quarta-feira, 9 de março de 2011

8 de março - Dia Internacional da Mulher


O Sindicato iniciou no último dia 1º a distribuição de um mimo às bancárias. 

História – O Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, foi proposto pela socialista alemã Clara Zetkin durante Conferência Internacional, realizada em Copenhague, Dinamarca, em 1910. É uma homenagem às operárias têxteis duramente reprimidas em protesto realizado em Nova Iorque, em 1857.

Algumas fotos das bancárias da Base:













segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Datas e Pagamentos da PLR

PLR
Banco
Quando
O que
HSBC
25/2
Segunda Parcela Fenaban
+
PPR (programa próprio) sem desconto
da antecipação de 15% 
Banco do Brasil
28/2
Segunda Parcela Fenaban**
+
Distribuição linear de 4% do lucro
líquido do segundo semestre
+ 
Módulo Bônus
Caixa
1/3
Diferenças
+
2ª metade da PLR Social
Itaú Unibanco
1/3
Segunda Parcela Fenaban*
+
PCR (programa próprio) de R$ 1,6 mil
Bradesco
Já pago
Segunda Parcela Fenaban*
Santander
Já pago
Segunda Parcela Fenaban*
+ 

PPRS 
(programa próprio)
* Nesses bancos, cada trabalhador recebe 2,2 salários com teto de R$ 15.798,20, descontando-se o adiantamento feito em 2010 de 54% do salário mais R$ 660,48, com teto de R$ 4.308,60 mais adicional de 2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 2.400, descontando-se, também, o adiantamento de 2% do lucro do 1° semestre, no teto de R$ 1.200

**No caso do BB, são 45% da regra básica mais valor definido pelo banco

Contraf retoma negociações do GT Saúde com a Caixa e debate Saúde Caixa


A Contraf-CUT retomou nesta quarta e quinta-feira, dias 23 e 24, as negociações no GT Saúde com a Caixa Econômica Federal. Entre os principais pontos da pauta de saúde do trabalhador tratados na reunião, os mais urgentes foram o Saúde Caixa e as normas RH 025 (referente a afastamento por doença ou acidente não relacionado ao trabalho) e 052 (que trata dos acidentes e doenças do trabalho).

O banco reformulou sua comissão de negociação no GT Saúde, que passa a ser coordenada por Ana Telma Monte, que também coordena a mesa de negociação permanente entre trabalhadores e empresa. Em sua fala, ela relatou que o vice-presidente de Pessoas do banco declarou que pretende fazer de 2011 o ano da saúde do trabalhador na Caixa.

"É uma posição positiva, que indica uma preocupação maior da Caixa com os temas de saúde. Além disso, a presença de uma representante da comissão principal na mesa de saúde pode ajudar as negociações a fluírem mais objetivamente. Vamos ver se na prática conseguimos avançar", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e empregado da Caixa.

Começados os debates, o banco concordou com a pauta levada pelos bancários. Os dois lados assumiram o compromisso de levantar para a próxima reunião os temas cujo debate no GT não foi concluído ou aqueles que precisam de nova discussão. 

O banco assumiu ainda o compromisso de que qualquer norma definida ou alterada durante as negociações não será alterada de forma unilateral pelo banco. "Isso é importante para que não aconteça novamente como no caso das normas RH025 e RH052, nas quais a Caixa fez uma série de alterações em temas que haviam sido negociados e agora estamos lutando para retomar as formulações originais", afirma Plínio.

Os debates prosseguiram com exposições da posição da Contraf-CUT sobre os temas da pauta. Sobre o RH 052, um dos principais pontos em debate diz respeito a procedimentos de emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho). Na formulação anteriormente discutida no GT, estava clara a necessidade de emissão da CAT a partir da suspeita, mas isso foi alterado pela Caixa de forma unilateral.

Além disso, a Caixa tem interpretado, de forma incorreta, que, com a aprovação do Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP), a emissão da CAT estaria dispensada. "Essa interpretação esta errada e é necessário que conste na norma a obrigatoriedade da emissão", defende Plínio.

Os trabalhadores também apresentaram as propostas definidas durante o 26º Conecef para o Saúde Caixa, em especial para a utilização do superávit do plano. O fechamento do balanço de 2010 mostrou um superávit de R$29,5 milhões, acumulando cerca de R$ 120 milhões no caixa do plano - sem contar a remuneração pela taxa Selic, que a Caixa se comprometeu a regularizar. Os bancários apresentaram propostas para a melhoria da cobertura do plano e da rede credenciada, bem como da estrutura de gestão nos estados.

"Foi uma reunião importante porque tivemos a oportunidade de expor toda nossa visão a respeito dos problemas em todos os temas tratados e que trouxe perspectivas positivas para a solução dos problemas. Vamos ver se elas se traduzem em ações efetivas", afirma Plínio.

A próxima reunião do GT Saúde ficou agendada para os dias 28 e 29 de março.

Fonte: Contraf-CUT

Para combater as LER/Dort, é preciso melhorar as condições de trabalho

  

















No dia 28 de fevereiro, é lembrado o Dia Internacional de Conscientização sobre as Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho (LER/Dort). A intenção é difundir as causas e combater a disseminação destas doenças, que estão entre as principais responsáveis por afastamentos do trabalho.

Segundo dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), mais de 45% dos benefícios previdenciários concedidos têm como causa as LER/Dort. Consideradas como questão de saúde pública mundial, tais doenças são símbolo do descaso das empresas no que diz respeito à integridade física e mental de seus funcionários. As lesões são acarretadas por atividades desenvolvidas diariamente no ambiente de trabalho, resultando em dor e sofrimento ao trabalhador, podendo inclusive atingir estágios irreversíveis. 

Dentre as categorias mais afetadas estão os bancários, metalúrgicos, digitadores, operadores de linha de montagem, operadores de telemarketing, secretárias e jornalistas. Na categoria bancária, os afastamentos decorrentes das lesões são, em média, de 493 dias contra uma média nacional de 269 dias.

"A maior causa dos problemas de saúde dos bancários está na forma de organização do trabalho imposta pelos bancos, com metas abusivas, pressão constante, jornadas excessivas e condições inadequadas de trabalho. Os trabalhadores precisam ter a possibilidade de discutir estes temas e interferir na definição na organização do trabalho e a Contraf-CUT está lutando para isso", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Bancários entre os que mais adquirem LER/Dort Palestra no Sindicato marca dia internacional de prevenção à doença

São Paulo - Dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) mostram uma realidade já conhecida na prática pelo Sindicato: são os trabalhadores do ramo financeiro que apresentam, proporcionalmente, o maior número de casos LER/Dort (Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).

“Os números não são exatos. O INSS, por exemplo, só relaciona os trabalhadores que receberam o benefício. Mesmo assim, eles reforçam o que percebemos na prática. Ou seja, que o meio bancário, com a cobrança de metas inatingíveis, sobrecarga de trabalho, ritmo excessivo, pressão e assédio moral, é o que mais adoece os trabalhadores por LER/Dort”, afirma a médica sanitarista Maria Maeno, especialista em saúde do trabalhador e coordenadora da equipe que elaborou em 2006 o Protocolo de LER do Ministério da Saúde.

Em 2008, segundo a Pnad, mais de 69 mil trabalhadores do ramo financeiro disseram ter diagnóstico médico de tendinite ou tenossinovite, manifestações clínicas das LER/Dort.

De 2005 a 2008, 1.489 bancários receberam benefício por incapacidade causada por doenças do sistema musculoesquelético, segundo dados do INSS. A médica reforça que, apesar de alto, esse total não dá conta da realidade, já que diversos bancários com LER são “invisíveis” para a Previdência: “Não entram nas contas do INSS, as pessoas com LER que continuam trabalhando, e não entram os que tiveram o benefício negado.”

Nexo – Além disso, lembra a sanitarista, a subnotificação só diminuiu a partir de 2007, quando o INSS reconheceu que a categoria bancária era mais propensa a doenças do tipo, com a implementação do nexo técnico epidemiológico (NTEp). 

“Analisando seus próprios dados, o órgão reconheceu que algumas categorias de trabalhadores têm mais determinadas doenças do que outras, e que essas doenças estariam, portanto, relacionadas ao trabalho. A partir disso, o INSS determinou que deve ser concedido o auxílio-acidentário a todo bancário que apresente quadro de LER ou de doenças mentais, outro tipo de adoecimento muito comum na categoria”. 

Ainda assim, explica Maria Maeno, o perito do órgão tem a prerrogativa de julgar cada caso. “Não temos os dados dos casos (de bancários) que são descaracterizados pelos peritos e sem isso, não temos como saber se o nexo técnico-epidemiológico está sendo aplicado como deveria”, critica.
Para ela, apesar dos avanços como o Protocolo LER e o NTEp, o Estado brasileiro ainda não dá a atenção devida ao problema. “A saúde do trabalhador ainda não entra na equação que calcula o crescimento econômico. Ela merece mais atenção do governo e mais espaço na agenda de políticas públicas”, defende.

fONTE: SEEB SÃO PAULO

Lei estadual obriga bancos a colocar divisórias entre os caixas em São Paulo

  
Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São PauloUma nova lei pode obrigar os bancos a colocar divisórias nos caixas (tanto nos eletrônicos quanto nos operados por funcionários), isolando quem faz saques dos outros clientes.

O projeto do deputado Vanderlei Siraque (PT) foi aprovado nesta terça 22 pela Assembleia Legislativa de São Paulo e tem por objetivo evitar a ação de olheiros dentro das agências e posteriores roubos nas ruas, chamada de crime da "saidinha" dos bancos. Para virar lei, o projeto depende da sanção do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Os biombos deverão ter no mínimo 1,8 m de altura e ser de material opaco, que impeça a visibilidade. De acordo com Siraque, a medida, se aprovada por Alckmin, terá de ser implantada em 90 dias. Em caso de descumprimento, o projeto prevê multa diária de R$ 8.725.


Fonte: Seeb São Paulo

Virada histórica elege candidatos da chapa Mãos dadas pelo Banesprev

  
Crédito: Afubesp
Afubesp
Eleito, Paulo Salvador comemora virada no Banesprev com banespianos 

Terminou por volta das 18h30 desta quarta-feira, dia 23, a apuração dos votos da eleição do Banesprev, que foi realizada no Esporte Clube Banespa. 

O resultado final aponta uma virada histórica dos candidatos da chapa Mãos dadas pelo Banesprev, apoiados pela Afubesp, Contraf-CUT e entidades sindicais, que foi conquistada com os votos feitos pela internet, bandeira defendida insistentemente pelos representantes das entidades há anos.

Paulo Salvador, no Conselho Deliberativo (de Administração) e Shisuka Sameshima, no Comitê de Investimentos, foram os mais votados e estão eleitos. 

Votos irregulares

A apuração para as diretorias financeira e para as segundas vagas do Conselho Deliberativo e Comitê de Investimentos pode mudar por conta dos votos que chegaram com data posterior ao encerramento oficial da eleição, dia 15 de fevereiro. 

Assim, há possibilidade de outros três candidatos da chapa Mãos dadas pelo Banesprev serem eleitos: Márcia Campos (Comitê de Investimentos), Rita Berlofa (Conselho Deliberativo) e Walter Oliveira (Diretoria Financeira).

Isto porque os votos irregulares - aqueles que foram carimbados pelos correios depois da data final estipulada no estatuto das eleições (15 de fevereiro) - podem sofrer impugnação.

A Afubesp, o Sindicato de São Paulo e os candidatos da lista "Mãos dadas pelo Banesprev" protocolaram reclamação formal sobre a prorrogação do prazo da eleição somente por correio. As entidades pediram que fosse também prorrogada votação pela internet, mas tiveram o pedido negado pelo Banesprev.

Embora tenha feito alteração na data final da eleição via correio, o fundo de pensão dos banespianos não procedeu os ajustes nos editais e nos comunicados, configurando um procedimento irregular. 

Votos pela internet fizeram a diferença

Todos os candidatos da chapa adversária estavam na frente até começar a contagem dos votos eletrônicos. "Houve uma explosão de votos para a nossa chapa vindos dos colegas que optaram pela internet", comentou Paulo Salvador, presidente da Afubesp, candidato mais votado para assumir uma vaga no Conselho Deliberativo. "Agradecemos muito a confiança dos colegas".

Confira o resultado final da apuração, incluindo os votos irregulares:

Conselho Deliberativo (de Administração)

Djalma Emidio Botelho - 7.691 votos - 24,71%
Rogério Fuzato Sanches - 609 votos - 1,96%
Rita de Cássia Berlofa - 7.548 votos - 24,25%
Alécio Pinheiro da Silva - 6.943 votos - 22,31%
Paulo Roberto Salvador - 7.832 votos - 25,16%
Brancos - votos 373 - 1,20 % 
Nulos - votos 130 - 0,42 %

Total: 31.126

Comitê de Investimentos

Shisuka Sameshima - 8.030 votos - 25,80%
Flávio Roberto Pelisson - 7.698 votos - 24,73%
Márcia Campos - 7.430 votos - 23,87%
Nivaldo Tonella - 7.444 votos - 23,92%
Brancos - 417 votos - 1,34% 
Nulos - 107 votos - 0,34%

Total: 31.126

Diretoria Administrativa

Ricardo Mitsouka - 8.574 votos - 55,09%
Salime Maria Couto - 6.832 votos - 43,90%
Brancos - 92 votos - 0,59% 
Nulos - 65 votos - 0,42%

Total: 15.563

Diretoria Financeira

Aderaldo Fandinho Carmona - 7.842 votos - 50,36%
Walter Antonio Alves Oliveira - 7.580 votos - 48,71%
Brancos - 79 votos - 0,51% 
Nulos - 62 votos - 0,40%

Total: 15.563


Fonte: Contraf-CUT com Afubesp