segunda-feira, 20 de agosto de 2012

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE SETEMBRO DE 2012


O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia
Associado
Agência
Cidade
03
Genoefa Aparecida G. de Oliveira
Banco Santander – Prefeitura
Presidente Venceslau
04
Flavio Takashi Miyazaki
Banco Santander
Presidente Epitácio
04
Mary Juliane da S. M. Erbela
Banco do Brasil
Piquerobi
07
Caroline Bueno Gomes da Silva
Banco Bradesco
Presidente Epitácio
09
Bruna Carolina Marcos de Mello
Banco Santander
Caiuá
09
Dayana Carolina da Silva
Banco do Brasil – Trav. Osvaldo Barbosa
Presidente Venceslau
09
Rosemari Ap. C. Silva Augusto
Caixa Econômica Federal
Presidente Epitácio
11
Wilian Maluly
Aposentado Banco do Brasil
Santo Anastácio
13
Kátia Namiko Nacano da Silva
Caixa Econômica Federal
Presidente Venceslau
14
Ivan Diego Rocha Nunes
Banco do Brasil
Marabá Paulista
14
Mauro Dias Pereira
Banco do Brasil – Jóia Ribeirinha
Presidente Epitácio
14
Wilmar Butzer Junior
Banco do Brasil – Jóia Ribeirinha
Presidente Epitácio
16
Ticiane Mello de Angelo
HSBC Bank Brasil
Presidente Venceslau
17
Marilucia Verderramos P. Tonon
Caixa Econômica Federal
Santo Anastácio
18
Emilen dos Santos Tensone
Banco Bradesco
Santo Anastácio
18
Cícero Gomes Dias
Banco Santander
Santo Anastácio
21
Ana Claudia M. Villella
Caixa Econômica Federal
Presidente Epitácio
22
Emanuel Correia Neto
Caixa Econômica Federal
Presidente Venceslau
23
Ana Paula Rodrigues Iuga
Banco Santander
Teodoro Sampaio
24
Gisele de Carvalho Katayama
Banco Santander
Teodoro Sampaio
25
Carolina Salem de Oliveira
Banco Santander
Santo Anastácio
25
Julio Cesar Chicalé
HSBC Bank Brasil
Presidente Venceslau
29
Marcos Antonio Geraldo de Freitas
Banco Itaú Unibanco – Campos Sales
Presidente Venceslau
29
Sandra Isabel Colete Silva
Banco Santander
Presidente Venceslau
30
Claudia Leila Tafner Fernandes
Banco Santander
Presidente Venceslau

OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br











BANCO ITAÚ UNIBANCO S/A

Vai pagar toda PCR com antecipação da PLR


 Itaú anunciou nesta sexta-feira (17) que pagará o valor integral de no mínimo R$ 1.800 da Participação Complementar nos Resultados (PCR) junto com a antecipação da Participação dos Lucros e Resultados (PLR). 
A medida atende reivindicação da Contraf-CUT e ocorre um dia após a negociação com a direção do Itaú, onde o banco havia proposto efetuar o crédito em duas parcelas: a primeira de R$ 1.000 com a antecipação da PLR e a outra de R$ 800 com a segunda parte da PLR. "Trata-se de mais um avanço, somado ao reajuste da PCR para R$ 1.800, que representa um crescimento de 12,5% em relação ao que foi pago no ano passado, que foi de R$ 1.600", afirma Wanderley Crivellari, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco. A PCR é uma conquista de longa data dos funcionários do Itaú e traz importantes princípios defendidos pelo movimento sindical. "Ela é linear, na medida em que todos recebem o mesmo valor indistintamente; e não é compensável com nenhum programa próprio de renda variável, como o Agir. Ou seja, todo mundo vai receber, e não é baseada em metas individuais", destaca Wanderley.

Na negociação, o banco assumiu também o compromisso com o movimento sindical de abrir negociações sobre a PCR do próximo ano e de debater os programas próprios imediatamente após a Campanha Nacional 2012.
Fonte: Contraf e Feeb SP/MS

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


BANCO ITAÚ UNIBANCO S/A
Garantida PCR de R$ 1.800
Pagamento em duas vezes
A Participação Complementar nos Resultados (PCR) do Itaú será de R$ 1.800,00. O valor foi assegurado em rodada de negociação entre os sindicatos e o Banco, realizada hoje (16/8), em São Paulo.
O pagamento será efetuado em duas vezes: R$ 1.000,00 serão pagos no período em que for creditada a primeira parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), negociada com a Fenaban durante a Campanha Nacional; os R$ 800,00 restantes serão creditados no período do pagamento da segunda parcela da PLR.
Os sindicatos garantiram também aumento das bolsas de estudo, que passam das atuais quatro mil para 5.500 (cinco mil para funcionários do Banco, sendo mil preferencialmente para portadores de deficiências especiais; e 500 para os trabalhadores das demais empresas da holding). A bolsa corresponde até 70% do valor da mensalidade, limitado ao máximo de R$ 320,00. Os bancários contemplados receberão 11 parcelas, retroativas a fevereiro deste ano.
Para Mauri Sérgio, integrante e representante da Federação dos Bancários de SP e MS na COE (Comissão de Organização dos Empregados), que participou da rodada, a garantia de uma PCR equivalente a R$ 1.800,00 representa um avanço na atual conjuntura. “O processo de negociação foi complicado. Em função da onda de demissões, o debate emperrou, travou.
Para ilustrar, a última rodada ocorreu no dia 23 de abril e o Itaú insistia em pagar apenas R$ 1.600,00. Conseguimos romper algumas barreiras e garantir o valor de R$ 1.800,00. Sem falar no aumento no número de bolsas”. Segundo o integrante da COE, o acordo negociado hoje tem validade de 12 meses.

David Zaia
Jeferson Boava
Mauri Sergio
Presidente
Sec.Geral da Feeb SP/MS
Rep. Da FEEB na COE Itau

Terceira rodada Fenaban
 Avanço na negociação sobre saúde
- A Fenaban concorda em manter os salários dos bancários afastados que aguardam perícia médica, até à regularização junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A aceitação dessa proposta da categoria foi manifestada durante a terceira rodada de negociação com o Comando Nacional, ontem (15/8) em São Paulo, que retomou a pauta pendente da segunda rodada (saúde e condições de trabalho), ocorrida no último dia 8.
- Para o secretário-geral da Federação dos Bancários de SP e MS, Jeferson Boava, que participou da rodada, a retirada dos bancários afastados do chamado “limbo” representa um avanço. “Muitos bancários recebem a alta programada do INSS, porém são considerados inaptos no exame de retorno ao trabalho. Resultado: não recebem benefícios e nem salários. A manutenção dos salários até que a situação seja regularizada junto ao INSS representa um passo à frente”. Segundo ele, o Comando reivindicou também a permanência da remuneração dos afastados após o retorno ao trabalho, evitando assim a redução salarial e a perda de função comissionada. A Fenaban não concordou; alega que, se o funcionário mudou de função, não pode continuar comissionado. “O que é uma injustiça. Afinal, os bancários afastados não optaram em adoecer; foram vítimas do processo de trabalho”, frisa Jeferson.
- Outra proposta debatida foi a garantia de intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados nos casos que exijam movimentos repetitivos, como os caixas e as funções que requerem cálculo, contagem de dinheiro e leitura digital de documentos, garantindo que não ocorra aumento da jornada trabalhada. A Fenaban, no entanto, não aceita a pausa para os caixas. Para os bancos o intervalo só se justifica na digitação e call center; porém, manifestaram disposição em fazer uma análise técnica na mesa temática de Saúde sobre as funções mais atingida pelas LER/Dort, ao final da Campanha Nacional. No que se refere ao direito do funcionário marcar consulta médica durante o horário de trabalho, quando for preciso, a Fenaban não aceita.
Cipa: eleição
- A Fenaban discordou da proposta de eleição direta de todos os integrantes das Cipas (Comissão Interna de Prevenção de Acidente). O atual modelo (metade indicada pelos bancos), segundo a Fenaban, atende as partes. “O que não é verdade. A interferência dos bancos no processo é visível”, destaca o secretário-geral da FEEB SP e MS.
Rodadas suspensas
- A terceira rodada, bem como a quarta que seria realizada hoje (16/8) foram suspensas a pedido do Comando, após ser informado da morte do ex-dirigente sindical Manoel Castaño Blanco, conhecido por Manolo, marido da assessora jurídica da Contraf-CUT, Deborah Regina Rocco Castaño Blanco.
Nova rodada dia 21
- O processo de negociação será retomado na próxima terça-feira, dia 21. Na pauta, segurança bancária, igualdade de oportunidades e remuneração.

David Zaia
Jeferson Boava
Mauri Sergio
Presidente
Sec.Geral da Feeb SP/MS
Rep. Da FEEB na COE Itau

quinta-feira, 16 de agosto de 2012


Onda de greves se alastra e desafia governo Dilma

    
                                                                                       DE BRASÍLIA
A greve dos servidores federais ganhou ontem a adesão de policiais rodoviários e ameaça se tornar a paralisação mais ampla do funcionalismo desde o começo do governo Lula (2003-2010), desafiando a gestão da presidente Dilma Rousseff.
Greve da PF vai ao 3º dia com operação-padrão em aeroportos
Operação da PRF causa lentidão em rodovias de sete Estados
Os números oficiais e do movimento não batem. Nas contas sindicais, ao menos 27 órgãos federais foram diretamente afetados, entre greves, suspensão temporária de trabalho ou operações-padrão.
As paralisações já prejudicam o cotidiano da população. Ontem, pelo menos oito estradas ficaram congestionadas por causa de uma fiscalização intensa de veículos. Aeroportos e até a área da saúde, com a retenção de remédios importados em depósitos, estão sendo afetados. Universidades federais estão paradas há quase três meses.
Ontem, em Brasília, grevistas tentaram subir a rampa do Palácio do Planalto, mas foram contidos por policiais.
Até agora, o governo negocia apenas com funcionários de universidades federais.

VAIAS
O ministro responsável por negociar com movimentos sociais, Gilberto Carvalho (Secretária-Geral), foi vaiado e chamado de traidor em um congresso por manifestantes da CUT, tradicional braço sindical do petismo.
"Traidor, traidor", ouviu. "A greve continua. Dilma a culpa é sua!". Carvalho discutiu aos gritos com a plateia.
Ao fim, o presidente da CUT, Vagner Freitas, comentou: "Se eu fosse presidente, destituía o ministro."
"Houve greves grandes, mas eram concentradas em um setor. Essa tende a se ampliar", disse Artur Henrique, dirigente da CUT.
A decisão do governo de punir grevistas com descontos e não conceder reajustes acirrou os ânimos. Outra medida que desagradou servidores foi um decreto, de julho, facilitando a troca de grevistas por funcionários estaduais e municipais.
Para os sindicatos, há mais de 300 mil funcionários parados entre os 573 mil servidores. O Ministério do Planejamento diz que isso é irreal. "Se fosse tal como é dito, teríamos o serviço totalmente comprometido, e não está. Há pouquinha gente parada e muita fazendo barulho", disse o secretário de Relações do Trabalho, Sérgio Mendonça.
Ele refuta o status de pior greve dos últimos anos e lembra paralisações nos governos Lula e FHC, mas o governo diz não saber quantos servidores estão parados. O país "enfrentou momentos difíceis" com greves antes, disse.
Também repercutiu mal entre sindicalistas e setores do governo a afirmação do secretário do Tesouro, Arno Agustin, dizendo que a greve acabaria no dia 31, com o envio do Orçamento de 2013 para o Congresso, o que encerraria a possibilidade de negociação salarial.
"Nós entendemos que a crise [internacional] é grave. Mas, diante da crise, tem que flexibilizar o superávit primário [economia para pagar juros da dívida] e recuperar carreiras", disse Artur Henrique.

Brasileiros ignoram valor das taxas que gastam para manter conta corrente

Estado de Minas

O consumidor reclama das tarifas bancárias e dos altos juros cobrados pelos empréstimos feitos com as instituições financeiras, mas é acomodado e faz pouco esforço para tentar pagar menos. Os dados fazem parte de levantamento da Proteste Associação de Consumidores, que ouviu 5,09 mil pessoas no país.

O estudo mostra que os clientes dos bancos costumam ser leais, mas não se informam sobre o custo para manter a conta ou outros tipos de crédito. 

Apesar da possibilidade de portabilidade, o levantamento constatou que 74% dos clientes mantêm a principal conta corrente no mesmo banco em que recebem o salário ou pensão. Mais da metade (52%) não troca de instituição financeira há pelo menos 10 anos.

Cerca de 39% dos entrevistados não sabiam informar quanto pagam pela sua conta-corrente. Entre os que sabem, o valor médio gasto por mês é de R$ 54,93. A pesquisa mostra ainda que os bancos deixaram a desejar no valor dos juros e tarifas (muito altos) e na transparência das informações. 

"Mas o consumidor também não conhece bem o seu perfil para poder contratar os serviços e pagar menos. Ele precisa definir as prioridades como cliente do banco para não ter o ônus do produto que não precisa", avalia Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

Um programa de aconselhamento ao crédito poderia ajudar o consumidor brasileiro, segundo avaliação da Proteste. O programa orientaria sobre qual crédito escolher e qual a melhor forma de pagamento, evitando assim que voltasse a pedir empréstimo com a finalidade de pagar o primeiro débito. 

Os entrevistados possuem, em sua maioria, dois cartões de crédito (60%) e pagam anuidade média de R$ 61 para cada um. Cada cartão apresenta limite médio de R$ 2.984,20. "Se a pessoa gasta muito, é recomendado que tenha um só cartão, pois tem controle maior do débito", observa Maria Inês.

O crédito rotativo é prática comum de percentual considerável (20,5%) de entrevistados que não consegue pagar o total da fatura. Dos consumidores que têm um segundo empréstimo pessoal, 26,3% afirmaram que solicitaram o crédito para pagar outras dívidas. "Isso demonstra uma falta de planejamento e a incapacidade de pagar o débito com o salário que ganha", diz Maria Inês.

"Escolho o meu banco pelo gerente. Já teve vez que cheguei a mudar de instituição em função dele", afirma a empresária Fernanda Grossi
O médico Vicente de Paula retrata bem o perfil médio do consumidor detectado pela pesquisa. Ele é cliente de três instituições bancárias: Itaú, Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e Bradesco. No Itaú, ele é cliente há 40 anos, no Bradesco há 12 anos, e no Sicoob há 13. 

"Não posso fazer a opção de um único banco, pois recebo os honorários em instituições diferentes", afirma. Na sua opinião, os bancos poderiam remunerar melhor o dinheiro do consumidor. "Eles (os bancos) deveriam remunerar a nossa conta corrente por pelo menos a metade da taxa de juros que empresta", observa.

A empresária Fernanda Grossi é cliente há mais de 10 anos do Santander. A sua conta de empresa é no Banco do Brasil. Ela conta que já pensou em sair, mas o que define a sua escolha é o tratamento do gerente da instituição. "Escolho pelo gerente. Já teve vez que cheguei a mudar de banco em função dele", diz.

ENDIVIDAMENTO FAMILIAR 

A facilidade de obtenção de crédito, a falta de planejamento familiar e as altas taxas de juros cobradas pelo mercado impulsionam o endividamento dos consumidores, segundo outro levantamento divulgado ontem pela Proteste. A pesquisa ouviu 200 pessoas e constatou que, quando uma família assume uma dívida, paga em média 189% a mais por ano do que o valor real do bem financiado.

As famílias que participaram do estudo têm renda média de R$ 2.401 e declararam pagamentos de dívidas de R$ 1.009,45, em média, o que resulta em comprometimento de 42% da renda para pagamento de débitos. O estudo mostrou que as famílias têm em média três dívidas ativas. Entretanto, 23% das famílias têm cinco dívidas ou mais. 


Fonte: Estado de Minas

Comando suspende negociações com morte do ex-dirigente sindical Manolo.

  
Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São PauloManolo morre aos 49 anos e deixa esposa Deborah e dois filhos, Beatriz e Diogo

A segunda rodada de negociação da Campanha 2012 entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban foi suspensa nesta quarta-feira 15, em razão do falecimento do ex-dirigente sindical Manoel Castaño Blanco, conhecido como Manolo, marido da assessora jurídica da Contraf-CUT, dra. Deborah Regina Rocco Castaño Blanco. As negociações serão retomadas na próxima terça-feira, dia 21, às 10h. 

O Comando terminava as discussões sobre saúde com a Fenaban, às 13h, quando a dra. Deborah, que participava da mesa de negociação, recebeu a notícia da morte do marido, vítima de acidente vascular. O Comando solicitou então a suspensão da rodada de negociação, que continuaria à tarde e nesta quinta-feira, para discutir segurança bancária, igualdade de oportunidades e remuneração.

Ex-funcionário do Banco Safra, Manolo foi diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo de 1991 a 2002, onde comandou as Secretarias Jurídica, Cultural e de Imprensa. Foi também um dos responsáveis pela criação da Comissão de Segurança Bancária do Sindicato nos anos 1990.

Manolo tinha 49 anos e deixa esposa e dois filhos, Beatriz e Diogo. O corpo será cremado nesta quinta-feira 16, às 11h, no Memorial Crematório, situado na rua Nilo Peçanha, 50, saída da Anchieta, atrás da Beneficência Portuguesa Cemitério Vertical, no bairro de Marapé, em Santos. 

Consternada, a Contraf-CUT manifesta sentimentos de apoio e solidariedade aos amigos e familiares de Manolo e da dra. Deborah.


Fonte: Contraf-CUT