terça-feira, 3 de dezembro de 2013

EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA



Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 53.308.524/0001-00, Registro sindical nº  019065/90-00, por seu presidente abaixo assinado, tendo em vista o disposto no artigo 2º da Portaria 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego, convoca todos os empregados do O ITAÚ UNIBANCO S.A., ITAÚ UNIBANCO HOLDING S/A, BANCO ITAÚ BBA S.A., BANCO ITAUCARD S.A., HIPERCARD BANCO MÚLTIPLO S.A. e BANCO ITAÚ BMG CONSIGNADO S.A, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembleia geral extraordinária que se realizará dia 04 de dezembro de 2013, às 17h30m,  no endereço à Rua Antonio Marques da Silva nº 2.245, Jardim Morada do Sol, Presidente Venceslau-SP, para autorizar a diretoria a proceder à renovação do acordo  coletivo de trabalho sobre sistema alternativo eletrônico de controle de jornada com vigência de 01 ano, bem como delegar poderes para tanto.


Presidente Venceslau-SP 02 de dezembro 2013.





SIDNEI DE PAULA CORRAL
Presidente
EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA



Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 53.308.524/0001-00, Registro sindical nº  019065/90-00, por seu presidente abaixo assinado, tendo em vista o disposto no artigo 2º da Portaria 373 de 25 de fevereiro de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego, convoca todos os empregados do O ITAÚ UNIBANCO S.A., ITAÚ UNIBANCO HOLDING S/A, BANCO ITAÚ BBA S.A., BANCO ITAUCARD S.A., HIPERCARD BANCO MÚLTIPLO S.A. e BANCO ITAÚ BMG CONSIGNADO S.A, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato, para a assembleia geral extraordinária que se realizará dia 04 de dezembro de 2013, às 17h30m em primeira convocação e às 18h30m em segunda convocação,  na Rua Antonio Marques da Silva nº 2.245, Jardim Morada do Sol, Presidente Venceslau-SP, para autorizar a diretoria a proceder à renovação do acordo  coletivo de trabalho sobre sistema alternativo eletrônico de controle de jornada com vigência de 01 ano, bem como delegar poderes para tanto.


Presidente Venceslau-SP 02 de dezembro 2013.





SIDNEI DE PAULA CORRAL
Presidente

Horários de funcionamento no natal e ano novo

De Federação dos Bancários de SP e MS
Aos Sindicatos Filiados

Companheir@s,

Encaminhamos comunicado da Fenaban que foi enviado aos bancos, com os horários de funcionamento no natal e ano novo:


1. Expediente bancário para o dia 24 de dezembro de 2013:

Regiões
Horário de expediente ao público
Hora local
Hora de Brasília
Estados com horário igual ao de Brasília
9h às 11h
9h às 11h
Estados com diferença de 1 hora em relação à Brasília – DF
8h às 10h
9h às 11h
Estados com diferença de 2 horas em relação à Brasília – DF
8h às 10h
10h às 12h
Estados com diferença de 3 horas em relação à Brasília – DF
7h às 9h
10 às 12h

2. Horário de funcionamento das Câmaras de Compensação no dia 24.12.2013: O Banco do Brasil e a CIP expedirão as instruções definindo os horários das sessões de trocas e demais procedimentos próprios e específicos.

3. Dia 30.12.2013: Ultimo dia útil do ano com atendimento ao público.

4. Dia 31.12.2013: Não haverá atendimento ao público.



Saudações,

Davi Zaia
Presidente

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

HSBC

Companheir@s,


Nos dias 05 e 06 de novembro serão retomadas as negociações específicas com o HSBC, para discutir os temas PPR X PLR (pagto da 1ª parcela e perspectivas para o 2º pagamento); Emprego e Formalização do ACT específico. No dia 05 ocorre reunião da COE e no dia 06, das 12h às 14h, apresentação do PPR pelo banco.

Para subsidiar as discussões sobre emprego, solicitamos aos Sindicatos que enviem até o dia 04 de dezembro o levantamento das demissões ocorridas de setembro de 2012 até novembro de 2013, conforme modelo anexo.

Comissão dos Empregados do Banco HSBC - Dias: 05 e 06/12/13
Local: sede da Contraf – Rua Líbero Badaró, 158 – 1º andar – São Paulo/SP
Horário: 10h
Pauta: Retomada das negociações específicas; PPR X PLR (pagto da 1ª parcela e perspectivas para o 2º pagamento); Emprego e Formalização do ACT específico.

Saudações,

Davi Zaia
Presidente

Edemilson Favaron
Representante da Feeb SP/MS na COE HSBC


Ref: reunião do GT que discute afastamentos/adoecimentos



Bancos irão disponibilizar dados sobre afastamentos

Acesso às informações foi conquistado hoje, na segunda reunião do GT. Bancos apresentam dados em fevereiro

O grupo de trabalho bipartite criado para investigar as causas dos afastamentos dos bancários se reuniu nesta quinta-feira, 28, em São Paulo. Na negociação, os bancários conquistaram o acesso a todos os dados sobre os afastamentos. “A Fenaban, de início, concordou em disponibilizar apenas os dados dos afastamentos superiores a quinze dias por B91 (acidente de trabalho). Porém, insistimos que precisamos dos dados gerais para que possamos formar um bom diagnóstico sobre o tema e, após muita insistência, os bancos concordaram em disponibilizar as informações sobre todos os afastamentos com benefício (B31, B91, B94), além das aposentadorias por invalidez”, informa o representante da Feeb SP/MS no Coletivo Nacional de Saúde, que participou da reunião, Gustavo Frias.

Os dados que serão analisados pelo GT são motivo do afastamento, função, faixa etária, tempo de banco, sexo e local de trabalho. O levantamento, que abrange as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba, Salvador, Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, será apresentado ao Comando Nacional na primeira semana de fevereiro e após análise pelo grupo técnico do Comando (Fundacentro, DIEESE e demais profissionais da área médica) será definido quando o GT volta a se reunir.



Davi Zaia
Presidente

Gustavo Frias
Representante da Feeb SP/MS no Coletivo Nacional de Saúde


Federação dos Bancários de SP e MS

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Aniversariantes do mês de Dezembro de 2013

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia                       Associado                                   Banco/Ag.                                    Cidade

01 – VANESSA DA SILVA TEIXEIRA             ITAÚ UNIBANCO                     SANTO ANASTÁCIO
02 – GERMANO VANDERLEI KISNER           DO BRASIL                             TEODORO SAMPAIO
05 – MARCELA DE OLIVEIRA GERVAZONI   HSBC BANK BRASIL               PRES. VENCESLAU
11 – ROBERTO LOPES SOBREIRA              DO BRASIL                              TEODORO SAMPAIO
12 – FERNANDO ROBERTO P. KOBATA      BANCO DO BRASIL – P. Vargas, 8-11   PRES. EPITÁCIO
18 – LUCIANA ROBERTA R. D. AMORIM      ITAÚ UNIBANCO – princesa Isabel       PRES. VENCESLAU
20 – GISELLE HENNES                               SANTANDER                           SANTO ANASTÁCIO
20 – SARA YURI YAMAMOTO HONDO         SANTANDER                            PRES. VENCESLAU

OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Bancos e Idec divergem sobre estimativa de perdas com planos econômicos

Estimativas atualizadas do Ministério da Fazenda indicam que os bancos públicos e privados podem perder R$ 149,914 bilhões caso o Supremo Tribunal Federal (STF) decida pela correção monetária das cadernetas de poupança nos planos econômicos editados das décadas de 1980 e 1990, no julgamento que terá início na próxima quarta-feira.

A Caixa Econômica Federal seria a instituição financeira mais prejudicada com uma eventual decisão desfavorável. Nessa hipótese, a Caixa teria que pagar R$ 49,832 bilhões, o equivalente a um terço do total do prejuízo de todas as instituições financeiras.

Segundo os cálculos da Fazenda que o Valor PRO, o serviço de notícias em tempo real do Valor, teve acesso, os demais bancos arcariam com R$ 100,082 bilhões.

A conta leva em consideração todos os depósitos existentes nas instituições financeiras na época da edição de cada plano. Mesmo que muito poupadores não tenham entrado na Justiça para cobrar pelas diferenças nas cadernetas de poupança, há ações civis públicas em que esse direito à correção pode ser garantido para todos a partir de uma decisão favorável do STF.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) fez um cálculo bem menor para estimar as perdas dos bancos em caso de julgamento favorável pelo STF. A entidade reclama que o governo aumenta os cálculos para evitar eventual derrota no STF.

O Idec fez uma pesquisa nos balanços dos seis principais bancos do país para verificar o saldo de provisões para pagamentos à Justiça em ações envolvendo os planos e chegou a R$ 18,2 bilhões. A conta do Idec contemplou os balanços fechados no primeiro semestre deste ano pelo Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú- Unibanco e Santander.

O valor, no entanto, contabiliza apenas os casos de decisões judiciais que já transitaram em julgado - processos em que não cabe mais recurso e, portanto, resta aos bancos fazer o pagamento. Nesse cálculo, não estão as futuras decisões, como a que está para ser tomada pelo STF e que vai dar orientação para mais de um milhão de processos na Justiça.

"O que detalhamos é o que já está julgado, é o que tem depósito judicial previsto, o que já teve decisão", disse Ione Amorim, economista do Idec. "As provisões se referem a tudo o que os bancos devem pagar na Justiça", afirmou Mariana Alves Tornero, advogada do instituto. Segundo ela, apenas a Caixa e o BB fazem provisões específicas sobre valores a pagar referentes a decisões sobre planos econômicos. Os demais bancos fazem provisões de todas as questões, "incluindo não só planos, mas ações gerais, como pessoas que ficaram presas em portas giratórias e pediram indenização e outros casos".

Mariana disse que os correntistas sempre ganharam esses processos envolvendo planos econômicos na Justiça e que o auge das ações ocorreu em 2007, às vésperas de prescrever o direito de eles recorrerem para obter a correção dos valores na poupança referentes ao Plano Bresser. "Em 2007, tivemos que organizar filas de atendimento de tanta gente interessada em entrar com ação", lembrou a advogada. "Isso acendeu uma luz de alerta para os bancos que perceberam que iriam sofrer uma avalanche de novas ações e teriam que pagar."

Na avaliação de Mariana, as perdas dos bancos para pagar os correntistas não seriam tão grandes, pois "nem todos os poupadores vão à Justiça". "É uma minoria que recorre. Há muitos fatores que enxugam o número irreal apresentado pelos bancos e pelo Banco Central. Pessoas que já morreram, por exemplo, não vão mais para a Justiça", disse.

Antes de chegar aos R$ 149,9 bilhões, a Fazenda e o Banco Central trabalhavam com outro cálculo que foi realizado em 2008 e indicavam um possível prejuízo de R$ 105 bilhões.

Agora, de acordo com o levantamento feito pelo Ministério da Fazenda, o plano que mais causaria prejuízo aos bancos numa eventual decisão contrária do STF seria o Collor 1. Os expurgos que vêm sendo cobrados pelos poupadores em maio de 1990, pouco depois da edição do Collor 1, em março daquele ano, atingem R$ 70,741 bilhões. Eles querem obter uma diferença de 44,8% em suas contas apenas referentes a maio. Com relação ao mês seguinte - junho de 1990 -, a cobrança atingiria mais R$ 3,354 bilhões por conta de uma diferença de 2,49% nas cadernetas de poupança.

No Plano Verão, de 1989, os expurgos seriam de 20,37% e, por causa dessa diferença, os bancos podem ser condenados a pagar R$ 48 bilhões. Com relação ao Plano Bresser, de 1987, os bancos teriam que pagar R$ 20,494 bilhões caso sejam condenados a corrigir as cadernetas em 8,04%. Por fim, a cobrança do Plano Collor 2 levaria ao pagamento de R$ 7,27 bilhões. Os expurgos do Collor 2 foram estimados em 4,39%.

Esses valores foram contabilizados com base no índice de remuneração da caderneta com aniversário em 1º de novembro. São, portanto, os dados mais atuais do Ministério da Fazenda. Mas há notícias de que consultorias estimariam valores ainda maiores aos bancos e esses só não estariam sendo divulgados para não causar pânico no mercado financeiro.


Fonte: Valor Econômico