quarta-feira, 1 de junho de 2011
Aniversariantes do mês de Junho 2011
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.
| Dia | Associado | Agência/Banco | Cidade |
| 03 | Isabel Clotilde Trava A. Dugaich | Banco do Brasil – Trav. Osvaldo Cruz | Santo Anastácio |
| 03 | Valter Rozeno de Souza | Bradesco | Teodoro Sampaio |
| 04 | Vagner Antonio | Banco do Brasil | Euclides da Cunha |
| 05 | Ozório Torquato Junior | Santander | Santo Anastácio |
| 07 | Adivania Garcia Ernandes | Santander | Presidente Epitácio |
| 12 | Sandra Cristina Chaves Torquato | Santander | Santo Anastácio |
| 18 | Valdemir Aguiar dos Santos | Itaú Unibanco _ Campos Sales | Presidente Venceslau |
| 20 | Hamilton Hiroshi Kanashiro | Santander | Presidente Venceslau |
| 25 | Mariana Arfelli | Banco do Brasil | Piquerobi |
| 26 | Denílson Cesar Veríssimo Correia | Itaú Unibanco – Princesa Isabel | Presidente Venceslau |
| 30 | Alyne Cristina dos Santos | Banco do Brasil – Travessa Te. Osvaldo | Presidente Venceslau |
| 30 | Fabio Henrique Braghin Videira | Banco do Brasil | Primavera |
| 30 | Rafael Akira Kaimoti Kaneki | Itaú Unibanco – Campo Sales | Presidente Venceslau |
OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br
ACESSE O BLOG DO SINDICATO: seebpv.blogspot.com
terça-feira, 31 de maio de 2011
UNI Américas assina acordo marco histórico com o Banco do Brasil
A UNI Américas assinou nesta segunda-feira 30 com o Banco do Brasil, em Brasília, o primeiro acordo marco com uma empresa do sistema financeiro no continente americano. Também é o primeiro acordo do gênero feito por uma multinacional brasileira. Intermediado pela Contraf-CUT, o convênio garante aos 118.900 bancários do BB que trabalham em todos os países das Américas direitos fundamentais previstos nas declarações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre eles o de sindicalização e livre organização sindical.
Veja aqui a íntegra do acordo marco (em pdf ) assinado pela UNI Américas com o BB.
A UNI Américas é a representação regional da UNI Sindicato Global, entidade à qual a Contraf-CUT é filiada e que reúne mais de mil sindicatos e mais de 22 milhões de trabalhadores do setor de serviços em 160 países de todos os continentes.
"Vocês estão enviando uma mensagem muito positiva ao mundo. O Brasil hoje é uma potência e assim é reconhecido em qualquer país. O Banco do Brasil, com a assinatura desse acordo, sinaliza que quer se internacionalizar respeitando seus trabalhadores e dialogando com as entidades sindicais", elogiou Márcio Monzane, que acaba de deixar a UNI Américas para assumir a chefia mundial da UNI Finanças.
"Esse é um acordo realmente histórico. Como dirigente sindical e como cidadão brasileiro, sinto orgulho de ter participado da sua negociação. Ele vai garantir a organização sindical, o direito de negociação e de sindicalização, melhorando a vida dos trabalhadores do Banco do Brasil em todos os países das três Américas onde o BB atua", comemorou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e da UNI América Finanças.
'Globalização menos injusta'
"Estamos muito felizes com esse acordo extraordinário, construído com diálogo pelo maior banco da América Latina e de um país que hoje está na vanguarda progressista mundial. Assim vamos criando condições para tornar a globalização menos injusta", disse na cerimônia de assinatura a argentina Adriana Rosenzvaig, secretária-geral da UNI Américas.
Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT, contou que as negociações com o BB visando a assinatura do acordo marco remontam a 2005 e envolveram muitas pessoas e departamentos do banco, que no começo tiveram dificuldade até para compreender o que é a UNI-Sindicato Global e qual o significado desse tipo de entendimento.
"O BB é a sexta instituição financeira do mundo a assinar o acordo marco com a UNI e a primeira nas Américas. Com mais de 110 mil trabalhadores, o BB é também o segundo maior banco que assinou esse acordo, o que mostra a grandiosidade do que estamos fazendo aqui hoje", festejou Marcel.
'Esperamos que outros bancos sigam o exemplo do BB'
Juvândia Moreira, presidente do Sindicato de São Paulo e vice-presidente mundial da UNI Finanças, lembrou a importância da assinatura do acordo marco num momento em que o Brasil se prepara para se tornar um centro financeiro global. "Esperamos que outros bancos sigam o exemplo do BB", propôs Juvândia.
O secretário de Relações Internacionais da Contraf-CUT, Ricardo Jacques, relatou a pressão dos bancários na mesa da Fenaban para que os bancos multinacionais brasileiros ou que atuam no Brasil assinem o acordo marco. E elogiou a atitude do BB, "que está dizendo às outras instituições que se dispõe a respeitar os princípios fundamentais do trabalho e dos direitos humanos".
Principal dirigente do BB a participar da assinatura do acordo, o vice-presidente de Gestão de Pessoas, Robson Rocha, também ressaltou o "momento histórico que estamos vivendo". Disse que o entendimento mostra a possibilidade de, "respeitando as divergências", buscar pontos de convergência para melhorar as condições dos trabalhadores.
O coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Eduardo Araújo, afirmou que o acordo "representa um instrumento importante, que nos permitirá cobrar qualquer desrespeito de direitos trabalhistas e sindicais que aconteça no BB em outros países".
Além da garantia de liberdade sindical e o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva, no acordo marco o BB assume o compromisso de, entre outras coisas, combater e prevenir problemas de saúde derivados da atividade laboral, combater o assédio moral e sexual, evitar a discriminação no emprego e promover a igualdade de oportunidades, entre outros pontos.
O acordo vale para os bancários do recém-adquirido Banco Patagonia (Argentina), para as agências do BB em Nova York, Miami, Buenos Aires, Santiago e La Paz; para os escritórios de Washington, Cidade do México, Panamá, Caracas e Lima; e para a subagência de Santa Cruz de La Sierra (Bolívia).
Fonte: Contraf-CUT
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Pergunta: Sou gerente. Tenho colegas na mesma função que vieram de outro banco com salário maior. Tenho direito a receber o mesmo salário que eles? (J. M. V)
Resposta: Os requisitos para a equiparação salarial estão previstos na legislação trabalhista (artigo 461 da CLT) e são: 1) mesma função (não confundir com cargo); 2) serviço de igual valor (mesma produtividade e
qualidade técnica); 3) mesmo empregador; 4) mesma localidade; 5) não existir diferença na função superior a 2 anos; 6) simultaneidade na prestação de serviços.
Se o seu Banco está organizado em quadro de carreira, não será possível a equiparação salarial.
O preenchimento dos requisitos deve ser analisado caso a caso. Por exemplo, mesma localidade deve ser entendido como mesmo município; o porte da agência bancária pode ser decisivo no quesito produtividade.
Assim, o ideal é que os bancários nessa situação busquem a orientação junto ao Sindicato.
Fonte: Seeb Campinas
Associados
Saúde: afastamento do trabalho Como proceder
Pergunta: Estou com problemas de saúde. Nunca utilizei os seviços do INSS, mas agora meu médico diz que é importante um afastamento para realizar tratamento, senão posso ter complicações. Como é que isso funciona? Como fica minha relação com o Banco?
Glossário
Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Doença Profissional: a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade Doença do Trabalho: é aquela adquirida ou desencadeada em função das condições especiais em que o trabalho é realizado Crivelli Advogados Associados
Fonte: Sindicato dos Bancários de Campinas.
Resposta: Os cuidados com a saúde são importantes para todos; temos visto pessoas protelarem tratamentos em função do serviço e acabarem se prejudicando.
Nosso conselho, portanto, é sempre seguir as recomendações de seu médico de confiança.
Os afastamentos de até 15 dias independem do INSS: o empregado entrega o atestado médico e o empregador responde pelo período. Quando há necessidade de afastamentos mais longos, entra em cena o INSS. Nesse caso, há basicamente dois tipos de afastamento: o causado por acidente do trabalho ou doença
profissional, e o afastamento por doença “normal”, não relacionada ao trabalho.
No caso da doença não relacionada ao trabalho, o empregado entra em gozo de “auxílio-doença previdenciário” e, se o afastamento for superior a seis meses, o bancário terá dois meses de estabilidade,
por força de nossa Convenção Coletiva de Trabalho.
No caso do acidente de trabalho, ou de doença profissional, o benefício é o “auxílio-doença acidentário”. Nesse caso, o Banco deve emitir uma CAT - Comunicado de Acidente do Trabalho; caso o Banco não o faça, você deve procurar o Sindicato para resguardar seus direitos. No auxílio-doença acidentário, a garantia de emprego após a alta é de um ano e há a manutenção dos depósitos de FGTS por
todo o período.
Em ambos os casos, a Convenção Coletiva da Categoria Bancária prevê a Complementação do Auxílio-Doença, por até 24 meses.
Em casos de dúvidas, ou para maiores detallhes, procure o Sindicato. 18-3271-3600..
Acidente do Trabalho: é o que ocorre pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Doença Profissional: a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade Doença do Trabalho: é aquela adquirida ou desencadeada em função das condições especiais em que o trabalho é realizado Crivelli Advogados Associados
Fonte: Sindicato dos Bancários de Campinas.
Preparação Campanha Salarial 2011: Encontro de Dirigentes Sindicais do Banco do Brasil em Jaú
No último dia 21/05 aconteceu na cidade de Jaú o encontro de dirigentes sindicais do Banco do Brasil para discussões e encaminhamentos de assuntos específicos dos funcionários do BB para serem levados à Diretoria do Banco através da Comissão de Empresa e também na Campanha Salarial dos Bancários 2011.
Foram debatidos vários assuntos como plano de carreiras e méritos, BB 2.0; PCR; funcionários incorporados; condições de trabalho; remuneração, saúde e previdência. A idéia é ter uma negociação permanente que irá ajudar a Comissão de Empresa a resolver as questões junto ao BB.
Com relação aos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa, que possuem o Economus (Saúde e Previdência), foi feita uma palestra pelo Sr. Keyton Pedreira, que acompanha esta entidade desde 2004. A ORIENTAÇÃO de Keyton é no sentido de que, quem ainda não tem o Previmais, ingressar o mais rápido possível, pois a Previ (BB) ainda não tem previsão. Segundo o mesmo não haverá risco, pois será possível a portabilidade. Outro ponto importante é optar pela porcentagem mais alta 8%, se possível, pois o empregador estará contribuindo também pela mesma porcentagem.
Tendo em vista o grande número de funcionários (ex BNC) que estão sendo transferidos para fora do Estado de São Paulo, faz-se necessário e com urgência, a unificação com a CASSI.
Tendo em vista o grande número de funcionários (ex BNC) que estão sendo transferidos para fora do Estado de São Paulo, faz-se necessário e com urgência, a unificação com a CASSI.
“Esta reunião foi muito importante. Outras acontecerão em outras regiões, para que possamos avançar nas reivindicações e também trazer o funcionário para discussão dos assuntos relativos ao seu dia a dia, saúde e previdência”,
Fiquem atentos ao chamado de seu Sindicato. Participe!!!
Encontro sobre assédio moral, saúde e condições de trabalho 13/05/2011
Realizado em 12 de Maio na cidade de Caraguatatuba - SP o Encontro de Saúde foi organizado pela Federação dos Bancários de SP/MS e reuniu os 24 sindicatos filiados a ela para discutir este assunto que afeta todos os trabalhadores de nossa categoria. A abertura foi feita por seu presidente e atual secretário de Emprego e Relações de Trabalho do Estado de São Paulo, Davi Zaia, que falou da importância do envolvimento dos sindicalistas nos assuntos polêmicos da categoria, possibilitando assim uma fiel leitura do sofrimento do trabalhador no seu dia-a-dia e os encaminhamentos necessários para a resolução dos problemas. Com mesas especificas e palestras direcionadas aos temas, a participação dos presentes foi bastante intensa e satisfatória, na opinião dos coordenadores. Com a coordenação de João Analdo e de Cido Roveroni, a Federação dos Bancários de SP/MS iniciou os trabalhos com vistas a Campanha Nacional 2011. Inovando mais uma vez, a federação colocou em prática o que foi discutido em sua reunião de diretoria, que apontava o sistema de Erbans como ultrapassado, pois com a execução de dois deles, os assuntos tornavam-se repetitivos. Decidiu-se pela realização de vários eventos, dividos por temas específicos, como “Assedio Moral, Saúde e condições de Trabalho”, debatido nessa ocasião (confira o calendário dos demais eventos). Após as apresentações/transparências das palestrantes Nahara Flavia Ribeiro, Olívia Brossi (Seeb Piracicaba) e Priscila Zaia que falaram sobre Assedio Moral, os quase 90 sindicalistas que compareceram ao encontro puderam discutir e analisar as situações expostas com os próprios palestrantes. O tema Saúde foi abordado por Thaise C.Gehm e Gustavo Moreno Frias (Seeb Campinas), que também instruíram os participantes para o preenchimento de CATs, direito dos lesionados / portadores de doenças ocupacionais e vitimas de assaltos, assuntos quase sempre ignorados pelos banqueiros. Por último e não menos importante a palestra Jurídica ministrada pela Doutora Tânia Mara Assis Sabino, que relatou experiências vividas, sugeriu formas de atuação contra o assédio moral, com modelos de denúncias e alertou sobre o perigo de exposição diária dos trabalhadores bancários. Devido o adiantado da hora, a coordenação submeteu à plenária um encaminhamento feito pelo diretor do Seeb Sorocaba, Ricardo Santos Filho, que contemplou os participantes, no sentido de reunir por entidade os apontamentos e sugestões de pauta para nossa minuta de reivindicação de 2011 e encaminhar via e-mail para a FEEB SP/MS. “Fomos felizes em mudar o modelo dos Erbans e esperamos tirar proveito das experiências vividas pelos sindicatos em todos os encontros agendados” comenta Roveroni. Para João Analdo “os debates propiciam polêmicas e divergências, e elas são necessárias para que as idéias saiam do papel e sejam colocadas em prática”. |
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