sexta-feira, 8 de julho de 2011

08.JUL.2011 – CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – REUNIÃO TÉCNICA

Ocorreu  quinta-feira (07/07/2011) a Reunião Técnica para tratar das distorções na Nova Estrutura Salarial – Carreira Profissional (Advogados, Engenheiros, Arquitetos, Economistas, Médicos, Psicólogos e outros) na Matriz II da Caixa Econômica Federal em Brasília (DF).
Participaram da Reunião Técnica, como convidados, representantes da ADVOCEF e ANEAC.
Os representantes da CAIXA, ao iniciarem a reunião, fizeram uma exposição histórica sobre o PCS89, PCS98, incorporações de vantagens pessoais e de cargo de assistente ao teto ocorridas, suas regras, processo de migração, reaberturas para migração até 2009/2010, quando houve a negociação sobre a Tabela Salarial da Carreira Profissional após greve de 51 dias.
Depois ressaltaram que a CAIXA sempre teve “Regras” definidas para a migração aos novos planos.
A CAIXA disse não haver distorções mas entende que há diferenças e que sempre haverá alguém descontente, que com o NES esperava que houvesse isonomia.
Em 01.04.2010 na reabertura de migração, que aconteceu sem efeitos pretéritos, tinha requisito reconhecidamente pelo mérito, antes da promoção da NES.
A CAIXA finalizou a exposição dizendo que entende não haver distorções, mas sim diferenças.
Os representantes da ANEAC apresentaram um estudo técnico em planilhas da situação desde novembro de 2006 mostrando a situação anterior à implantação da Nova Estrutura Salarial ocorrida em dezembro de 2006. Apresentou um quadro com a situação dos admitidos em 2003 e 2002. Apontou diferenças de referência num percentual de 1,86%. Outra situação comparativa foi nas regras do PCS98, se tivessem sido mantidas e os profissionais admitidos em 2003 tivessem sido promovidos a Sênior como foram os de 2002, não teria a diferença salarial de 1,87%, uma referência.
Com a mudança das regras do PCS98, e promoção a Sênior apenas dos profissionais admitidos em 2002, a diferença foi de 13,95%.
Foi apresentada planilha sobre a situação em 2008 a situação dos profissionais admitidos em 2002 (Sênior) e 2003 (Pleno) que optaram por permanecer no PCS98 original, gerou diferença de 13,94%.
A situação em junho de 2008 para profissionais admitidos em 2003 que não foram promovidos a Sênior e optaram por permanecer no PCS98 original e os profissionais admitidos em 2002 que foram promovidos a Sênior e optaram por migrar para NES, gerou a diferença de 22,77%.
A ANEAC detalhou sua proposta de correção que engloba admitidos entre 2000 e 2006.
Os representantes da ADVOCEF, entendem que a correção não pode se limitar aos admitidos entre 2000 e 2006 deixando de fora os demais profissionais, informaram que já haviam apresentado estudos técnicos das distorções salariais e pedido de correção, mas a CAIXA havia recusado discutir a proposta, que entendem que somente uma unificação de fato da carreira, com incorporação do ATS e VPTS ao teto da tabela e do cargo de assistente ao piso, incorporação já realizada pela CAIXA na 2006 em NES com outras parcelas, com novo encarreiramento por tempo de serviço, respeitadas as promoções de 2009 e 2010, poderia solucionar as “diferenças” e que entende que só um grupo de trabalho paritário, entre a CAIXA e a CONTEC poderia fazer estudos e simulações para corrigir as diferenças.
Os representantes da CAIXA disseram que a reunião era para entender melhor a proposta feita pelos representantes da ANEAC e que após esclarecimento que apontou as distorções, levaria à Mesa de Negociação da CAIXA, para elucidação dos estudos apresentados e os debates que houveram.
Feitos os esclarecimentos a CONTEC buscará na mesa permanente discutir a criação deste grupo de trabalho.
Participaram da reunião pela CONTEC: Rumiko Tanaka, e como convidados pela ADVOCEF: Dr. Carlos Alberto Regueira de Castro, Dr. Gryecos Attom Valente Loureiro e Dr. Marcelo Dutra Victor, pela ANEAC: Dra. Ana Cristina Gomes dos Santos e Dra. Fernanda Teodoro Pontes.



Diretoria Executiva da CONTEC

quarta-feira, 6 de julho de 2011

CONFERÊNCIA INTERESTADUAL 2011. FEDERAÇÃO DOS BANCÁRIOS DE SP/MS - realizado no dia 30 de junho e 1° de julho

Com a participação de 216 delegados, representando 24 sindicatos filiados, a Federação dos Bancários de SP e MS realizou nos dias 30 de junho e 1º de julho a Conferência Interestadual na colônia de Suarão (Usceesp), em Itanhaém. Após intensos debates, foram aprovadas propostas sobre os quatro temas da Campanha Nacional 2011, que serão apresentadas na 13ª Conferência Nacional, a ser realizada nos dias 30 e 31 de julho em São Paulo. Entre as prioridades, cabe destacar: reajuste salarial de 13%, auxílio refeição, cesta alimentação e 13ª cesta equivalente ao salário mínimo nacional (R$ 545,00 para cada benefício), no que se refere ao tema Emprego e Remuneração. Na seqüência das palestras, seguimos com um debate que orientou, instruiu e abriu os olhos de todos para a realidade do Sistema Financeiro Brasileiro, que lucra em todas as situações. Tirando proveito da informatização, somada a globalização, os banqueiros colaboraram em muito com os números de 2009 que davam conta de que 15 Milhões de brasileiros não tem Carteira de Trabalho assinada e outros 8.4 Milhões estavam desempregados. Quando discutimos a igualdade de oportunidades, em 2009 as mulheres ganhavam 70% dos salários dos homens e os negros 60% dos salários dos brancos. Hoje nos bancos as mulheres ocupam no mínimo 50% do quadro de funcionários e os negros são poucos na categoria. Um número bastante alarmante apresentado pela Doutora Alejandra, mostram que em 2000 os correspondentes bancários eram 13.731 no território nacional. Em 2010 estes números avançaram para 165.228 estabelecimentos que realizam algum tipo de transação bancaria. Por conta disso, com mais de 5500 municípios em todo território nacional, pouco mais de 1900 deles são atendidos por bancos, mas em sua totalidade estão cobertos pelos correspondentes bancários. Quanto a Segurança Bancária, tornar lei municipal o projeto elaborado pela Contraf e CNTV que prevê a instalação de uma série de dispositivos nas agências. Sobre Saúde e Condições de Trabalho, a Conferência aprovou o acesso aos dados da reabilitação profissional e garantia de atendimento médico em todas as cidades. Quanto ao tema Sistema Financeiro Nacional, suspensão das resoluções do Banco Central que amplia as funções dos correspondentes bancários e regulamentação do artigo 192 da Constituição. A luta em defesa desses dois pontos será travada no Congresso Nacional. Para o presidente do Sindicato, Sidnei Corral, a Interestadual foi o penúltimo passo rumo à definição da Campanha 2011. “Agora, vamos à Conferência Nacional, fórum que irá fechar a pauta de reivindicações, construída inclusive com a participação da categoria via Consulta realizada em junho último”. Para subsidiar as discussões na Interestadual, que contou com a participação de delegados da base do Sindicato,  houve duas palestras na manhã do primeiro dia: “Emprego e Remuneração”, com o economista Airton dos Santos, do DIEESE; e “Sistema Financeiro”, com a professora do Instituto de Economia da Unicamp, Maria Alejandra Madi. No período da tarde, foi apresentado o resultado da Consulta feita com 10.855 bancários, no início de junho.

43% das mulheres já foram vítimas de violência doméstica, aponta pesquisa

Quatro em cada dez mulheres brasileiras já foram vítimas de violência doméstica. O número consta do Anuário das Mulheres Brasileiras 2011, divulgado na segunda-feira (4) pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do governo federal e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos (Dieese).

O anuário reúne dados referentes à situação das mulheres no país. Os números sobre a violência doméstica, por exemplo, são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a Pnad, 43,1% das mulheres já foram vítimas de violência em sua própria residência. Entre os homens, esse percentual é de 12,3%.

Ainda segundo os números da Pnad de 2009 incluídos no anuário, de todas as mulheres agredidas no país, dentro e fora de casa, 25,9% foram vítimas de seus cônjuges ou ex-cônjuges.

Dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres apontam ainda que o número de atendimentos feitos pela Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180 cresceu 16 vezes de 2006 para 2010. Em 2006, foram feitos 46 mil atendimentos. Já no ano passado, foram 734 mil.

Desse total, 108 mil atendimentos foram denúncias de crimes contra a mulher. Mais da metade desses crimes eram casos de violência.


Fonte: Vinicius Konchinski - Agência Brasil

segunda-feira, 4 de julho de 2011

ANIVERSARIANTES DO MES DE JULHO 2011










 
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia
Associado
Agência/Banco
Cidade
03
Luciana Yumi Endo Pivotto
Bradesco
Presidente Vencesau
05
Écio Ricardo
Banco do Brasil – Pincesa Isabel
Presidente Venceslau
06
Daniela Facholli de Souza
Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-11
Presidente Epitácio
07
Maria Elena Zambon Villas Boas
Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel
Santo Anastácio
08
Fabio Gomes da Silva
Bradesco
Presidente Epitácio
09
Sidnei de Paula Corral
Santander
Presidente Venceslau
10
Eder Junior Dominice Martins
Bradesco
Teodoro Sampaio/Rosana
10
Fabrício Fouyer Righeti
HSBC Bank Brasil
Presidente Venceslau
14
Osvaldo de Souza
Apos – Banco do Brasil
Presidente Venceslau
18
Anna Paula Cardoso de Lacerda
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
22
Durval Leite
Apos – Banco do Brasil
Presidente Venceslau
23
Adriana Penteado Staut Trava
Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel
Santo Anastácio
25
Fernanda Nunes Ribeiro da Costa
Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
25
Antonio Carlos Dias
Santander
Teodoro Sampaio
27
Maruska de Azevedo Oliviera
Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-06
Presidente Epitácio
29
André Wilson de Moraes Azevedo
Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-06
Presidente Epitácio
29
João Marcos de Melo
Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau

OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br
ACESSE O BLOG DO SINDICATO: seebpv.blogspot.com

Previdência assina acordo com bancos e vai receber R$ 135 milhões por ano

Bancos e Previdência Social acabaram com uma antiga querela e assinaram contrato estabelecendo a remuneração pela prestação de serviço de pagamento de benefícios concedidos anteriormente a 2010. Pelo acordo, as instituições financeiras pagarão R$ 135 milhões anuais ao governo.


O contrato, assinado na quinta-feira, dia 30 de junho, contempla benefícios concedidos antes de 2010 e que ficaram de fora da licitação realizada pelo governo em 2009. Por determinação do Tribunal de Contas da União, o leilão pôs fim à mamata dos banqueiros que recebiam cerca de R$ 250 milhões anuais para manter a folha de pagamento do INSS, uma das maiores do país.


Atualmente os bancos remuneram por benefícios concedidos a partir de janeiro de 2010. "O ganho mais importante é a inversão dos valores. Há quatro anos, o INSS remunerava os bancos para pagar os benefícios dos segurados. Hoje, nós fechamos um ciclo: agora, a rede bancária irá remunerar a Previdência Social pelos benefícios que são pagos todos os meses", comemorou Mauro Luciano Hauschild, presidente do INSS e que foi signatário, junto às instituições financeiras, do compromisso.


Os bancos pagam para manter folhas de pagamento porque, na prática, os trabalhadores funcionam como novos correntistas agregados, para os quais é possível vender produtos e oferecer crédito. No caso dos pensionistas do INSS, os bancos têm ainda mais vantagens, pois oferecem crédito consignado, fonte de lucros com quase nenhum risco de inadimplência.


Em 2010, o INSS recebeu R$ 19,7 milhões pagos pelas instituições financeiras. Até junho de 2011 a receita já chegou aos R$ 26,9 milhões.


Fonte: Seeb São Paulo

Médicos de São Paulo decidem não atender dez operadoras a partir de agosto

Por: Bruno Bocchini, Agência Brasil

Publicado em 01/07/2011, 16:38
Última atualização às 16:59
  
Médicos de São Paulo decidem não atender dez operadoras a partir de agosto
Médicos de SP decidem boicotar atendimento a planos de saúde até que tabela seja reajustada (Foto: ©cremesp.org.br/reprodução
São Paulo – Os médicos do estado de São Paulo decidiram suspender o atendimento aos usuários de dez planos de saúde. Segundo a categoria, o valor pago pelas consultas é baixo e é necessário reajustá-lo. Se não houver mudanças no quadro atual, a paralisação deve ser deflagrada a partir do início de agosto.
A decisão vai atingir os seguintes planos de saúde: Gama Saúde, Green Line, Intermédica, Abet (Telefônica), Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil), Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Embratel, Notredame e Porto Seguro.
A categoria reivindica R$ 80 por consulta e regularização dos contratos com as operadoras com a inclusão de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Em assembleia na noite de quinta-feira (30), os médicos também decidiram suspender o atendimento de usuários de operadoras que pagam menos de R$ 25 por consulta. Os casos de urgência e emergência serão atendidos.
O movimento é liderado pela Associação Paulista de Medicina (APM), pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelos sindicatos dos médicos.
A paralisação será feita por especialidade. Toda semana, os médicos de cada uma das 53 especialidades vão deixar de atender os usuários dos dez planos. As suspensões no atendimento devem durar 72 horas por vez.
“É fundamental que preservemos os direitos dos pacientes. Por isso, a paralisação será escalonada. Ao mesmo tempo, seremos firmes com as empresas que ignoram nossas tentativas de diálogo, o que consideramos atitude de desrespeito à classe médica”, disse o presidente da APM, Jorge Carlos Machado Curi.

Inflação perde força em São Paulo em junho

Índice registrado na capital paulista ficou praticamente estável no mês

São Paulo - A inflação na cidade de São Paulo encerrou o mês de junho estável (alta de 0,01%), de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado na segunda 4 pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Em maio, o índice tinha registrado alta de 0,31%.

O IPC/Fipe mede a variação de preços para o consumidor na cidade de São Paulo com base nos gastos de quem ganha de um a vinte salários mínimos.Os grupos alimentação e transportes apresentaram queda. Na alimentação, os preços recuaram 0,58%, ante alta de 0,19%, em maio. No setor de transportes, que apresentou alta de 0,19% em maio, registrou queda de 0,90% em junho.Os demais cinco grupos apresentaram alta, repetindo comportamento verificado em maio. Em habitação, a variação foi 0,35%. Em despesas pessoais, a alta foi 0,74% e, em vestuário, 1,14%. Os grupos de saúde e educação, apesar de registrarem inflação, apresentaram índices inferiores na comparação ao mês anterior. Em saúde, houve variação de 0,31% em junho, menos do que em maio (0,69%). Em educação, o índice diminuiu de 0,10% para 0,06% no período.Brasil - Já o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) diminuiu em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) também em junho. De acordo com dados divulgados na mesma segunda 4, o recuo mais intenso foi observado em Recife, cuja taxa passou de 0,36%, na semana encerrada em 22 de junho, para 0,08%, na semana de 30 de junho.O IPC-S é medido semanalmente pela FGV e registra as variações de preços no período de um mês em sete capitais brasileiras.A capital pernambucana houve decréscimo em seis das sete classes de despesa que compõem o índice, principalmente nos grupos alimentação, que passou de alta de 0,40% no levantamento anterior para queda de 0,11%; e habitação, cuja taxa diminuiu de 0,56% para 0,29% no mesmo período.As demais capitais que tiveram redução no IPC-S foram Salvador (de –0,08% para –0,15%); Brasília (de 0,30% para 0,16%); Belo Horizonte (de 0,08% para 0,07%) e Rio de Janeiro (de –0,07% para –0,19%).Apenas em Porto Alegre (de –0,52% para –0,40%) e em São Paulo (de –0,29% para –0,26%), capital com maior peso na formação do IPC-S, houve aumento nas taxas, com redução menos intensa nos preços entre as duas semanas.Para o conjunto das sete capitais, o IPC-S fechou o mês de junho com deflação de 0,18%, puxada pelos alimentos, que registraram queda de 1,03% nos preços. Os destaques foram as hortaliças e os legumes (-3,99%) e as frutas (-7,02%).


Redação, com informações da Agência Brasil - 04/07/2011