quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Bancos querem pagar PLR menor aos funcionários



Com aumento do provisionamento e com regra que Fenaban quer manter, participação dos bancários no lucro vai cair
São Paulo - Os bancos já distribuíram parcela maior do seu lucro líquido aos bancários a título de PLR. Em 1995, a distribuição nos maiores privados era de 14% do LL e em 2011 este valor caiu para menos da metade, ou 6,4% em média.
Um “truque” no balanço dos bancos deve fazer com que, este ano, grande parte dos bancários veja diminuir sua parte na participação nos lucros e resultados. Nos últimos anos, os três maiores bancos privados atuantes no país – Itaú Unibanco, Bradesco e Santander, que juntos somam quase 220 mil bancários – pagaram a regra “cheia”, ou seja, chegaram ao teto individual de 2,2 salários para cada bancário. Mas este ano o cenário deve ser diferente.
Com crescimento da provisão para devedores duvidosos (PDD) de em média 30%, mesmo com a inadimplência estável, o setor viu o lucro subir menos que em anos anteriores (veja abaixo tabelas). 
“Se a regra for mantida como está, vão pagar menos a seus funcionários. É o caso de Bradesco, Santander e HSBC. No caso do valor adicional, praticamente todos devem receber menos já que ele é calculado sobre 2% do lucro líquido que cresceu menos diante dessa manobra contábil do PDD”, explica a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira.
“Cobramos mudança na regra. Os bancos não aceitaram e também não apresentaram outra proposta” relata a dirigente.
Programas próprios – As metas abusivas no Itaú subiram ainda mais e grande parte dos trabalhadores não receberão o Agir. No HSBC, com o PDD que subiu 60%, provavelmente ninguém deve receber PPR.
“Num setor tão lucrativo, que a cada quatro ou cinco anos pode dobrar seu patrimônio, não é possível aceitar PLR menor para os trabalhadores. Se os bancos não mudarem, a greve será nossa saída”, completa Juvandia.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

FENABAN NÃO APRESENTA NOVA PROPOSTA NA MESA DE NEGOCIAÇÃO...

Fenaban não apresenta nova proposta na mesa de negociação nesta tarde.
O Comando nacional dos Bancários está reunido para definir estratégias de luta e mobilização para a Capanha Salarial.

Itaú e Bradesco abrem agências com alta tecnologia e poucos bancários

  
O Bradesco e o Itaú inauguraram unidades em São Paulo que alteram o conceito de agência bancária. Ambas em shoppings de luxo na capital, as agências, para poucos, investem em alta tecnologia e venda de produtos, mas em número reduzido de funcionários.

Na do Bradesco, no JK Iguatemi, na Vila Olímpia, o cliente já será atendido por uma máquina, um robô que dá as boas vindas, emite sons e altera a expressão facial. Conta ainda com uma grande tela interativa onde atendentes virtuais ensinam como utilizar os diferentes aplicativos para realizar as operações bancárias.

A do Itaú, no shopping Villa-Lobos, Alto de Pinheiros, se distanciou do modelo de agência bancária e buscou inspiração no layout de lojas como as de telefonia móvel. Também aposta em alta tecnologia, com vídeo wall e catálogo de produtos em tablets. O banco já divulga planos de abrir outra unidade nos mesmos moldes no Shopping Ibirapuera, em Moema, no próximo ano.

Segundo executivos de ambas as instituições financeiras, os projetos pretendem familiarizar os clientes com o uso de ferramentas como iphones e ipads na execução de operações das mais corriqueiras como pagamentos e conferência de saldo.

Banco não pode ser balcão de vendas

"Essas agências representam uma mudança de concepção do sistema financeiro, que deixa de ter o caráter de concessão pública e se torna cada vez mais balcão de venda de produtos. Esse conceito de agência representa a extinção da categoria bancária e envolve temas que devem ser discutidos pela categoria e a sociedade, como os promotores de vendas e os correspondentes bancários", critica o diretor executivo do Sindicato dos Bancários de são Paulo e funcionário do Itaú, Daniel Reis.

O dirigente ressalta ainda que essa concepção, que exclui o componente humano da relação do cliente com a instituição financeira, vai na contramão do que esperam os usuários.

Pesquisa realizada pela Cisco, divulgada em junho deste ano, apontou que 92% dos brasileiros gostariam que as agências bancárias oferecessem mais serviços financeiros e de assessoria. O estudo, feito entre usuários de países desenvolvidos (Canadá, França, Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido) e emergentes (Brasil, China e México), mostrou que, em nível global, os clientes rejeitam a ideia de agências muito automatizadas: 81% das pessoas de países emergentes e 56% nos desenvolvidos preferem entrar em uma agência bancária para receber atendimento personalizado e assessoria financeira.

"As pessoas entendem como bancarização a relação que mantêm com os funcionários do banco. Os usuários fazem questão dessa relação social. Os bancos são concessões públicas, não são lojas, e têm de proporcionar bom atendimento ao público. Máquinas nunca vão superar a qualidade do atendimento feito por pessoas", diz Daniel.

Para o diretor do Sindicato e funcionário do Bradesco Marcelo Peixoto, além de reduzir ainda mais os postos de trabalho bancários, as chamadas "agências do futuro" são mais um exemplo de que o banco não quer valorizar seus funcionários. "Um banco que investe R$ 10 milhões em um projeto como esse (dado divulgado pelo Bradesco) tem plenas condições de valorizar o corpo de funcionários, com salários melhores, PLR maior e melhores condições de trabalho."

O dirigente também chama a atenção para o fato de que as novas agências, segundo palavras dos executivos do banco, serão "vitrines de produtos financeiros". Ele lembra que bancos não são lojas de venda de produtos e que bancários não são vendedores. "Os bancos têm um papel social a cumprir, entre elas o de facilitar o acesso ao crédito para o consumo e produção e, assim, dinamizar a economia do país. Lojas de vendas de produtos não cumprem essa função", afirma.

Discriminação 

Em shoppings voltados para público de alto poder aquisitivo, as agências têm ainda outros diferenciais: a do Bradesco não tem caixas para receber pagamento de contas e na do Itaú, que funcionará em horário diferenciado, das 12h às 20h, o atendimento será restrito para correntistas do banco a partir das 17h.

"Mais uma vez os bancos tentam afastar os clientes com menor poder aquisitivo das agências. Isso é discriminação inaceitável em empresas que trabalham por concessão pública", denuncia Daniel Reis. Ele também chama a atenção para o novo horário de funcionamento da unidade. 

"O Itaú vem estendendo o funcionamento das agências sem novas contratações e sem qualquer discussão com os trabalhadores. O atendimento ao público só piora com bancários sobrecarregados e adoecidos". O Sindicato vai continuar protestando contra a medida.


Fonte: Seeb São Paulo

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Após queda da Selic, maiores bancos anunciam cortes suaves nos juros


Após a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária), que reduziu para 7,5% ao ano a taxa básica de juros, a Selic, na última quarta-feira (29), Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Bradesco e Itaú anunciaram nesta sexta-feira (31) a redução das taxas de juros de diversas modalidades de empréstimo. 

Segundo a Contraf-CUT, trata-se de cortes suáveis, na medida em que foram muito pequenas, na sua maioria, e ainda limitados, impactando somente em algumas modalidades de crédito. 

Os bancos continuam devendo cortes expressivos, sobretudo no cheque especial e no cartão de crédito, uma vez que permanecem fora da realidade e são os principais responsáveis pelo endividamento de muitas pessoas.

Veja o que muda nos juros:

Caixa

- Cartão empresarial (uso do crédito parcelado com juros): de 6,02% para 1,9% ao mês

- Cartão empresarial (uso do rotativo): de 8,82% para 7% ao mês

- Carpital de giro com Fundo Garantidor de Operações: de 1,61% para 1,1% ao mês

- Crédito especial empresa prefixado: a mínima passou de 2,75% para 2,55% ao mês; a máxima foi de 2,93% para 2,73% ao mês

- Crédito especial empresa com domicílio bancário: de 4,2% para 4% ao mês

Banco do Brasil

- Capital de Giro: de TR + 1,560% para TR + 1,540% ao mês a mínima; de 1,199% 1,179% ao mês a máxima

Itaú 

- Capital de Giro: de 5,42% ao mês para 5,38% ao mês.

- Cheque especial: dos atuais 8,81% ao mês para 8,77% ao mês,

- Antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques e cartão de crédito: de 4,82% ao mês para 4,78% ao mês.

Bradesco

- Capital de Giro: de 2,35% para 2,31% ao mês a mínima; e de 5,29% para 5,25% ao mês a máxima.

- Conta Garantida: de 3,21% para 3,17% ao mês a taxa mínima.

- Antecipação de recebíveis de duplicatas, cheques e cartão de crédito: de 2,01% para 1,97% ao mês na mínima; e de 4,50% para 4,46% ao mês na máxima.


Fonte: Contraf-CUT com UOL

BB desrespeita mesa de negociação e incita gestores à prática antissindical .


A direção do Banco do Brasil está desvirtuando o sentido da cláusula sobre descomissionamento por avaliação contida no acordo assinado com o Comando Nacional dos Bancários em 2011, espalha terrorismo para amedrontar os comissionados e insufla publicamente os gestores a exercerem seu poder para ameaçar e punir funcionários que participem de atividades sindicais. 

Para a Contraf-CUT, é esse o significado do Boletim Pessoal divulgado nesta quinta-feira 30 pelo diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas do BB, Carlos Eduardo Leal Neri, que tem abusado desse tipo de ameaça.

A cláusula 42ª do acordo coletivo, que restringe o descomissionamento aos casos de três avaliações de desempenho negativas consecutivas, foi um avanço importante porque impõe travas a um modelo de gestão por ameaça que impera no banco. O banco agora está fazendo uma interpretação equivocada do acordo. Na rodada de negociação específica da Campanha Nacional de 20 de agosto, o BB propôs reduzir as avaliações de três para uma, o que provocou protesto por parte dos dirigentes sindicais.

"O banco está desrespeitando a própria mesa de negociação da qual participa", acusa William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. "Repudiamos esse tipo de incitação ao assédio e à perseguição por parte dos gestores contra os trabalhadores que participam de atividades sindicais. Essa é uma postura retrógrada e burra."

Segundo William, "esse tipo de terrorismo só fará a mobilização ser a mais forte dos últimos anos, porque as reivindicações são justas e os bancários merecem respeito. E como nos últimos nove anos, os bancários não fugirão à luta".

Veja abaixo a nota em que o diretor Neri incita os gestores a liberarem seus "instintos mais primitivos" como atos de gestão: 

30/08 - Boletim Pessoal 52 - Gestão das Relações de Trabalho 

Colega

Percebemos que têm surgido muitas dúvidas e informações equivocadas no que diz respeito a descomissionamento e demissão por ato de gestão no BB.

Inicialmente, é importante destacar que não são necessárias três avaliações negativas e consecutivas para que ocorra qualquer descomissionamento. Não é isso que está no Acordo Coletivo 2011/2012, firmado com as entidades sindicais. Vejamos o que está previsto na Cláusula 42ª do ACT, disponível para consulta no site de negociação coletiva do BB (clique AQUI para acessar):

"Cláusula quadragésima segunda: Descomissionamento decorrente de avaliação de desempenho funcional

O BANCO, na vigência do presente acordo, observará três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, como requisito para descomissionamento de funcionário na forma das instruções normativas específicas".

Isso significa que o Acordo de Trabalho regulamenta apenas e exclusivamente o descomissionamento relacionado a desempenho, não incluindo demais formas previstas nas normas da Empresa, como descomissionamento decorrente de controle disciplinar ou ato de gestão (IN 369-1.12). Para esses casos, a dispensa de comissão pode ocorrer a qualquer tempo, sem a necessidade de se observarem três ciclos avaliatórios.

Compreendemos, inclusive, que uma situação de desempenho insatisfatório perdurando por três ciclos avaliatórios (três semestres) não é conveniente administrativamente a nenhuma empresa. Entendemos que a oportunidade para o reposicionamento do funcionário e a melhoria de seu desempenho não pode durar tanto tempo por ser contraproducente, sobrecarregando a equipe e prejudicando o resultado da dependência. Além disso, a adoção dessa periodicidade extrapola a vigência do ACT, que é anual. É por isso que estamos debatendo o assunto com a Comissão de Empresa.

Quanto à questão da demissão, as instruções internas também regulamentam as suas possibilidades e, a exemplo do descomissionamento, também pode se dar por ação disciplinar ou por ato de gestão (IN 379-1.1). Porém, ressaltamos que casos passíveis de demissão por ato de gestão devem ser enviados para análise e decisão de um Comitê, formado pelos primeiros gestores da Diref, Dipes e da diretoria ou unidade proponente, medida que evita desligamentos arbitrários.

Achamos importante destacar esses aspectos porque valorizam ainda mais os números e os argumentos que apresentamos nos Boletins anteriores. Mesmo tendo esses instrumentos à disposição, fica claro que o Banco não os utiliza deliberadamente, demonstrando a responsabilidade e o cuidado que a Empresa adota na condução desta matéria.

Novamente convidamos você a checar e avaliar as informações disponíveis, de modo a formar sua própria convicção sobre esses assuntos.

Carlos Eduardo Leal Neri
Diretor de Relações com Funcionários e Entidades Patrocinadas




Fonte: Contraf-CUT

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Se 97% das categorias fazem acordo com ganho real, bancos podem mais


Balanço divulgado nesta quinta-feira 30 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra que quase todos os acordos salariais assinados no primeiro semestre de 2012 resultaram em aumentos reais de salário para os trabalhadores. Na média, os ganhos foram 2,23% acima da inflação - mais que o triplo do 0,7% de aumento real proposto pela Fenaban aos bancários nas negociações desta semana, já considerado insuficiente pelo Comando Nacional, coordenado pela Contraf-CUT.

Segundo a pesquisa, que considera as negociações registradas no Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS) do Dieese, 97% dos 370 reajustes dos primeiros seis meses do ano superaram a inflação calculada pelo INPC, do IBGE. É o melhor resultado das negociações salariais desde 1996. Apenas duas categorias registradas no SAS tiveram reajustes abaixo da inflação. Veja no quadro.

Distribuição dos reajustes comparada com o INPC, por setor econômico Brasil - 2012
                 
                                             
Variação
Indústria
Comércio
Serviços
Total (em %)
Acima do INPC-IBGE
98,2
98,1
94,2
96,5
Mais de 5% acima
4,9
3,8
13,0
8,1
De 4,01% a 5% acima
6,1
3,8
5,2
5,4
De 3,01% a 4% acima
4,3
3,8
3,2
3,8
De 2,01% a 3% acima
36,6
34,6
19,5
29,2
De 1,01% a 2% acima
28,0
44,2
30,5
31,4
De 0,01% a 1% acima
18,3
7,7
22,7
18,6
Igual ao INPC-IBGE
1,8
1,9
4,5
3,0
De 0,01% a 1% abaixo
-
-
1,3
0,5
De 1,01% a 2% abaixo
-
-
-
-
De 2,01% a 3% abaixo
-
-
-
-
De 3,01% a 4% abaixo
-
-
-
-
De 4,01% a 5% abaixo
-
-
-
-
Mais de 5% abaixo
-
-
-
-
Abaixo do INPC-IBGE
-
-
1,3
0,5
Total
100,0
100,0
100,0
100,0
                                     

Fonte: Dieese. SAS-Dieese - Sistema de Acompanhamento de Salários
Obs.: Foram considerados os reajustes salariais de 164 unidades de negociação da Indústria, 52 do Comércio e 154 dos Serviços.
 

"Salta aos olhos na pesquisa que até no setor industrial, que os economistas apontam como o mais atingido pela crise, mais de 98% dos acordos salariais garantiram aumentos reais. Não há, portanto, nenhuma razão para que o sistema financeiro, o mais dinâmico e rentável da economia, fique com essa choradeira e recuse atender as reivindicações dos bancários", compara Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.

As negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban serão retomadas nesta terça-feira 4 de setembro. Os bancos propuseram 6%, mas a categoria reivindica 10,25% de reajuste (5% de aumento real), valorização maior do piso, PLR de três salários mais R$ 4.961,28 fixos, mais contratações e garantias contra demissões imotivadas, mais saúde e melhores condições de trabalho, mais segurança e igualdade de oportunidades.

"Nós queremos construir um bom acordo na mesa de negociação na próxima terça-feira. Isso dependerá exclusivamente dos bancos. Condições financeiras eles têm de sobra. Somente as seis maiores instituições apresentaram R$ 25,2 bilhões de lucro líquido no primeiro semestre e ainda provisionaram R$ 39,15 bilhões para devedores duvidosos, um grande exagero para uma inadimplência que cresceu apenas 0,7 ponto percentual no período", afirma Carlos Cordeiro.

Fonte: Contraf

Bancários poderão paralisar agências já na próxima segunda feira.

Foi iniciada a campanha salarial dos bancários nesta última semana e não houve avanço na primeira negociação e, com isso, diante da intransigência dos banqueiros, sindicatos de todo país decidiram mobilizar-se realizando paralisações e convocar assembléias dos bancários para propor greve por tempo indeterminado.
Mesmo com lucros absurdos, os bancos não atenderam às reivindicações econômicas dos bancários, na negociação da terça-feira última (28/8), com o Comando Nacional da categoria, em São Paulo. Depois de muito chororô e com a pressão da categoria em todo o país, a Fenaban propôs um índice insuficiente de 6% de reajuste e participação nos lucros ou resultados (PLR). A categoria bancária reivindica 10,25% de reajuste (5% de aumento real).
Na verdade, os bancos têm todas as condições de atender às reivindicações dos bancários. Basta lembrar que os seis maiores bancos tiveram lucro líquido de R$ 25,2 bilhões, em 2011. O lucro só não foi maior porque os bancos usaram o truque de fazer provisões para devedores duvidosos de R$ 39,15 bilhões para uma inadimplência que cresceu apenas 0,7 pontos percentuais no período. Um dos objetivos desta manobra seria pagar menos PLR aos bancários. As negociações continuarão na próxima terça-feira (04/09). Caso os bancos não avancem, a categoria vai se mobilizar podendo ocorrer inclusive greve por tempo indeterminado.

Sindicato dos Bancários de Presidente Venceslau e Região