Replan não-saldado, que vêm sofrendo inúmeras discriminações por parte da empresa. Esses empregados ficaram, por exemplo, impossibilitados de aderir à tabela salarial unificada do PCS de 2008 e, em 2010, eles foram excluídos do Plano de Funções Gratificados, entre outros prejuízos. 

A empresa respondeu que não enxerga esses fatos como discriminações e que vai manter essa política.

Incorporação do REB 

O Comando solicitou empenho da Caixa para pressionar as instâncias governamentais a aprovarem a incorporação do REB ao Novo Plano. A empresa manifestou interesse em concluir a incorporação e se comprometeu a agilizar o processo. 

Contencioso jurídico 

O Comando também pressionou a empresa para reduzir o número de processos da Funcef, pois muitas demandas estão relacionadas a questões trabalhistas que são decorrentes de descumprimento de obrigações da patrocinadora. 

Os representantes do banco sinalizaram que existe um plano para a criação de um Grupo de Trabalho conjunto entre os departamentos jurídicos da Funcef e da Caixa para tratar com mais eficiência os processos judiciais. Os empregados reivindicaram uma solução para esse contencioso de forma a dar mais segurança ao patrimônio dos participantes da Funcef. 

Prevhab 

A Caixa negou qualquer possibilidade de viabilizar a transferência dos participantes e assistidos da Prevhab para a Funcef e que esse procedimento é tecnicamente inviável. Além disso, no passado já foi oferecida a alternativa para transferir e quem quis mudar já está na Funcef. 

Segurança 

O Comando ainda cobrou da empresa a instalação de biombos em guichês de caixas e de penhor. A empresa informou que instalou biombos e fez mudanças nas agências situadas nos municípios em que a lei exigiu essas adaptações. T

A Caixa também afirmou que as instalações serão feitas em todas as agências até o mês de dezembro deste ano. Os empregados também reivindicaram aumento nos valores das indenizações para vítimas de assalto/sinistro. A empresa negou aumento e informou que seguirá os índices propostos pela Fenaban.


Fonte: Contraf-CUT com Fenae