sexta-feira, 22 de julho de 2011

Com a compensação digital, Contraf-CUT cobra manutenção dos empregos

  
Está em vigor, desde terça-feira (19), a compensação digital por imagem, processo que elimina o tráfego físico do cheque no sistema de compensação. Pelo novo sistema, o banco captura a imagem e as informações contidas no cheque de maneira digital. Por meio de um arquivo eletrônico, será feita a troca entre as instituições do sistema financeiro. A medida havia sido tomada no final de maio. Os bancos tiveram 60 dias para adaptar seus sistemas às novas regras.

Diante da eliminação do trâmite para compensação do cheque em papel, a situação de muitos trabalhadores ainda está indefinida, sem nova colocação. A Contraf-CUT reitera sua posição e exige a manutenção dos empregos e direitos dos trabalhadores atingidos pela mudança. 

"Estamos cobrando todos os bancos para que os funcionários atingidos pelas mudanças sejam realocados para outros departamentos ou para a rede de agências, a fim de que tenham seus empregos e direitos preservados", afirma o secretário de Organização do Ramo Financeiro da Contraf-CUT, Miguel Pereira.

Para ele, a relação entre trabalho e tecnologia deve ser harmonizada. "Nós acreditamos que responsabilidade social se faz por meio da harmonia entre estes dois elementos, tendo como perspectiva uma sociedade mais justa e humana. As pessoas precisam ser colocadas em primeiro lugar", avalia Miguel.

Apesar de eliminar o trâmite com o papel, a diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ana Tércia Sanches, explica que serão geradas novas etapas de trabalho nas agências. A truncagem elimina a troca física do cheque e a captura da imagem é feita na boca do caixa ou nos terminais de autoatendimento. Neste último caso, a digitalização será feita posteriormente, na retaguarda. 

"São tarefas que exigirão mais funcionários e, portanto, haverá vagas para aproveitar os trabalhadores da compensação atingidos com a mudança. Isso sem contar que as unidades, antes das alterações, já vêm sofrendo com sobrecarga de trabalho", afirma a dirigente sindical. 

Ana Tércia defende que haja um processo de adaptação no momento de realocar os trabalhadores às novas funções. "Essas pessoas têm de ser absorvidas pelos setores dos bancos, treinadas e com tempo para poder se adaptar às novas funções e ao próprio horário de expediente, uma vez que a maioria trabalhava nos períodos noturnos e madrugada e passarão para o diurno", afirma Ana Tércia. 

Mais redução de custos para os bancos

Os bancos vão ganhar milhões de reais com o novo sistema de compensação. Segundo o coordenador do Comitê Gestor do Comitê de Transporte Compartilhado de Malote da Febraban, Dario Antonio Ferreira Neto, o novo processo deve proporcionar uma economia de aproximadamente R$ 100 milhões por ano aos bancos, com a diminuição de mil roteiros terrestres e 50 aéreos.

Com a compensação digital por imagem, o prazo para a compensação foi reduzido. No caso de valores inferiores a R$ 299,99, o período caiu para dois dias; e valores acima de R$ 300, para apenas um dia. O maior ganho é para as regiões de difícil acesso do país, onde a compensação demorava até 20 dias úteis.

Do ponto de vista do cliente, a redução do tempo é positiva porque no intervalo, entre o débito da conta corrente do emitente e o crédito na respectiva conta do depositante, os recursos ficavam à disposição do banco, alerta Miguel. Independentemente de quanto tempo levava para o crédito ser feito, imediatamente era lançado o débito na conta corrente do emitente. 

"Apesar dos pontos positivos, é preciso reafirmar que, mesmo com todas estas inovações tecnológicas, os bancos possuem todas as condições de manter o nível de emprego da categoria, seja para melhorar o atendimento, seja para garantir melhores condições de trabalho, de forma a diminuir as causas de doenças profissionais", conclui Miguel.


Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo

Contraf-CUT aponta falta de coragem ao Copom para reduzir taxa Selic

                                                                                                                                                                                                                             Faltou coragem ao Comitê de Política Monetária (Copom) para enfrentar a chantagem do mercado financeiro e não ceder

 à pressão por novo aumento dos juros da economia. Na reunião encerrada no início da noite desta quarta-feira (20), o Copom anunciou outro reajuste de 0,25% da taxa Selic, passando-a de 12,25% para 12,50% ao ano. 

"O quinto aumento consecutivo da Selic em 2011 é um grave equívoco que está comprometendo o crescimento econômico deste ano, com implicações negativas na geração de emprego e na renda do trabalhador", critica o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. Para ele, "aumentar os juros não se trata de uma decisão técnica ou uma escolha para não desapontar o mercado, mas trata-se de uma medida que afeta o emprego, o salário, as políticas públicas e sociais da população brasileira, duramente atingida a cada aumento da taxa". "Se a justificativa do processo de elevação da taxa é o controle da inflação, a decisão vai na contramão dos principais indicadores econômicos", observa o dirigente sindical. Dados divulgados pelo IBGE, nesta quarta-feira, apontam que o IPCA-15 voltou a desacelerar no mês de julho e tem a menor taxa em 11 meses: 0,10% este mês, ante 0,23% em junho, na menor taxa desde agosto do ano passado (-0,05%), sendo a terceira desaceleração seguida. Outros dois índices apontam para a mesma tendência de deflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 0,22% em junho, abaixo do índice registrado em maio, que foi 0,57%. O Índice do Custo de Vida (ICV), calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) no município de São Paulo, registrou em junho a primeira deflação em mais de três anos: -0,34%. O Dieese chama a atenção para a queda da taxa anualizada dos dois últimos meses, de 7,33% em abril para 7,21% em maio e 6,82% em junho. Segundo o Dieese, "não há uma disseminação da inflação", que é constituída basicamente pelos "aumentos nos preços públicos e/ou administrados, e por alguns itens de mercado que normalmente são reajustados apenas uma vez ao ano e já sofreram tais altas. Há uma reacomodação dos preços após surtos sazonais, sobretudo nos produtos agrícolas". "O Copom ignorou todos esses indicadores e se baseou unicamente na pesquisa Focus, divulgada ontem pelo Banco Central, que projeta elevação da inflação e conspira contra o crescimento sustentável do País, buscando o lucro a qualquer custo", lamenta Carlos Cordeiro. A alta da Selic é um problema e deve ser combatida, pois penaliza os mais pobres na medida em que significa transferência de renda para os detentores de títulos públicos. "Cada ponto percentual da Selic representa aproximadamente R$ 19 bilhões no crescimento da dívida pública. Esses recursos deveriam ser destinados para investimentos em programas que levem ao desenvolvimento econômico e à geração de emprego e renda", propõe Carlos Cordeiro.Para o dirigente da Contraf-CUT, além das metas de inflação, o BC deveria fixar também metas sociais, como o aumento do emprego e da renda dos trabalhadores e a redução das desigualdades sociais do país. "Para isso, é fundamental ampliar o Conselho Monetário Nacional, de forma a contemplar a participação da sociedade civil organizada na discussão dos rumos da economia", destaca."É preciso acabar com esse nefasto programa de transferência de renda da sociedade brasileira. Quebrar essa lógica é uma obrigação do governo eleito pelas forças populares e democráticas. Essa política do Copom concentra riqueza, freia o desenvolvimento e empobrece a nação", diz Carlos Cordeiro.O histórico de elevações das taxas neste ano revela aumentos em janeiro (de 10,75% para 11,25%), em março (para 11,75%), em abril (para 12%), em junho (para 12,25%) e agora em julho (para 12,50%).Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 21 de julho de 2011

TST indeniza ex-bancário por sofrer penalidade após ter inocência comprovada

Um ex-caixa do antigo Banco do Estado do Paraná (Banestado) deverá receber indenização por dano moral no valor de 20 salários (cerca de R$ 24 mil à época de sua demissão, em 2001) por ter sofrido penalidades durante dois meses, mesmo após comprovada sua inocência no pagamento de cheque clonado no valor de R$ 39 mil. 

A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) não conheceu recurso do Itaú Unibanco, que adquiriu o Banestado por ocasião da privatização em outubro de 2000, e manteve a condenação de primeira e segunda instâncias. 

De acordo com o processo, o trabalhador foi admitido no Banestado em setembro de 1997. Em agosto de 2001, ele pagou um cheque clonado no valor de R$ 39 mil reais. Embora o saque de cheques acima de R$ 3 mil só ocorresse com a autorização prévia da tesouraria do banco, ele foi afastado da função de caixa e passou a executar atividades de serviços gerais, como o transporte de móveis, objetos, bebedouros e utensílios de escritórios. 

Após a investigação do crime, ficou comprovado que não houve qualquer participação do bancário no delito. Descobriu-se, inclusive, que o responsável pela clonagem do cheque não tinha ligação alguma com o banco ou com o trabalhador. Mesmo assim, o bancário não retornou à sua função original e continuou a exercer as atividades de serviços gerais, até ser demitido em outubro de 2001. 

A Terceira Vara do Trabalho de Londrina (PR), que julgou a ação trabalhista ajuizada pelo bancário logo após a demissão, apurou que, até o seu desligamento, ele foi alvo de humilhação dos colegas de trabalho, que continuaram atribuindo a sua mudança de função ao pagamento do cheque clonado. 

Para o juízo de primeiro grau, o ex-caixa teve sua reputação abalada, o que lhe daria direito a reparação por dano moral. 

O Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) manteve a condenação com o entendimento de que houve "conduta dolosa" por parte do banco, com a "clara intenção" de dispensar o trabalhador. "Não lhe dedicavam mais a mesma confiança, a despeito deste não ter concorrido com dolo ou culpa pelo pagamento indevido do cheque", ressaltou o TRT. 

O banco recorreu ao TST. O ministro Lelio Bentes Corrêa, relator do recurso de revista na Primeira Turma do TST, destacou que ficou configurada no processo a responsabilidade civil do banco, "uma vez que o exame das provas produzidas nos autos permitiu ao Tribunal Regional concluir pela demonstração de abalo de reputação", bem como do nexo de casualidade entre a conduta do banco e o dano causado ao trabalhador. 


Fonte: TST

terça-feira, 19 de julho de 2011

Saúde Caixa e Cassi evitam falta de atendimento médico em São Paulo

  
A paralisação dos médicos que atendem planos de saúde não afetará os bancários da Caixa Federal e nem do Banco do Brasil. O Saúde Caixa e a Cassi do BB estão negociando reajuste na tabela dos profissionais e não terão o atendimento interrompido, conforme divulgado pelas associações que representam os médicos.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo agiu procurando os planos para evitar transtorno para os usuários. 

A paralisação, por tempo indeterminado, foi decida em assembleia dos médicos e afetará apenas uma especialidade médica por vez nos planos Gama Saúde, Green Line, Intermédica, ABET (da Telefônica), Companhia de Engenharia de Tráfego e Notredame.

Os médicos reivindicam o valor de R$ 80 por consulta. Hoje, recebem em média R$ 30. A categoria cobra ainda a inserção, no contrato com as operadoras, de uma cláusula que preveja reajuste anual nos honorários com base no índice de aumento das mensalidades dos usuários autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).


Fonte: Seeb São Paulo

Bandeira nacional de cartões chega ao consumidor com tarifa similar a estrangeira

  
A bandeira de cartões Elo começa a chegar ao comércio e às mãos do consumidor. Desde abril, quando Bradesco, Banco do Brasil e Caixa anunciaram o lançamento da marca nacional para competir com as estrangeiras Visa e Mastercard, foram emitidas 250 mil unidades, entre crédito, débito e pré-pagos. 

Ao longo do mês, os lojistas foram informados sobre as condições para receber o pagamento dos seus clientes com a bandeira e a conclusão é que as tarifas por transação se assemelham àquelas cobradas para capturar as duas internacionais dominantes. Para se ter uma ideia, no crédito, a taxa média cobrada pela Cielo, a rede que vai capturar o Elo, era de 1,22% no primeiro trimestre, e, no débito, de 0,76%.

A taxa de intercâmbio - a parcela da transação que fica com os bancos emissores dos cartões - também não fica atrás, apesar da expectativa do governo de que os custos de toda a cadeia de pagamentos com cartões fossem reduzidos com a criação de uma bandeira nacional. 

"A expectativa é de que o Elo leve mais negócios para os estabelecimentos comerciais. Só que, para ser mais barato do que Visa e MasterCard, depende da escala que vai atingir", diz Jair Scalco, presidente da Elo Serviços, a holding que abriga a nova bandeira. 

"O cartão é ainda embrionário, será preciso levantar toda a estrutura de custos para que tenha tal viés. Mas vai ser distribuído por grandes bancos." A expectativa é que o negócio Elo atinja o equilíbrio já no ano que vem.

Na largada, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa estão distribuindo o Elo para novos correntistas. "Os bancos ainda não estão oferecendo a bandeira na própria base", diz Scalco. Segundo o executivo, em todos os Estados da federação o Elo já foi capturado. A rede de Point of Sale (POS, na sigla em inglês, as maquininhas leitoras de cartões) da Cielo, com 1,2 milhão de estabelecimentos comerciais, está pronta para capturar o Elo.

A Caixa não só terá participação de um terço na recém-criada bandeira de cartões Elo, como também costura com BB e Bradesco a criação de uma nova empresa, para acomodar o negócio de pré-pagos. Como não tem fatias na Companhia Brasileira de Soluções e Serviços (CBSS), operação compartilhada por BB e Bradesco, o banco federal nunca teve interesse em distribuir os vouchers alimentação e refeição Visa Vale, que ficam sob guarda-chuva CBSS, mas tem a intenção de colocar na rede o similar Elo Vale.

A ideia é, num horizonte de cinco anos, construir uma participação próxima de 10% no segmento de pré-pagos, segundo o vice-presidente da Caixa, Márcio Percival. Na tomada de decisões, a instituição já teria, porém, na largada um peso referente à proporção que pretende atingir no negócio. Ainda está sendo discutido se essa nova estrutura ficará ou não debaixo da CBSS, que, por sua vez, compõe uma das caixas no intricado desenho da Elo Participações, a holding controladora do casamento Bradesco e BB no projeto de cartões. A Caixa entrará na holding que administra a bandeira e na empresa de pré-pagos.

"A Caixa é o banco preferencial de Estados e municípios, já detém a folha de pagamentos e a ideia é oferecer aos clientes pessoa jurídica o cartão vale refeição, alimentação e de combustíveis", diz Percival. "O banco mapeou a rede e identificou uma grande quantidade de empresas que não usam o vale refeição. O potencial é enorme."

Por ora, está descartado o aumento da participação do banco federal na Cielo, como se chegou a cogitar em agosto do ano passado, quando a Caixa anunciou que se uniria a Bradesco e BB no projeto da nova bandeira nacional. Hoje, a instituição detém fatia de 1,14% na rede de captura de transações. "Não há como viabilizar isso, não vamos a mercado comprar as ações da Cielo, teria que ser um leilão público, está fora da pauta", afirma Percival. O banco mantém com a Cielo um acordo na área de credenciamento de lojista, em que é remunerado pelos estabelecimentos que indica para filiação.

Na Elo Participações Bradesco e BB investiram cerca de R$ 9,5 milhões cada. A estrutura ainda vai contar com a criação de um banco, que será responsável pela emissão do Elo Card, vendido para não correntistas por meio da promotora Ibi, que o Bradesco transferiu para a CBSS. Por enquanto, em Sergipe, aonde há um piloto desse tipo de oferta, a emissão fica com o Banco Ibi, explica o diretor da Bradesco Cartões, Cesário Nakamura. Depois, a carteira será transferida para o novo banco.

Na ata da assembleia, publicada no Diário Oficial, Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente de Cartões e Novos Negócios do BB é que foi nomeado o presidente da Elo Participações.


Fonte: Adriana Cotias - Valor Econômico

Banco de Dourados é acusado de humilhar funcionários

A Justiça do Trabalho concedeu liminar contra agências do Banco Santander Brasil de Dourados, por jornada de trabalho ilegal e abuso do poder diretivo do empregador.

Entre as irregularidades que levaram à decisão do juiz da 1ª Vara do Trabalho, Renato Luiz Miyasato de Faria, estão ausência de intervalos de 15 minutos durante o expediente, trabalho aos domingos sem permissão e terceirização ilícita.
O juiz determinou o fim do trabalho aos domingos, além do cumprimento da jornada legal de trabalho e intervalos de 15 minutos aos empregados com expediente diário de seis horas, e, de, no mínimo, uma hora aos empregados com jornada superior a seis horas.
Como os diretores foram acusados de humilhação pública de funcionários, a liminar também estabelece prazo de 10 dias para que o banco disponibilize, lugar reservado para que os empregados possam receber orientações por meio de áudio-conferência, sem exposição perante o público e colegas, nos casos de orientações, advertências e cobranças.
“Outros pedidos do MPT, que são objeto dessa mesma ação, como a condenação do banco e da empresa Promo7 Recursos e Patrimônio Humano Ltda, por prática de terceirização ilícita, ao pagamento de indenização por danos morais coletivos, no valor de R$ 500 mil, em relação ao Banco Santander, e, R$ 100 mil, à PROMO7, serão discutidos na audiência inicial designada para o dia 3 de agosto, às 15h20”, esclarece o Ministério Público do Trabalho.

Fonte: Seeb de Dourados

BB e Santander em Santos não abrem por descumprimento da lei das filas

  
Crédito: A Tribuna On-line
A Tribuna On-lineUma agência do Santander e outra do Banco do Brasil em Santos ficaram fechadas na manhã desta quinta-feira, dia 14, por descumprirem a lei municipal que disciplina o tempo limite de atendimento aos usuários.

Por não conseguir liminar, a agência do Santander, da Praça Visconde de Mauá, permaneceu fechada. Já a agência do Banco do Brasil, no Centro de Santos, não abriu às 10h, mas por volta do 12h30 conseguiu a liminar e reabriu ao público. 

Outras agências

Por conseguir uma liminar judicial, a agência do Santander na Vila Nova, abriu normalmente. O Bradesco também conseguiu liminar que impediu o fechamento da agência no Centro, que deveria ter acontecido no dia 13. Entretanto, neste caso a liminar abrange todas as agências do banco na cidade. Diferente do que aconteceu com o Santander.

As agências do Banco do Brasil no Gonzaga, Centro e Boqueirão, ainda podem ser fechadas nos dias 19,20 e 21, respectivamente.

As agências ameaçadas de fechamento por um dia foram relacionadas pela Prefeitura pelo grande índice de reclamações registrado pela Ouvidoria do órgão. As reclamações podem ser feitas pelo telefone 0800-112056.


Fonte: A Tribuna On-line