quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Lucro do Santander Brasil cai 9,7% em 2013 e vai para R$ 5,7 bilhões


O lucro do Santander Brasil caiu 9,7% em 2013, para R$ 5,7 bilhões, de acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (30). Em 2012, o banco já tinha registrado queda de 5% no lucro em relação ao ano anterior, com lucro líquido de R$ 6,329 bilhões.

Somente no quarto trimestre, o lucro totalizou R$ 1,4 bilhão, crescimento de 0,2% na comparação com os três meses anteriores. Em relação ao quarto trimestre de 2013, houve queda de 12,3%.

Os dados da filial brasileira do banco espanhol saíram no mesmo dia em que as do Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil. O Bradesco registrou alta de 5,5% no lucro líquido em 2013, para R$ 12,011 bilhões.

No mundo, Santander quase dobra o lucro puxado por América Latina
No mundo todo, o Grupo Santander quase dobrou seu lucro em 2013: chegou a 4,37 bilhões de euros, alta de 90,5% em relação a 2012. 

O Santander tem insistido desde o início da crise global em seu desenvolvimento internacional. Em 2013, obteve quase metade do lucro, 47%, na América Latina, incluindo 23% do Brasil.

A Europa representou 43% do lucro - apenas 7% da Espanha, contra 17% do Reino Unido - e os Estados Unidos, 10%.

"Após vários anos de fortalecimento de balanço e capital, o Banco Santander inicia uma etapa de forte crescimento do lucro nos próximos exercícios", afirmou o presidente do grupo, Emilio Botín, em comunicado.

Análise do Dieese

Ao longo do dia, o Dieese fará a análise dos dados do balanço, sobretudo os números do emprego, cujo resultado será divulgado até o início da noite pela Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT com UOL

Lucro do Bradesco cresce 6% em 2013 e chega a R$ 12,2 bilhões.

  
O Bradesco anunciou na manhã desta quinta-feira (30) que fechou o ano de 2013 com lucro líquido ajustado de R$ 12,202 bilhões. O valor é 5,9% maior do que o apresentado em 2012, de R$ 11,523 bilhões.

Só no quarto trimestre, o Bradesco teve lucro líquido de R$ 3,079 bilhões, um crescimento de 6,4% sobre o mesmo período de 2012. No primeiro semestre, o Bradesco registrou lucro líquido de R$ 5,86 bilhões, o maior da história do banco para o período.

Em sua nota de divulgação, o banco explicou que o lucro foi calculado de uma forma diferente no quarto trimestre. Em novembro do ano passado, o Bradesco aderiu ao programa de refinanciamento de dívidas do governo federal, o Refis.

Isso foi considerado um evento "extraordinário" e descontado do resultado final. Por isso foi divulgado o lucro líquido ajustado, ao invés do cálculo simples, que seria o lucro contábil, que fechou em R$ 12,011 bilhões no ano.

Em 31 de dezembro de 2013, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 128,085 bilhões. A carteira de crédito do banco totalizava R$ 427,273 bilhões, uma alta de 10,8% em relação a 2012.

Foram distribuídos aos acionistas, ao longo do ano, R$ 4,078 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio.

O Índice de Inadimplência superior a 90 dias recuou 0,6 ponto percentual em 2013 e fechou o ano em 3,5%.

Análise do Dieese

Ao longo do dia, o Dieese fará a análise dos dados do balanço, sobretudo os números do emprego, cujo resultado será divulgado até o início da noite pela Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT com UOL

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE FEVEREIRO 2014

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.                                         

Dia
Associado
Agência do
Cidade
01
Welinton Dantas Barreto
Banco Santander
Presidente Epitácio
02
Carla Ceriza Nogueira
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
02
Célio Paulo da Cunha Alves
HSBC Bank Brasil
Presidente Venceslau
05
Rafael Pereira Morais
Banco do Brasil
Presidente Epitácio
06
Pamela Rosa Pólo Oliveira
HSBC Bank Brasil
Presidente Epitácio
11
Gabrielle Cristine Siqueira
Banco do Brasil
Primavera/Rosana
11
Camila Soares de Campos
Banco Bradesco
Presidente Epitácio
14
Neida Maria M. Souza
Banco Santander
Presidente Epitácio
21
José Aparecido Alves
Banco Itaú Unibanco
Santo Anastácio
25
Fernando Roberto Guilen Bianchine
Banco do Brasil
Presidente Venceslau
26
Juliana Bianca Chicalé Amadilho
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau



















 OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, fax: 018-3271-5950 ou e-mail: seebpv@terra,com.br

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Falta de ar-condicionado paralisa Itaú e Santander em São Paulo

  
Crédito: Seeb São Paulo
Seeb São PauloDescaso dos bancos com seus funcionários e clientes 

Equipamentos de ar-condicionado quebrados fizeram os bancários fecharem duas agências nesta terça-feira 14, em São Paulo. Uma do Itaú, no centro da capital, e outra do Santander, no Bom Retiro, foram interditadas por apresentar falta de condições mínimas de trabalho, em dia em que a cidade registrou quase 30 graus.

"É como trabalhar numa redoma de vidro. É desumano", afirma o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Marcelo Gonçalves, para se referir à situação das agências.

100 bancários parados no Itaú

A agência do Itaú localizada na Rua Boa Vista, teve as portas fechadas durante todo o dia. O Sindicato, que recebeu reclamação em 30 de dezembro, deu o prazo até a última quinta-feira 9 para uma solução. 

Como medida paliativa, o banco comprou ventiladores e umidificadores, mas, devido ao porte da agência, o problema não foi resolvido. Assim, o Sindicato foi até o local e o atendimento foi paralisado.

A unidade, que atende diversos segmentos, conta com 100 bancários que trabalham em dois pavimentos, térreo e subsolo. "A disposição do prédio não permite circulação de ar, o que piora e deixa o ambiente muito abafado", diz o diretor do Sindicato, Júlio César Silva Santos.

"Além de desmaios de funcionários e clientes por causa do calor, muitos apresentam problemas respiratórios por falta de manutenção dos aparelhos", afirma.

"O Itaú, que investe tanto na área comercial, deveria investir mais nas condições de trabalho", aponta o dirigente sindical, que lembra que o problema acontece em muitas outras agências.

Com a paralisação, o banco enviou profissional de engenharia para verificar o sistema central de ar. O Sindicato deu novo prazo, até 16 de janeiro, para a retífica do equipamento. "Estamos atentos e vamos cobrar", afirma Júlio César.

Santander 

A agência do Santander próxima ao metrô Tiradentes, com cerca de 20 funcionários, também permaneceu fechada o dia inteiro. O fechamento ocorreu porque o banco não tomou nenhuma medida para solucionar o problema do ar-condicionado, após abertura de chamados pelos empregados e alertas feitos pelo Sindicato.

A organização dos trabalhadores verificou as péssimas condições para o funcionamento do local. "Com o ar quebrado, foi detectado que o ambiente tornou-se insalubre, impossível de trabalhar", afirma o diretor do Sindicato, Anderson Pirota.

"A situação é insustentável. Desmaios acontecem sempre. Uma gestante desmaiou recentemente", conta.

Uma cliente parabenizou a ação do Sindicato: "frequento essa agência e não tem ar-condicionado há meses, que bom que vocês estão aqui!".

Com a paralisação, o banco mandou um técnico para tentar solucionar o problema. Entretanto, de acordo com Anderson, o equipamento instalado é obsoleto e, por isso, quebra constantemente.

Sindicato de olho 

A partir de denúncias, o Sindicato constatou, nesta terça, que agência da Caixa Econômica Federal da região do Bom Retiro também sofre com problemas no ar-condicionado. Além de calor excessivo no andar intermediário de unidade localizada na Rua da Graça, os sindicalistas verificaram outros problemas nas condições de trabalho, como ratos e banheiros quebrados. 

Segundo Marcelo, o Sindicato está cobrando providências.


Fonte: Seeb São Paulo

Funcionários do Bradesco devem fazer adesão ao vale-cultura até sexta dia 17.01

  
O Bradesco divulgou orientações sobre a adesão ao vale-cultura, conquistado na Campanha Nacional dos Bancários 2013 e que entrou em vigor no dia 1º de janeiro. O valor mensal é de R$ 50,00 para quem ganha até cinco salários mínimos (R$ 3.620) e será repassado através de cartão magnético, que será enviado para a agência onde o funcionário está lotado.

Para aderir, o funcionário precisa acessar a intranet do banco e preencher o formulário 4240-411, que está disponível na seção de formulários e, depois de preenchido e assinado, deve encaminhá-lo para o RH, setor de benefícios.

O prazo de adesão vai até sexta-feira, dia 17, e o crédito será feito excepcionalmente no dia 30. Entretanto, quem preencher o formulário após o dia 17 terá o seu direito garantido, mas o crédito será acumulado com o do mês de fevereiro, quando o valor passará a ser disponibilizado no dia 1º de cada mês.

Depois, a qualquer momento, o funcionário poderá fazer a adesão (formulário permanente), onde a vigência passa a contar dentro do mês de opção. A partir da adesão e do envio do formulário, o prazo do crédito será entre sete a dez dias úteis a contar da data de recebimento pelo RH. 

"O vale-cultura foi uma importante conquista da mobilização da Campanha Nacional dos Bancários de 2013, garantindo acesso à cultura para dezenas de milhares de trabalhadores de bancos privados e públicos em todo país", afirma Andrea Freitas de Vasconcelos, funcionária do Bradesco e secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.

O vale-cultura é um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff, regulamentado pela Lei nº 12.761/2012. As instituições financeiras poderão deduzir 1% no imposto de renda e o funcionário quer aderir terá um desconto entre R$ 2 a R$ 5 por mês, dependendo do salário. 

A conquista do vale-cultura pelos bancários irá gerar incremento mensal de R$ 9,4 milhões na economia brasileira, totalizando R$ 113 milhões ao ano, segundo projeção do Dieese.


Fonte: Contraf-

Empregados da Caixa têm prazo até quinta (16.01.14) para aderir ao vale-cultura

  
A Caixa Econômica Federal divulgou orientações aos empregados sobre a adesão ao vale-cultura, conquistado na Campanha Nacional dos Bancários de 2013 e que entrou em vigor no dia 1º de janeiro. O valor mensal é de R$ 50,00 para quem tem Remuneração Base (RB) até cinco salários mínimos mensais (R$ 3.620) e será repassado através de cartão magnético. 

O empregado deve fazer a opção, através do autoatendimento do SISRH (opção 4.1), item SOLICITA/CANCELA VALE-CULTURA. Para recebimento ainda neste mês, a opção deve ser efetivada até quinta-feira, dia 16. 

"O vale-cultura foi uma importante conquista da Campanha de 2013, incentivando o acesso à cultura e favorecendo dezenas de milhares de trabalhadores de bancos públicos e privados em todo país", afirma Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.

O vale-cultura prevê participação do empregado no custeio, mediante o desconto em folha de pagamento, da seguinte forma: 

- 6% do valor (R$ 3,00) para os empregados com RB de 2 até 3 salários mínimos;
- 8% do valor (R$ 4,00) para os empregados com RB de 3 até 4 salários mínimos; 
- 10% do valor (R$ 5,00) para empregados com RB de 4 até 5 salários mínimos. 

Mais informações serão encaminhadas posteriormente pela Caixa sobre entrega dos cartões, crédito dos valores e rede credenciada. Eventuais dúvidas em relação ao assunto podem ser formuladas por meio da Intranet, via ferramenta SIATE: http://siate.ciaxa

O vale-cultura é um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff, regulamentado pela Lei 12.761/2012. As instituições financeiras poderão deduzir 1% no imposto de renda. 

A conquista do vale-cultura pelos bancários irá gerar incremento mensal de R$ 9,4 milhões na economia brasileira, totalizando R$ 113 milhões ao ano, segundo projeção do Dieese.


Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Conquista da Campanha 2013, vale-cultura já pode ser usado por bancários

  
Uma das importantes conquistas da Campanha Nacional 2013 já pode ser usufruída por bancários de bancos públicos e privados. Entrou em vigor no dia 1º de janeiro o vale-cultura, previsto na cláusula 65ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que corresponde ao valor mensal de R$ 50 a serem utilizados na compra de bens culturais, como livros, CDs, ingressos para shows, teatro e cinema, cursos de arte, entre outros produtos. 

Inicialmente, o direito será exercido por trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos - o que agora soma R$ 3.620 por mês. Desta forma, quase 200 mil bancários já serão beneficiados. 

O vale-cultura é um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff, garantido pela Lei nº 12.761/2012 e devidamente regulamentado. Os R$ 50 serão creditados mensalmente em um cartão magnético com validade em todo o território nacional.

O vale-cultura é cumulativo. Portanto, fica a critério do trabalhador qual a melhor forma e momento para utilizá-lo. Por esse motivo não é necessário usá-lo no próprio mês em que o crédito é efetivado. Ele pode ser somado e utilizado futuramente em produtos e serviços de maior valor. 

Pela primeira vez o vale-cultura faz parte de uma convenção coletiva de trabalho no Brasil. "Isso permitirá que mais trabalhadores tenham acesso à literatura, ao cinema, ao teatro, aos espetáculos de música, valorizando a cultura em todo o país. A gente não quer só comida; a gente quer comida, diversão e arte", destaca Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, parodiando a música dos Titãs.

Os bancos poderão deduzir o vale-cultura em 1% do imposto de renda e o desconto para os trabalhadores varia entre R$ 2 a R$ 5. Para fins fiscais, o valor do vale-cultura não integra o salário, sendo isento de cobrança do imposto de renda. Além disso, não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do FGTS.

A conquista do vale-cultura irá gerar incremento mensal de R$ 9,4 milhões, totalizando R$ 113 milhões ao ano, segundo estimativa do Dieese.


Fonte: Contraf-CUT