sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

MUITA ATENÇÃO NISSO - Empréstimo pessoal pelo caixa eletrônico custa mais que na agência.

SÃO PAULO - O custo do empréstimo pessoal tomado em caixas eletrônicos é superior ao do crédito adquirido nas agências, segundo pesquisa feita pela Proteste. A associação de defesa do consumidor fez simulações nos principais bancos de varejo para comparar as taxas praticadas.
Para um empréstimo de R$ 1 mil a ser pago em 12 vezes, a diferença pode variar de 87,8%, no Banco do Brasil, a 203,30%, no Santander.
Apenas BB e Itaú trabalham com taxas de 5,5%, em média, para essa modalidade. O juro cobrado por Bradesco e Citi se aproxima de 8%, enquanto no Santander e no HSBC chega a quase 10%. A Caixa Econômica Federal é a única instituição a não ofertar nenhum tipo de empréstimo ao cliente por meio de caixas eletrônicos.
Além do alto custo, a Proteste constatou que a mesma facilidade de contratação desses empréstimos rápidos não ocorre na hora do cancelamento. Após a confirmação do empréstimo no caixa, não há qualquer possibilidade de suspensão pelo mesmo canal, em todos os bancos consultados.
“O consumidor é claramente iludido e enganado com uma facilidade aparente que só induz ao endividamento. Há um flagrante de desrespeito, com as dificuldades impostas para cancelar o crédito”, afirma, em nota, a Proteste.
Não foi constatada a chance de o consumidor contratar o crédito por engano, pois há várias telas antes de
fechar a contratação. O processo de contratação é muito fácil e o dinheiro contratado fica disponível imediatamente. Mas, em caso de arrependimento, o cancelamento é dificultado, podendo ser feito somente na agência.
(Aline Lima | Valor)

Aviso prévio pode custar R$ 3,7 bilhões.

A nova lei do aviso prévio deve resultar em uma despesa adicional de R$ 3,7 bilhões ao ano para as empresas. O valor é equivalente a 0,5% do total da folha de salários, levando-se em conta indústria, comércio, serviços e construção civil.

Com a mudança na legislação, esse período, que era de 30 dias, agora pode chegar a até 90, dependendo do tempo de permanência no emprego. O benefício é concedido em caso de demissão sem justa causa. O cálculo do impacto é da Federação do Comércio de Bens e Serviços do Estado de São Paulo (Fecomercio).

A mudança trouxe uma série de dúvidas jurídicas e tanto empresas quanto trabalhadores não têm certeza dos parâmetros que devem ser adotados. Por exemplo, a lei instituiu um acréscimo de três dias por ano completo de serviço até o limite de 60 dias (com 21 anos de casa) aos 30 já existentes, mas há dúvida se esses dias servem apenas para calcular o valor da indenização ou se devem ser contados como tempo de serviço. Se forem considerados como tempo de serviço, incidiria sobre esse valor o 13º salário, férias, FGTS, e as empresas seriam obrigadas a recolher o INSS sobre o período.
Custo de novo aviso prévio será de 0,5% da folha de salários.

A lei do novo aviso prévio deve resultar em despesa adicional global de R$ 3,7 bilhões ao ano para as empresas. O valor é equivalente a 0,5% do valor total da folha de salários, levando-se em consideração as empresas da indústria, comércio, serviços e construção civil. O custo refere-se ao aumento do aviso prévio.

Com a nova lei, esse período, que era de 30 dias, pode chegar a 90 dias, dependendo do tempo de permanência do trabalhador no emprego. O trabalhador tem esse benefício quando é dispensado sem justa causa.

O cálculo do impacto foi feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). Segundo o estudo, cerca de dois terços da despesa adicional ficará para o setor de serviços e um quarto no segmento industrial. No comércio, serão apenas 3% do total e, na construção civil, praticamente nada.
As contas foram feitas com base nos dados de trabalhadores formalizados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), explica José Pastore, professor da FEA e presidente do conselho de emprego e relações do trabalho da Fecomercio.

O impacto é maior no setor de serviços, porque é o segmento com maior número de trabalhadores. São 32,6 milhões de empregados para 1,67 milhão de estabelecimentos. Além disso, possui o maior salário médio e maior tempo de permanência do trabalhador no emprego.

O índice de rotatividade, explica Pastore, provoca a grande diferença de impacto entre os segmentos. Os trabalhadores do setor de serviços, segundo o levantamento, têm, em média, quatro anos de tempo de casa contra três anos para os empregados da indústria e dois para o comércio.

Com grande índice de rotatividade, a construção civil ficou com média de apenas um ano de permanência no emprego. Para Pastore, a alta rotatividade está ligada à natureza intermitente da atividade.

Pastore lembra que o setor de serviços é muito heterogêneo e que os segmentos com mão de obra mais qualificada certamente puxam para cima as médias salariais e de tempo de permanência na mesma empresa.

Nas empresas de água e esgoto, a média de tempo de casa, segundo o estudo, é de oito anos. Nas escolas, bancos e seguradoras, entre outras instituições financeiras, a média supera os seis anos.  

Na saúde e nos serviços sociais, o tempo é de cinco anos e meio, em média. As empresas de eletricidade e gás se destacam pelo salário médio, de R$ 4,9 mil ao mês, maior que o vencimento médio de todo o setor serviços, de R$ 1,8 mil. Os salários pagos pelas instituições financeiras têm média mensal de R$ 3,8 mil.

Para o professor da FEA, o aumento de praticamente 0,5% na folha salarial do país é bastante significativo. "O impacto será maior para as empresas que praticam altos salários e que mantêm empregos de longa duração.

" Fabio Pina, assessor econômico da Fecomercio, diz que esse aumento de custo dá uma sinalização errada para os empregadores, porque cria despesa adicional principalmente para quem investe mais no trabalhador e quem garante mais emprego.

Segundo o levantamento, cerca de 20% dos desligamentos dos trabalhadores formais acontecem durante o período de experiência (90 dias) e 60% ocorrem antes de completados dois anos de casa. Circular interna da Secretaria de Relações do Trabalho para os servidores do órgão afirma que o trabalhador passa a ter direito a um aviso prévio maior que 30 dias ao completar dois anos no emprego.

Para Marcel Cordeiro, advogado trabalhista e sócio do escritório Salusse Marangoni Advogados, o custo adicional médio de 0,5% sobre folha é significativo. Para ele, a formalização do empregado já traz um custo muito alto no país.

"Levando-se em consideração a contribuição previdenciária e encargos como férias, adicional, décimo-terceiro e FGTS, o empregador já tem um custo de 70% da folha", argumenta Cordeiro. Ele lembra que o cálculo não leva em consideração outras despesas, como o descanso semanal remunerado.

Cordeiro lembra que a carga sobre a folha já tende a ser mais pesada em termos relativos para o setor de serviços. "E é esse segmento que novamente será afetado pela mudança do aviso prévio.

" Para o advogado, o custo deverá ser financeiro, por meio do pagamento do direito de aviso prévio. Ele lembra que o empregado quase sempre prefere quitar o direito por meio de indenização e não exigindo os dias de trabalho.

Nem todos, porém, acreditam que o custo adicional às empresas é alto. Para Amir Khair, especialista em contas públicas, é preciso levar em consideração o aspecto social. Ele lembra que a ideia de estender o aviso prévio ao trabalhador que dedicou mais tempo a um determinado empregador é importante por trazer mais segurança no momento da dispensa sem justa causa.

De acordo com entendimento da Secretaria de Relações do Trabalho, o empregado dispensado sem justa causa tem direito a 90 dias de aviso prévio quando completa 21 anos de casa.

Fonte: Valor Economico

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE DEZEMBRO 2011

O Sindicato dos Empregados Em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia                       Associado                                   Agência                                         Cidade

05 – MARCELA DE OLIVEIRA GERVAZONI   HSBC BANK BRASIL               PRES. VENCESLAU
12 – FERNANDO ROBERTO P. KOBATA       BANCO DO BRASIL                PRES. EPITÁCIO
19 – EVANDRO DA CRUZ PATRÃO               SANTANDER                          CAIUÁ
20 – GISELLE HENNES                                  SANTANDER                          SANTO ANASTÁCIO
20 – SARA YURI YAMAMOTO HONDO           SANTANDER                          PRES. VENCESLAU
22 -  THAIS TATIANE TSUTIGUCHI HONDO  SANTANDER                          PRES. VENCESLAU
24 – MARIA EMILIA G.  A. DE ALENCAR       BANCO DO BRASIL                PRES. VENCESLAU
30 – LAIANNA DE FREITAS                            BANCO DO BRASIL                MARABÁ PAULISTA

OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, fone: 018-3271-3600, fax: 018-3271-5950 ou e-mail: seebpv@terra.com.br

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O cigarro, por Drauzio Varella.

O cigarro é o mais abjeto dos crimes já cometidos pelo capitalismo internacional. Você acha que exagero, leitor? 
Compare-o com outros grandes delitos capitalistas; a escravidão, por exemplo: quantos viveram como escravos?

E quantas crianças, mulheres e homens foram escravizados pela dependência de nicotina desde que essa praga se espalhou pelo mundo, a partir do início do século 20?
O primeiro crime foi perpetrado contra algumas centenas de milhares de pessoas; o segundo contra mais de 1 bilhão.

Na história da humanidade, jamais o interesse financeiro de meia dúzia de grupos multinacionais disseminou tantas mortes pelos cinco continentes: 5 milhões por ano – 200 mil das quais no Brasil.

Faço essas reflexões por causa de uma série que estamos levando ao ar no Fantástico, da TV Globo, com o objetivo de dar força aos que pretendem parar de fumar.
Para escolher os personagens, pedimos aos espectadores que nos enviassem vídeos explicando por que razões pediam ajuda para livrar-se do cigarro.

As cenas são dramáticas. Mulheres e homens de todas as idades que se confessam pusilânimes diante do vício, incapazes de resistir às crises de abstinência que se repetem a cada vinte minutos.

Mães e pais cheios de remorsos por continuar fumando apesar do apelo dos filhos; avós que se envergonham do exemplo deixado para os netos; doentes graves que definham a caminho da morte sem conseguir abandonar o agente causador de seus males.

Em 22 anos nas cadeias, adquiri a convicção de que a nicotina causa a mais devastadora das dependências químicas. Largar da maconha, da cocaína e até do crack é muito mais fácil: basta afastar o dependente da droga, da companhia dos usuários e dos locais de consumo.

Em contrapartida, a vontade de fumar é onipresente; mesmo sozinho, num quarto escuro, o corpo abstinente suplica por uma dose de nicotina. No antigo Carandiru, vi destrancar a porta de uma solitária, na qual um homem havia cumprido trinta dias de castigo. Com as mãos a proteger os olhos ofuscados pela luz repentina, dirigiu-se ao carcereiro que acabava de liberta-lo: “me dá um cigarro pelo amor de Deus”.

Cerca de 75% dos fumantes se tornam dependentes antes dos 18 anos; muitos o fazem aos 12 ou 13, e até antes. Somente 5% começam a fumar depois dos 25 anos. Por esse motivo, a Organização Mundial da Saúde classifica o tabagismo no grupo de doenças pediátricas.

Conhecedores das estatísticas, os fabricantes fazem de tudo para aliciar as crianças. Quando tinham acesso irrestrito ao rádio e à TV, associavam o cigarro à liberdade, ao charme, ao sucesso profissional e à rebeldia da adolescência.

Hoje, espalham pontos de vendas junto às escolas, com os maços coloridos expostos ao lado de balas e chocolates nas padarias e das revistas infantis nas bancas de jornal.

Por que razão brigam tanto para patrocinar shows de rock e corridas de Fórmula 1? Seria simplesmente para aprimorar o gosto musical e incentivar práticas esportivas entre jovens?

Que motivos teriam para opor-se visceralmente à Anvisa, quando pretende proibi-los de acrescentar substâncias químicas que conferem ao cigarro sabores de chocolate, maçã, menta ou cerveja?

Existiria outra explicação que não de torná-lo menos repulsivo ao paladar infantil?

Qualquer tentativa de conter a epidemia de fumo através da legislação é combatida com as estratégias mais covardes por lobistas, deputados e senadores a serviço da indústria. Na contramão do que deseja a sociedade, pressionam até contra a lei que proíbe fumar em bares e restaurantes.

O que esses senhores ganham com essa conduta criminosa? Estariam apenas interessados no destino das 180 mil famílias que trabalham nas plantações ou nas doações dos fabricantes?

Nós temos o dever de impedir o crime continuado que a indústria do fumo pratica impunemente contra as crianças brasileiras. Fuma não pode ser encarado como um simples hábito adquirido na puberdade. Hábito é escovar os dentes antes de dormir ou colocar a carteira no mesmo bolso.

O cigarro deve ser tratado como o que de fato é: um dispositivo para administrar nicotina, a droga que provoca a mais torturante das dependências químicas conhecidas pelo homem.

Drauzio Varella é médico oncologista e escritor.

Artigo publicado na Folha de S. Paulo

Santander demite vítima de sequestro com 22 anos de casa em Santo André.

Sindicato do ABC está na briga pela reintegração do trabalhador para corrigir a injustiça
Bastou um descuido por parte de um bancário em não se afastar pelo INSS e ainda ter acreditado na boa-fé da administração do banco - pois fora orientado a ficar algum tempo em casa - para que, após quatro meses de ocorrido o fato, fosse dispensado. O trabalhador, que atuava na agência Parque das Nações, em Santo André, na Grande São Paulo, exercia a função de Gerente de Atendimento.

No dia 20 de julho, ele foi vítima de sequestro e extorsão, ficando em cárcere privado, numa ação criminosa que envolveu e ameaçou toda a sua família. A quadrilha de assaltantes, especializada em sequestro de bancários, caiu nas mãos da polícia e foi desmantelada e presa há alguns dias, conforme a imprensa divulgou recentemente.

Para o secretário-geral do Sindicato e funcionário do Santander, Eric Nilson, o banco agiu de forma desumana com o funcionário e sua família. "São 22 anos de compromisso com a empresa, que foram reduzidos a um simples até logo e passar bem", indigna-se.

"Já estamos na briga pela reintegração do colega e pelo reparo dessa injustiça", informa o diretor Ageu Ribeiro, que junto com o também diretor Orlando Puccetti Jr, cuidam do caso no Sindicato.

A direção do Sindicato, num primeiro contato com o banco, não obteve nenhum sinal positivo para uma possível reintegração. O bancário está se tratando com médicos especializados para este tipo de trauma e, agora, orientado pelos diretores da entidade e com assessoria jurídica, inclusive.

"Estamos juntando material para mostrar que ele estava inapto para o trabalho pela falta de condições físicas e psicológicas", esclarece Orlando. "O Santander precisa reconhecer isso e temos como provar", assegura o dirigente sindical, que coordena o departamento jurídico da entidade.

Santander é o preferido da bandidagem

Se o Santander fosse demitir todos os funcionários que passaram pelo trauma de roubo, assalto ou sequestro, teria que fechar as portas de grande parte das agências por falta, obviamente, de gente para atender.

No dia último dia 7, ladrões se aproveitaram de um descuido na segurança e invadiram a agência Mauá. Os bandidos usavam roupas da própria empresa que faz a segurança.

Na sexta, dia 11, após às 16h, quatro homens praticaram novo assalto, rendendo os vigilantes e permanecendo cerca de 40 minutos no local. O curioso é que o assalto ocorreu na mesma agência Parque das Nações, onde estava lotado o bancário demitido. Nas duas ocorrências felizmente não houve violência física.

"Restaram traumas que, a exemplo do que constatamos aqui, precisam ser tratadas e reconhecidas efetivamente pelo banco", diz Eric Nilson. "Hoje, quando há uma ocorrência, a vítima, além de temer pela própria vida, também teme pelo risco de perder o emprego", finaliza.

Seeb ABC

Violência: família de gerente do Santander é feita refém por 14h em Indaiatuba

Sequestro ocorreu na região de Campinas entre terça e quarta-feira . Ninguém ainda foi preso.
A família de uma gerente de agência do Santander de Indaiatuba foi mantida refém por 14h entre terça-feira 22 e quarta-feira 23 por bandidos que tinham como alvo o cofre do banco. Os criminosos pediram resgate de R$ 600 mil reais.

Três homens armados abordaram o marido de Célia Regina Castilho Smanioto, de 36 anos, na garagem da casa da família, quando ele chegava no local. Dois filhos do casal, a irmã e o cunhado da gerente, também foram mantidos reféns durante a noite.

Na manhã de quarta-feira, a família foi levada por outros três homens para um canavial de uma fazenda no limite entre Indaiatuba e Salto. A gerente foi chantageada e obrigada a trabalhar normalmente até o início da tarde, quando conseguiu reunir R$ 593 mil dos caixas eletrônicos e do cofre da agência.

O dinheiro foi entregue aos sequestrados no canavial onde a família estava. Os criminosos ainda levaram R$ 230 reais de Célia Smanioto, o carro da vítima, um óculos de sol e relógios de pulso.

Ninguém ficou ferido durante o sequestro. As vítimas foram liberadas às 14h de quarta-feira. A quadrilha fugiu levando o dinheiro no carro do casal. Até a manhã da quinta-feira 24, ninguém havia sido preso.

A assessoria de imprensa do banco informou que lamenta o ocorrido e que já está colaborando com a polícia nas investigações.


EPTV.com

PORQUE CRIAR DIFICULDADES?

A vida do bancário esta cada dia pior ou como queiram os conservadores, mais difícil.
Estamos sacrificados pelo excesso de trabalho, pela cobrança sem fim das metas abusivas e quando menos se espera “TRABALHO AO SÁBADO”?!
Temos individualmente um contrato de trabalho assinado com o patrão onde reza a jornada de trabalho diária, de 2ª a 6ª feira entre oito e dezoito horas. Sábado e domingo são computados como descanso semanal.
Seguindo este roteiro já estamos desgastados o suficiente para chegar em casa chutando o cachorro e nervosos o bastante para criar atritos irreparáveis com os familiares.
Não precisamos de mais este agravante para detonar de vez com nossa já debilitada saúde.
As denuncias são importantes, pois não temos condição de saber tudo o que acontece entre quatro paredes dentro das empresas. Vamos buscar solução para mais esta agressão corporal e psicológica contra o trabalhador do Banco do Brasil.