terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Com menor inadimplência em 5 anos, lucro do Itaú sobe 15% e vai a R$ 15,7 bi
Folha de São Paulo
Anderson Figo
Com a menor inadimplência em cinco anos, o Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (4) que encerrou 2013 com lucro líquido de R$ 15,696 bilhões, 15,46% maior em relação ao ano anterior.
Apenas no último trimestre, o ganho do maior banco privado do país somou R$ 4,646 bilhões, aumento de 33,05% sobre igual período de 2012.
O valor, que exclui ganhos e perdas extraordinários, veio melhor do que o mercado esperava (cerca de R$ 4,1 bilhões). Sem o desconto dos efeitos extraordinários, o lucro ficou em R$ 15,836 bilhões em 2013 e em R$ 4,680 bilhões no quarto trimestre.
"Em 20 dezembro de 2013, a compra da Credicard foi aprovada pelo Banco Central do Brasil, e passamos a incorporar os resultados dessa operação a partir de 1º de dezembro de 2013", explica o banco, em nota.
Dando sequência à mudança de perfil em sua carteira de crédito, para contemplar operações de menor risco como consignado e imobiliário, o Itaú conseguiu reduzir a inadimplência (acima de 90 dias) para 3,7%, o menor nível desde a fusão com o Unibanco, em novembro de 2008. Em doze meses, a redução foi de 1,1 ponto percentual.
Desconsiderando a carteira da Credicard, a taxa teria sido de 3,6%, diz o banco em relatório.
Na semana passada, o Bradesco e o Santander também apresentaram redução na taxa de inadimplência, para 3,5% e 3,7%, respectivamente.
Calotes
A melhora na inadimplência ajudou o Itaú a reduzir as despesas de provisões para calotes, que caíram 27,0% entre outubro e dezembro do ano passado na comparação com o quarto trimestre de 2012, totalizando R$ 4,191 bilhões.
No acumulado de 2013, as provisões foram de R$ 18,579 bilhões, 23,3% menores que os R$ 24,210 bilhões de 2012.
No crédito, o banco teve, em 2013, expansão de 13,3% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 483,397 bilhões. O crescimento ficou acima do esperado pelo Itaú (entre 8% e 11%). A cifra também é 5,9% maior que o resultado visto no terceiro trimestre (R$ 456,561 bilhões).
Sem considerar os financiamentos de veículos, o crescimento da carteira de crédito do Itaú teria sido de 18,0% na comparação anual e de 7,1% sobre o terceiro trimestre.
Margem
A margem financeira diminuiu em 2013 sobre o ano anterior, o que impediu um desempenho melhor do lucro. A margem financeira gerencial, que leva em conta operações com clientes e com o mercado (tesouraria), ficou em R$ 47,637 bilhões no ano passado, ante R$ 52,157 bilhões em 2012.
Considerando apenas o último trimestre de cada ano, houve ligeiro aumento de 0,75%, passando de R$ 12,608 bilhões a R$ 12,703 bilhões.
O banco registrou ROE (indicador que mede como os bancos investem os recursos de seus acionistas) de 23,9% entre outubro e dezembro, superior aos 19,3% vistos em igual período do ano anterior.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Lucro do Santander Brasil cai 9,7% em 2013 e vai para R$ 5,7 bilhões
Somente no quarto trimestre, o lucro totalizou R$ 1,4 bilhão, crescimento de 0,2% na comparação com os três meses anteriores. Em relação ao quarto trimestre de 2013, houve queda de 12,3%.
Os dados da filial brasileira do banco espanhol saíram no mesmo dia em que as do Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil. O Bradesco registrou alta de 5,5% no lucro líquido em 2013, para R$ 12,011 bilhões.
No mundo, Santander quase dobra o lucro puxado por América Latina
No mundo todo, o Grupo Santander quase dobrou seu lucro em 2013: chegou a 4,37 bilhões de euros, alta de 90,5% em relação a 2012.
O Santander tem insistido desde o início da crise global em seu desenvolvimento internacional. Em 2013, obteve quase metade do lucro, 47%, na América Latina, incluindo 23% do Brasil.
A Europa representou 43% do lucro - apenas 7% da Espanha, contra 17% do Reino Unido - e os Estados Unidos, 10%.
"Após vários anos de fortalecimento de balanço e capital, o Banco Santander inicia uma etapa de forte crescimento do lucro nos próximos exercícios", afirmou o presidente do grupo, Emilio Botín, em comunicado.
Análise do Dieese
Ao longo do dia, o Dieese fará a análise dos dados do balanço, sobretudo os números do emprego, cujo resultado será divulgado até o início da noite pela Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT com UOL
Lucro do Bradesco cresce 6% em 2013 e chega a R$ 12,2 bilhões.
Só no quarto trimestre, o Bradesco teve lucro líquido de R$ 3,079 bilhões, um crescimento de 6,4% sobre o mesmo período de 2012. No primeiro semestre, o Bradesco registrou lucro líquido de R$ 5,86 bilhões, o maior da história do banco para o período.
Em sua nota de divulgação, o banco explicou que o lucro foi calculado de uma forma diferente no quarto trimestre. Em novembro do ano passado, o Bradesco aderiu ao programa de refinanciamento de dívidas do governo federal, o Refis.
Isso foi considerado um evento "extraordinário" e descontado do resultado final. Por isso foi divulgado o lucro líquido ajustado, ao invés do cálculo simples, que seria o lucro contábil, que fechou em R$ 12,011 bilhões no ano.
Em 31 de dezembro de 2013, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 128,085 bilhões. A carteira de crédito do banco totalizava R$ 427,273 bilhões, uma alta de 10,8% em relação a 2012.
Foram distribuídos aos acionistas, ao longo do ano, R$ 4,078 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio.
O Índice de Inadimplência superior a 90 dias recuou 0,6 ponto percentual em 2013 e fechou o ano em 3,5%.
Análise do Dieese
Ao longo do dia, o Dieese fará a análise dos dados do balanço, sobretudo os números do emprego, cujo resultado será divulgado até o início da noite pela Contraf-CUT.
Fonte: Contraf-CUT com UOL
ANIVERSARIANTES DO MÊS DE FEVEREIRO 2014
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos
Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria
parabeniza a todos por esta data festiva.
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Dia
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Associado
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Agência do
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Cidade
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01
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Welinton Dantas Barreto
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Banco Santander
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Presidente Epitácio
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02
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Carla Ceriza Nogueira
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Banco do Brasil
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Teodoro Sampaio
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02
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Célio Paulo da Cunha Alves
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HSBC Bank Brasil
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Presidente Venceslau
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05
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Rafael Pereira Morais
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Banco do Brasil
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Presidente Epitácio
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06
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Pamela Rosa Pólo Oliveira
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HSBC Bank Brasil
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Presidente Epitácio
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11
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Gabrielle Cristine Siqueira
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Banco do Brasil
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Primavera/Rosana
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11
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Camila Soares de Campos
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Banco Bradesco
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Presidente Epitácio
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14
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Neida Maria M. Souza
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Banco Santander
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Presidente Epitácio
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21
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José Aparecido Alves
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Banco Itaú Unibanco
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Santo Anastácio
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25
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Fernando Roberto Guilen Bianchine
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Banco do Brasil
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Presidente Venceslau
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26
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Juliana Bianca Chicalé Amadilho
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Banco Itaú Unibanco
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Presidente Venceslau
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Falta de ar-condicionado paralisa Itaú e Santander em São Paulo
Crédito: Seeb São Paulo
Equipamentos de ar-condicionado quebrados fizeram os bancários fecharem duas agências nesta terça-feira 14, em São Paulo. Uma do Itaú, no centro da capital, e outra do Santander, no Bom Retiro, foram interditadas por apresentar falta de condições mínimas de trabalho, em dia em que a cidade registrou quase 30 graus.
"É como trabalhar numa redoma de vidro. É desumano", afirma o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Marcelo Gonçalves, para se referir à situação das agências.
100 bancários parados no Itaú
A agência do Itaú localizada na Rua Boa Vista, teve as portas fechadas durante todo o dia. O Sindicato, que recebeu reclamação em 30 de dezembro, deu o prazo até a última quinta-feira 9 para uma solução.
Como medida paliativa, o banco comprou ventiladores e umidificadores, mas, devido ao porte da agência, o problema não foi resolvido. Assim, o Sindicato foi até o local e o atendimento foi paralisado.
A unidade, que atende diversos segmentos, conta com 100 bancários que trabalham em dois pavimentos, térreo e subsolo. "A disposição do prédio não permite circulação de ar, o que piora e deixa o ambiente muito abafado", diz o diretor do Sindicato, Júlio César Silva Santos.
"Além de desmaios de funcionários e clientes por causa do calor, muitos apresentam problemas respiratórios por falta de manutenção dos aparelhos", afirma.
"O Itaú, que investe tanto na área comercial, deveria investir mais nas condições de trabalho", aponta o dirigente sindical, que lembra que o problema acontece em muitas outras agências.
Com a paralisação, o banco enviou profissional de engenharia para verificar o sistema central de ar. O Sindicato deu novo prazo, até 16 de janeiro, para a retífica do equipamento. "Estamos atentos e vamos cobrar", afirma Júlio César.
Santander
A agência do Santander próxima ao metrô Tiradentes, com cerca de 20 funcionários, também permaneceu fechada o dia inteiro. O fechamento ocorreu porque o banco não tomou nenhuma medida para solucionar o problema do ar-condicionado, após abertura de chamados pelos empregados e alertas feitos pelo Sindicato.
A organização dos trabalhadores verificou as péssimas condições para o funcionamento do local. "Com o ar quebrado, foi detectado que o ambiente tornou-se insalubre, impossível de trabalhar", afirma o diretor do Sindicato, Anderson Pirota.
"A situação é insustentável. Desmaios acontecem sempre. Uma gestante desmaiou recentemente", conta.
Uma cliente parabenizou a ação do Sindicato: "frequento essa agência e não tem ar-condicionado há meses, que bom que vocês estão aqui!".
Com a paralisação, o banco mandou um técnico para tentar solucionar o problema. Entretanto, de acordo com Anderson, o equipamento instalado é obsoleto e, por isso, quebra constantemente.
Sindicato de olho
A partir de denúncias, o Sindicato constatou, nesta terça, que agência da Caixa Econômica Federal da região do Bom Retiro também sofre com problemas no ar-condicionado. Além de calor excessivo no andar intermediário de unidade localizada na Rua da Graça, os sindicalistas verificaram outros problemas nas condições de trabalho, como ratos e banheiros quebrados.
Segundo Marcelo, o Sindicato está cobrando providências.
Fonte: Seeb São Paulo
Funcionários do Bradesco devem fazer adesão ao vale-cultura até sexta dia 17.01
Para aderir, o funcionário precisa acessar a intranet do banco e preencher o formulário 4240-411, que está disponível na seção de formulários e, depois de preenchido e assinado, deve encaminhá-lo para o RH, setor de benefícios.
O prazo de adesão vai até sexta-feira, dia 17, e o crédito será feito excepcionalmente no dia 30. Entretanto, quem preencher o formulário após o dia 17 terá o seu direito garantido, mas o crédito será acumulado com o do mês de fevereiro, quando o valor passará a ser disponibilizado no dia 1º de cada mês.
Depois, a qualquer momento, o funcionário poderá fazer a adesão (formulário permanente), onde a vigência passa a contar dentro do mês de opção. A partir da adesão e do envio do formulário, o prazo do crédito será entre sete a dez dias úteis a contar da data de recebimento pelo RH.
"O vale-cultura foi uma importante conquista da mobilização da Campanha Nacional dos Bancários de 2013, garantindo acesso à cultura para dezenas de milhares de trabalhadores de bancos privados e públicos em todo país", afirma Andrea Freitas de Vasconcelos, funcionária do Bradesco e secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.
O vale-cultura é um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff, regulamentado pela Lei nº 12.761/2012. As instituições financeiras poderão deduzir 1% no imposto de renda e o funcionário quer aderir terá um desconto entre R$ 2 a R$ 5 por mês, dependendo do salário.
A conquista do vale-cultura pelos bancários irá gerar incremento mensal de R$ 9,4 milhões na economia brasileira, totalizando R$ 113 milhões ao ano, segundo projeção do Dieese.
Fonte: Contraf-
Empregados da Caixa têm prazo até quinta (16.01.14) para aderir ao vale-cultura
O empregado deve fazer a opção, através do autoatendimento do SISRH (opção 4.1), item SOLICITA/CANCELA VALE-CULTURA. Para recebimento ainda neste mês, a opção deve ser efetivada até quinta-feira, dia 16.
"O vale-cultura foi uma importante conquista da Campanha de 2013, incentivando o acesso à cultura e favorecendo dezenas de milhares de trabalhadores de bancos públicos e privados em todo país", afirma Jair Ferreira, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.
O vale-cultura prevê participação do empregado no custeio, mediante o desconto em folha de pagamento, da seguinte forma:
- 6% do valor (R$ 3,00) para os empregados com RB de 2 até 3 salários mínimos;
- 8% do valor (R$ 4,00) para os empregados com RB de 3 até 4 salários mínimos;
- 10% do valor (R$ 5,00) para empregados com RB de 4 até 5 salários mínimos.
Mais informações serão encaminhadas posteriormente pela Caixa sobre entrega dos cartões, crédito dos valores e rede credenciada. Eventuais dúvidas em relação ao assunto podem ser formuladas por meio da Intranet, via ferramenta SIATE: http://siate.ciaxa
O vale-cultura é um projeto do governo da presidenta Dilma Rousseff, regulamentado pela Lei 12.761/2012. As instituições financeiras poderão deduzir 1% no imposto de renda.
A conquista do vale-cultura pelos bancários irá gerar incremento mensal de R$ 9,4 milhões na economia brasileira, totalizando R$ 113 milhões ao ano, segundo projeção do Dieese.
Fonte: Contraf-CUT
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