segunda-feira, 1 de abril de 2013

Aniversariantes do mês de ABRIL 2013


O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.      

Dia
Associado
Agência do
Cidade
02
Keila Gonçalves Speridião
Banco Santander
Teodoro Sampaio
03
José Luiz Villa
Apos – Banco do Brasil
Presidente Venceslau
05
Patrícia Caldeira de Almeida
Banco Santander
Primavera
06
Carlos Alberto Ribeiro
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau
06
Neide da Silva Alves
Caixa Econômica Federal
Santo Anastácio
09
Adriely Paula Lima Mattos
Banco Itaú Unibanco
Presidente Epitácio
09
Thais da Silva Santos
Banco Itaú |Unibanco
Presidente Epitácio
09
Paula Cristina Mendes Joaquim
Banco Santander
Presidente Epitácio
12
Bruno Eduardo F. P. Dassie
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau
12
Igor Silingowschi
Caixa Econômica Federal
Presidente Epitácio
15
Glenda Tanaka Souza Matos Santos
Banco do Brasil – Trav. Tenente Osvaldo
Presidente Venceslau
18
José Affonso Celso
Apos – Banco do Brasil
Presidente Venceslau
22
Karina Eiko Maekawa Amado
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau
24
Loanda Mª S. Oliveira Hamada
Caixa Econômica Federal
Presidente Venceslau
24
Talyta G. Lima A. dos Santos
Banco Santander
Presidente Epitácio
25
Sandra Bonini Rapchan
Banco do Brasil
Santo Anastácio
28
Luciana B. Palharini Pereira
Caixa Econômica Federal
Presidente Epitácio
29
Juliana Denise Baumgarten
Banco Santander
Santo Anastácio
30
Marcel Fernandes Chiari
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio


OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, fax: 018-3271-5950 ou e-mail: seebpv@terra,com.br. 

Devo tirar a licença-maternidade de seis meses?

·          
Por Marco Tulio Zanini - responde
Trabalho há cinco anos em uma instituição financeira e estou grávida. Sei que tenho direito a quatro meses de licença-maternidade, mas a empresa oferece dois meses a mais para quem quiser, totalizando um semestre. Embora esse pareça ser um ótimo benefício, descobri que cinco funcionárias que optaram por tirar os seis meses foram demitidas cerca de um ano depois do fim da licença. Já as que voltaram a trabalhar após quatro meses continuam no banco até hoje. Quem me alertou sobre esse fato foi uma colega do RH da empresa, mas que não soube me explicar a razão de isso ter acontecido, uma vez que não ocupa um cargo de comando. Estava decidida a pedir os dois meses a mais, mas agora tenho medo e já considero ficar apenas com os quatro que a lei obriga. Será que essa é a melhor decisão?
Trader, 35 anos
Resposta:
A pergunta de fundo é: a quem você deve lealdade? A Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde alertam para a relação direta entre amamentação durante os seis primeiros meses de vida e a saúde do bebê. Se é verdade que a empresa demite quem opta por seis meses de licença, a questão que você deve tentar responder é se você consegue ver o seu futuro ou se deseja se desenvolver profissionalmente em uma organização como essa. Se você se engajaria em busca de resultados para seus acionistas.
Há questões mais complexas envolvidas: o combate à discriminação contra as mulheres no ambiente de trabalho e o desafio da promoção da equidade de gêneros está no centro das metas do milênio da ONU. Em relação à carreira, as mulheres sofrem com pagamento inferior ao dos homens e menor acesso aos níveis de liderança. No entanto, as mulheres são maioria nos cursos superiores e também são as que apresentam melhor desempenho.
Esse tipo de comportamento nas empresas, portanto, é um desperdício de capital humano e uma grande fonte de injustiça. Uma das principais causas das barreiras que muitas companhias colocam para as mulheres está relacionada à maternidade. Não é possível falar em sustentabilidade, em nenhuma das suas formas, punindo a geração da vida.
Empresas bem-sucedidas e bastante lucrativas aprenderam que trabalhar a equidade de gêneros aumenta as chances de retenção de talentos e a qualidade do pacto ético entre os stakeholders. Além disso, pavimenta as bases para a meritocracia e contribui para o engajamento dos empregados. O The Global Gender Gap Report 2012, produzido pelo Fórum Econômico Mundial, demonstra que há uma relação direta e clara entre equidade de gêneros e a competitividade da economia dos países, o que significa competitividade das suas empresas.
A IBM, por exemplo, reconhecendo isso, coloca como meta para os seus executivos estar sempre no topo do ranking "melhor empresa para as mães trabalharem". Com isso, atraem os melhores cérebros femininos das universidades onde atuam, escapando da escassez de talentos. Veem uma relação direta entre essa ação e o desempenho do conhecimento.
Mesmo empresas em setores tradicionalmente masculinos estão se esforçando para mudar esse quadro. Lucratividade se consegue com aumento da produtividade, do desempenho do conhecimento, da capacidade de inovar, de engajar as pessoas e de entregar valor de forma renovada.
No seu lugar, desconfiaria da qualidade da liderança e da governança dessa empresa. Como estamos em uma situação de maior oferta de empregos, vale se perguntar se as mulheres não estariam melhor em outra companhia. Os bebês não devem pagar essa conta.
Marco Tulio Zanini é professor e coordenador do mestrado executivo em gestão empresarial da Fundação Getulio Vargas e consultor da Symballein
Esta coluna se propõe a responder questões relativas à carreira e a situações vividas no mundo corporativo. Ela reflete a opinião dos consultores e não do Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações. As perguntas devem ser enviadas para:
E-mail: diva.executivo@valor.com.br
Fonte: Valor Econômico


Federação dos Bancários de SP e MS
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Câmara aprova estabilidade no emprego a grávidas em aviso-prévio

Se não houver recurso, projeto vai à sanção presidencial.
Pelo texto, a gestante só será dispensada após fim da licença-maternidade.

 

Do G1, em Brasília



 A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante estabilidade no emprego à trabalhadora que tiver a gravidez confirmada durante o período de aviso prévio. O texto foi aprovado de forma conclusiva pela Comissão de Constituição e Justiça na quarta-feira e vai à sanção presidencial se não houver recurso para ser analisado no plenário da Casa.

Pelo projeto, a empregada gestante demitida só será efetivamente dispensada após o fim da licença-maternidade. A estabilidade também será válida nos casos de aviso prévio indenizado — que ocorre quando a empregada recebe o salário referente ao período de aviso prévio, não sendo obrigada a comparecer ao serviço.

Atualmente, a Constituição estabelece que a trabalhadora não pode ser demitida sem justa causa desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto, mas não trata de quem está sob aviso prévio, o que leva a discussão à Justiça.

Tribunal Superior do Trabalho

Em fevereiro, uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) garantiu às mulheres que engravidarem durante o aviso prévio o direito à estabilidade até o quinto mês após o parto.

O caso analisado foi o de uma enfermeira de São Paulo que pediu reintegração ao trabalho após rescisão durante gravidez. No caso, o tribunal não reintegrou a mulher ao trabalho, mas concedeu à gestante o direito ao pagamento dos salários e da indenização referentes ao período entre a data em que ela foi despedida e os cinco meses posteriores ao nascimento da criança.

Fonte: G1



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Itaú muda cargos no BBA e no varejo

Por Karin Sato e Felipe Marques | De São Paulo

Uma nova rodada do processo de reestruturação do Itaú Unibanco trouxe mudanças em cargos-chave nos braços de investimento e de varejo do banco. O Itaú BBA, braço de atacado e investimentos da instituição, anunciou Charles F. Stewart como presidente-executivo do Itaú BBA International, com sede em Londres. Já na operação de varejo, o banco confirmou a saída de Luís Otávio Matias, que era diretor executivo da área de financiamento de veículos.
No BBA, Stewart sucederá Almir Vignoto, que se mudará para Nova York para liderar as atividades do Itaú BBA nos Estados Unidos. O executivo trabalhou 19 anos no Morgan Stanley, ocupando diversas posições de alta gestão. Desde 2010, ele era vice-presidente do banco de investimento para Europa, Oriente Médio e África. Anteriormente, Stewart foi chefe do banco de investimento para a América Latina com sede em São Paulo.
Matias, que trabalhava no Unibanco desde 1994, deixou a instituição financeira neste mês. Segundo comunicado do Itaú, a saída foi um pedido do próprio executivo. Recentemente, o comando da operação de veículos já havia passado para Márcio Schettini, vice-presidente responsável por produtos de varejo. Na mudança, Matias passou de vice-presidente a diretor, se reportando a Schettini.
A carteira de crédito de veículos foi o principal destaque negativo das operações de financiamento do banco no ano passado. Com inadimplência em patamar elevado, o estoque de empréstimos para veículos na pessoa física encolheu 14,8% em 2012.
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 28 de março de 2013


Pressionado, BB marca negociação dia 9/04/13

Pressionado pela mobilização dos funcionários, coordenada pelo movimento sindical, a diretoria do Banco do Brasil agendou rodada de negociação para tratar do novo plano de comissões, que será na próxima terça-feira, dia 9. A mudança de posição do BB, que fugia do debate, foi anunciada no dia 26, durante reunião da mesa temática de Ascenção Profissional e Comissionamento.
Para o secretário-geral da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb-SP/MS), Jeferson Boava, a disposição de luta dos funcionários surtiu efeito. “Depois de duas jornadas de luta (20 de fevereiro e 20 de março), o BB recuou. Esperamos agora discutir o novo plano e reverter as mudanças prejudicais”, afirma.
Implantado unilateralmente no dia 28 de janeiro, o plano é prejudicial aos funcionários porque reduz o valor pago nas gratificações de função e os salários daqueles que aderirem às funções gratificadas de 6 horas.



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segunda-feira, 25 de março de 2013


Tarifas podem variar 103% de acordo com o banco

·         Segundo especialistas, apesar de anúncio de reduções feito no ano passado, valores dos pacotes básicos não caíram
·         Levantamento feito pelo GLOBO levou em conta práticas das seis maiores instituições do país

JOÃO SORIMA NETO
Publicado:25/03/13 - 7h44
Atualizado:25/03/13 - 9h49

SÃO PAULO — Os valores das tarifas cobrados pelos bancos de seus clientes pelos mesmos serviços apresentam diferenças de até 103% atualmente. Para especialistas, além de muito discrepantes, os valores continuam salgados para o bolso do correntista. Uma pesquisa feita pelo GLOBO no Sistema de Divulgação de Tarifas de Serviços Financeiros da Febraban, a federação dos bancos, comparando os valores dos seis maiores bancos do país, mostrou que para fornecer um extrato mensal de conta corrente e de poupança, na boca do caixa, o HSBC cobra R$ 2,95, enquanto na Caixa Econômica Federal, paga-se R$ 1,45 (diferença de 103%). Já o pacote básico de serviços apresenta uma diferença de 42% entre o valor máximo (R$ 13,50 cobrados pelo HSBC) e o mínimo (R$ 9,50 cobrado pela Caixa Econômica Federal). Nesse pacote, estão incluídos, a cada mês, oito saques, quatro extratos e dois do mês anterior, quatro transferências entre contas do próprio banco, além do cadastro para abertura de conta.
Para os especialistas, mesmo após os bancos terem anunciado, no ano passado, a redução de algumas tarifas avulsas, os valores dos pacotes básicos não caíram.

— Ainda temos tarifas muito elevadas, principalmente as dos pacotes de serviços, que variam entre R$ 15 e R$ 18 ao mês, nos mais econômicos. No ano passado, os bancos reduziram as tarifas avulsas, mas não a dos pacotes, que em alguns casos tiveram aumento de até 30%, com a inclusão de novos serviços, segundo pesquisa do Idec. Ninguém pode deixar de comparar tarifas e reclamar quando notar alguma cobrança diferente no extrato — afirma a economista Ione Amorim, responsável por uma pesquisa de tarifas feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

A economista do Idec lembra que das 181 milhões de contas correntes registradas no Banco Central, referentes aos seis maiores bancos do país, a grande maioria está vinculada a um pacote de serviços.

— Portanto, reduções dos serviços avulsos, embora sejam benéficas, têm impacto limitado para os clientes — avalia.

Em nota, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) afirma que não houve alta sistemática das tarifas nos últimos anos. A entidade cita um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico, com base em números do Banco Central, que mostrou que entre 2008 e outubro de 2012, das 108 tarifas informadas pelos cinco maiores bancos do país, 33 subiram, 36 caíram e 39 ficaram estáveis.

— Nesse mesmo intervalo, quatro dos cinco maiores bancos reduziram o preço do pacote de serviços padronizados, enquanto um o manteve inalterado — diz a nota da Febraban.
Entre os serviços avulsos, há diferenças percentuais entre as instituições que saltam aos olhos. Para fazer uma transferência através de um DOC ou uma TED, por meio eletrônico, o maior valor é de R$ 7,95 no HSBC e o menor de R$ 6,50, na CEF, uma diferença de 22,30%.

Se a transferência for feita na boca do caixa, o cliente vai pagar R$ 14,50 no Bradesco e R$ 12,85 na CEF, uma diferença de 12,8%. A confecção de cadastro, quando o cliente abre a conta no banco, custa R$ 59,00 no HSBC e R$ 30,00 no Bradesco, no Itaú Unibanco e na CEF, uma diferença de 96%. Mas se o cliente abrir conta no Banco do Brasil ou no Santander não pagará nada pelo serviço. Uma folha de cheque extra custa R$ 1,55 no Bradesco e R$ 1,05% na CEF, uma diferença de 47%.

O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira, que também faz um levantamento periódico do preço de tarifas bancárias, lembra que muitas vezes o cliente paga um valor fixo por um pacote de tarifas, mas os serviços oferecidos nem sempre são os que ele precisa.

— Nesse caso, vale pesquisar o pacote mais adequado ao perfil do cliente. Se ele faz muitos saques por mês, mas não tira o extrato, o pacote básico, não é o mais adequado. É melhor ter um pacote que permita mais saques — diz Miguel.

Ele lembra também que embora alguns valores sejam pequenos, e passem despercebidos pelo cliente na hora de conferir o extrato, podem provocar um gasto elevado num período mais longo. Um cliente que não tem um pacote de serviços e faz pelo menos dez saques mensais de sua conta. No Santander, por exemplo, esse cliente gastará R$ 22,00 por mês e, num ano, o valor chega a R$ 264,00.

— As pessoas precisam acompanhar seus extratos, saber quanto pagam pelas tarifas e optar pelos melhores pacotes oferecidos. Afinal, os bancos são livres para cobrar o que querem — diz Ribeiro de Oliveira.

Ione Amorim, do Idec, lembra que os bancos são obrigados pelo Banco Central a fornecer gratuitamente aos clientes dez folhas de cheque, quatro saques em autoatendimento, dois extratos por mês no autoatendimento e duas transferências entre contas do mesmo banco, além de um cartão de débito. Quem não precisa mais do que isso para movimentar sua conta, diz a economista do Idec, não deve ficar vinculado a um pacote de serviços. Certamente estará pagando por operações que não utiliza, diz ela.

— Os bancos oferecem aos clientes os pacotes mais caros. Muita gente paga pelo que não usa — diz Ione.

Ela lembra ainda que os bancos estão cobrando por serviços que antes não cobravam, segundo mostrou a pesquisa do Idec. Por exemplo, o envio de um SMS com informação da conta do cliente no Banco do Brasil custa agora R$ 0,12; no Bradesco R$ 0,18 e no Santander R$ 0,20.

— Foi mais uma forma de os bancos compensarem perdas de receitas, após baixarem os juros — diz o analista de bancos de uma corretora de São Paulo.

A Febraban lembra que a cobrança pela prestação de serviços bancários sofreu uma alteração a partir de 2008. A ampla liberdade de criação e cobrança de serviços pelos bancos foi substituída por uma regulamentação que buscou padronizar e aumentar os serviços obrigatórios e gratuitos. Além disso, subordinou a criação de novos serviços à autorização do Banco Central. Neste mês, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou três resoluções para aumentar a transparência das informações na contratação de serviços bancários.

Entre elas, os bancos terão que incluir uma cláusula dando opção ao cliente para utilizar serviços e tarifas individualizados ou por pacotes oferecidos pela instituição. O cliente não precisará mais a aderir aos pacotes se não desejar. Os bancos também terão que criar três novos pacotes padronizados, com serviços prioritários, além do pacote já existente com serviços de cadastro, cheque, saque, extrato e transferência de recursos.

— A regulamentação de 2008 permitiu que os bancos montassem pacotes específicos para atender seu público, de acordo com suas estratégias de marketing e demanda dos seus clientes. Isso também ocorre na prestação de serviços variados. A definição de preços dos serviços obedece a estratégias de relacionamento do banco com o cliente — diz a nota da Febraban.

Fonte: O Globo

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Semana de mesas temáticas começa nesta segunda com Segurança


  
O movimento sindical retoma nesta semana as mesas temáticas com a Fenaban em 2013. A série de reuniões começa com Segurança Bancária nesta segunda-feira (25), às 15h. Todos os debates ocorrem na sede da federação dos bancos, em São Paulo.


Próximas reuniões

Ao todo serão quatro mesas temáticas, sendo que a de Saúde do Trabalhador se desdobrará em duas, pois inclui também uma reunião específica sobre a Cláusula de Combate ao Assédio Moral. Confira as datas e horários:

Segurança Bancária: segunda (25) - 15h
Terceirização: terça (26) - 15h 
Igualdade de Oportunidades: quarta (27) - 10h 
Cláusula de Combate ao Assédio Moral: quarta (27) - 15h 
Saúde do Trabalhador: quinta (28) - 10h 

Construindo novas conquistas

No ano passado, os bancários garantiram a manutenção das reuniões trimestrais das mesas temáticas na CCT, consolidando tais espaços de debate permanente com a Fenaban. 


Reuniões dos coletivos nacionais

A Contraf-CUT realizará reuniões dos coletivos nacionais antes das mesas temáticas, na sede da Confederação (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), visando preparar os debates com a Fenaban. Confira:

Segunda (25) - 10h: Coletivo Nacional de Segurança Bancária
Terça (26) - 10h: Coletivo Nacional de Combate à Terceirização
Terça (26) - 14h: Comissão Nacional de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS)
Quarta (27) - 10h: Coletivo Nacional de Saúde do Trabalhador




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