Com a participação de 216 delegados, representando 24 sindicatos filiados, a Federação dos Bancários de SP e MS realizou nos dias 30 de junho e 1º de julho a Conferência Interestadual na colônia de Suarão (Usceesp), em Itanhaém. Após intensos debates, foram aprovadas propostas sobre os quatro temas da Campanha Nacional 2011, que serão apresentadas na 13ª Conferência Nacional, a ser realizada nos dias 30 e 31 de julho em São Paulo. Entre as prioridades, cabe destacar: reajuste salarial de 13%, auxílio refeição, cesta alimentação e 13ª cesta equivalente ao salário mínimo nacional (R$ 545,00 para cada benefício), no que se refere ao tema Emprego e Remuneração. Na seqüência das palestras, seguimos com um debate que orientou, instruiu e abriu os olhos de todos para a realidade do Sistema Financeiro Brasileiro, que lucra em todas as situações. Tirando proveito da informatização, somada a globalização, os banqueiros colaboraram em muito com os números de 2009 que davam conta de que 15 Milhões de brasileiros não tem Carteira de Trabalho assinada e outros 8.4 Milhões estavam desempregados. Quando discutimos a igualdade de oportunidades, em 2009 as mulheres ganhavam 70% dos salários dos homens e os negros 60% dos salários dos brancos. Hoje nos bancos as mulheres ocupam no mínimo 50% do quadro de funcionários e os negros são poucos na categoria. Um número bastante alarmante apresentado pela Doutora Alejandra, mostram que em 2000 os correspondentes bancários eram 13.731 no território nacional. Em 2010 estes números avançaram para 165.228 estabelecimentos que realizam algum tipo de transação bancaria. Por conta disso, com mais de 5500 municípios em todo território nacional, pouco mais de 1900 deles são atendidos por bancos, mas em sua totalidade estão cobertos pelos correspondentes bancários. Quanto a Segurança Bancária, tornar lei municipal o projeto elaborado pela Contraf e CNTV que prevê a instalação de uma série de dispositivos nas agências. Sobre Saúde e Condições de Trabalho, a Conferência aprovou o acesso aos dados da reabilitação profissional e garantia de atendimento médico em todas as cidades. Quanto ao tema Sistema Financeiro Nacional, suspensão das resoluções do Banco Central que amplia as funções dos correspondentes bancários e regulamentação do artigo 192 da Constituição. A luta em defesa desses dois pontos será travada no Congresso Nacional. Para o presidente do Sindicato, Sidnei Corral, a Interestadual foi o penúltimo passo rumo à definição da Campanha 2011. “Agora, vamos à Conferência Nacional, fórum que irá fechar a pauta de reivindicações, construída inclusive com a participação da categoria via Consulta realizada em junho último”. Para subsidiar as discussões na Interestadual, que contou com a participação de delegados da base do Sindicato, houve duas palestras na manhã do primeiro dia: “Emprego e Remuneração”, com o economista Airton dos Santos, do DIEESE; e “Sistema Financeiro”, com a professora do Instituto de Economia da Unicamp, Maria Alejandra Madi. No período da tarde, foi apresentado o resultado da Consulta feita com 10.855 bancários, no início de junho.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
43% das mulheres já foram vítimas de violência doméstica, aponta pesquisa
| Quatro em cada dez mulheres brasileiras já foram vítimas de violência doméstica. O número consta do Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, divulgado na segunda-feira (4) pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese). O anuário reúne dados referentes à situação das mulheres no país. Os números sobre a violência doméstica, por exemplo, são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Pnad, 43,1% das mulheres já foram vítimas de violência em sua própria residência. Entre os homens, esse percentual é de 12,3%. Ainda segundo os números da Pnad de 2009 incluídos no anuário, de todas as mulheres agredidas no país, dentro e fora de casa, 25,9% foram vítimas de seus cônjuges ou ex-cônjuges. Dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres apontam ainda que o número de atendimentos feitos pela Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 cresceu 16 vezes de 2006 para 2010. Em 2006, foram feitos 46 mil atendimentos. Já no ano passado, foram 734 mil. Desse total, 108 mil atendimentos foram denúncias de crimes contra a mulher. Mais da metade desses crimes eram casos de violência. Fonte: Vinicius Konchinski - Agência Brasil |
segunda-feira, 4 de julho de 2011
ANIVERSARIANTES DO MES DE JULHO 2011
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.
| Dia | Associado | Agência/Banco | Cidade |
| 03 | Luciana Yumi Endo Pivotto | Bradesco | Presidente Vencesau |
| 05 | Écio Ricardo | Banco do Brasil – Pincesa Isabel | Presidente Venceslau |
| 06 | Daniela Facholli de Souza | Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-11 | Presidente Epitácio |
| 07 | Maria Elena Zambon Villas Boas | Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel | Santo Anastácio |
| 08 | Fabio Gomes da Silva | Bradesco | Presidente Epitácio |
| 09 | Sidnei de Paula Corral | Santander | Presidente Venceslau |
| 10 | Eder Junior Dominice Martins | Bradesco | Teodoro Sampaio/Rosana |
| 10 | Fabrício Fouyer Righeti | HSBC Bank Brasil | Presidente Venceslau |
| 14 | Osvaldo de Souza | Apos – Banco do Brasil | Presidente Venceslau |
| 18 | Anna Paula Cardoso de Lacerda | Banco do Brasil | Teodoro Sampaio |
| 22 | Durval Leite | Apos – Banco do Brasil | Presidente Venceslau |
| 23 | Adriana Penteado Staut Trava | Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel | Santo Anastácio |
| 25 | Fernanda Nunes Ribeiro da Costa | Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel | Presidente Venceslau |
| 25 | Antonio Carlos Dias | Santander | Teodoro Sampaio |
| 27 | Maruska de Azevedo Oliviera | Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-06 | Presidente Epitácio |
| 29 | André Wilson de Moraes Azevedo | Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-06 | Presidente Epitácio |
| 29 | João Marcos de Melo | Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel | Presidente Venceslau |
OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br
ACESSE O BLOG DO SINDICATO: seebpv.blogspot.com
Previdência assina acordo com bancos e vai receber R$ 135 milhões por ano
Bancos e Previdência Social acabaram com uma antiga querela e assinaram contrato estabelecendo a remuneração pela prestação de serviço de pagamento de benefícios concedidos anteriormente a 2010. Pelo acordo, as instituições financeiras pagarão R$ 135 milhões anuais ao governo.
O contrato, assinado na quinta-feira, dia 30 de junho, contempla benefícios concedidos antes de 2010 e que ficaram de fora da licitação realizada pelo governo em 2009. Por determinação do Tribunal de Contas da União, o leilão pôs fim à mamata dos banqueiros que recebiam cerca de R$ 250 milhões anuais para manter a folha de pagamento do INSS, uma das maiores do país.
Atualmente os bancos remuneram por benefícios concedidos a partir de janeiro de 2010. "O ganho mais importante é a inversão dos valores. Há quatro anos, o INSS remunerava os bancos para pagar os benefícios dos segurados. Hoje, nós fechamos um ciclo: agora, a rede bancária irá remunerar a Previdência Social pelos benefícios que são pagos todos os meses", comemorou Mauro Luciano Hauschild, presidente do INSS e que foi signatário, junto às instituições financeiras, do compromisso.
Os bancos pagam para manter folhas de pagamento porque, na prática, os trabalhadores funcionam como novos correntistas agregados, para os quais é possível vender produtos e oferecer crédito. No caso dos pensionistas do INSS, os bancos têm ainda mais vantagens, pois oferecem crédito consignado, fonte de lucros com quase nenhum risco de inadimplência.
Em 2010, o INSS recebeu R$ 19,7 milhões pagos pelas instituições financeiras. Até junho de 2011 a receita já chegou aos R$ 26,9 milhões.
Fonte: Seeb São Paulo
O contrato, assinado na quinta-feira, dia 30 de junho, contempla benefícios concedidos antes de 2010 e que ficaram de fora da licitação realizada pelo governo em 2009. Por determinação do Tribunal de Contas da União, o leilão pôs fim à mamata dos banqueiros que recebiam cerca de R$ 250 milhões anuais para manter a folha de pagamento do INSS, uma das maiores do país.
Atualmente os bancos remuneram por benefícios concedidos a partir de janeiro de 2010. "O ganho mais importante é a inversão dos valores. Há quatro anos, o INSS remunerava os bancos para pagar os benefícios dos segurados. Hoje, nós fechamos um ciclo: agora, a rede bancária irá remunerar a Previdência Social pelos benefícios que são pagos todos os meses", comemorou Mauro Luciano Hauschild, presidente do INSS e que foi signatário, junto às instituições financeiras, do compromisso.
Os bancos pagam para manter folhas de pagamento porque, na prática, os trabalhadores funcionam como novos correntistas agregados, para os quais é possível vender produtos e oferecer crédito. No caso dos pensionistas do INSS, os bancos têm ainda mais vantagens, pois oferecem crédito consignado, fonte de lucros com quase nenhum risco de inadimplência.
Em 2010, o INSS recebeu R$ 19,7 milhões pagos pelas instituições financeiras. Até junho de 2011 a receita já chegou aos R$ 26,9 milhões.
Fonte: Seeb São Paulo
Médicos de São Paulo decidem não atender dez operadoras a partir de agosto
Por: Bruno Bocchini, Agência Brasil
Publicado em 01/07/2011, 16:38
Última atualização às 16:59
Médicos de SP decidem boicotar atendimento a planos de saúde até que tabela seja reajustada (Foto: ©cremesp.org.br/reprodução
São Paulo – Os médicos do estado de São Paulo decidiram suspender o atendimento aos usuários de dez planos de saúde. Segundo a categoria, o valor pago pelas consultas é baixo e é necessário reajustá-lo. Se não houver mudanças no quadro atual, a paralisação deve ser deflagrada a partir do início de agosto.
A decisão vai atingir os seguintes planos de saúde: Gama Saúde, Green Line, Intermédica, Abet (Telefônica), Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil), Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Embratel, Notredame e Porto Seguro.
A categoria reivindica R$ 80 por consulta e regularização dos contratos com as operadoras com a inclusão de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Em assembleia na noite de quinta-feira (30), os médicos também decidiram suspender o atendimento de usuários de operadoras que pagam menos de R$ 25 por consulta. Os casos de urgência e emergência serão atendidos.
O movimento é liderado pela Associação Paulista de Medicina (APM), pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelos sindicatos dos médicos.
A paralisação será feita por especialidade. Toda semana, os médicos de cada uma das 53 especialidades vão deixar de atender os usuários dos dez planos. As suspensões no atendimento devem durar 72 horas por vez.
“É fundamental que preservemos os direitos dos pacientes. Por isso, a paralisação será escalonada. Ao mesmo tempo, seremos firmes com as empresas que ignoram nossas tentativas de diálogo, o que consideramos atitude de desrespeito à classe médica”, disse o presidente da APM, Jorge Carlos Machado Curi.
Inflação perde força em São Paulo em junho
Índice registrado na capital paulista ficou praticamente estável no mês
São Paulo - A inflação na cidade de São Paulo encerrou o mês de junho estável (alta de 0,01%), de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado na segunda 4 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Em maio, o índice tinha registrado alta de 0,31%.
Justiça manda BB reintegrar bancária de 63 anos
Trabalhadora foi demitida logo após período de experiência sob justificativa de não ter bom desempenho
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