quarta-feira, 2 de julho de 2014

Saída de Barbosa e mais 4 pontos contra o consumidor nas perdas da poupança

A análise é de advogados que têm atuado na defesa dos poupadores. Para eles, esse é apenas um dos fatos que podem postergar ou resultar numa decisão desfavorável para o consumidor.
Os especialistas apontam outros quatro problemas que os poupadores terão de enfrentar: o último adiamento do julgamento, a pressão dos bancos sobre o governo, o atual posicionamento da Procuradoria Geral da República sobre o assunto e uma decisão recente do STF sobre ações coletivas.
Perdas seriam referentes aos anos de 1980 e 1990 O STF tem a missão de julgar os processos que pedem a correção da poupança nos planos econômicos Bresser, Verão, Collor 1 e Collor 2.
Na época, os bancos fizeram mudanças na correção da poupança, passando a aplicar índices mais baixos do que os usados até então. Esses novos índices foram determinados nos planos econômicos.
Os bancos dizem que os poupadores não tiveram perdas com a substituição do índice e afirmam que só estavam cumprindo a lei. Mas entidades de defesa do consumidor consideram que os poupadores precisam ser ressarcidos.
Aposentadoria do presidente do STF O julgamento do processo teve quatro adiamentos desde novembro do ano passado: para fevereiro, março, maio e agora data indefinida. Na última quarta-feira (28), o STF adiou o julgamento após um pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Joaquim Barbosa é presidente do Supremo desde novembro de 2012. Acompanhou, no cargo, todo esse vaivém. Como o novo adiamento foi por tempo indeterminado, dificilmente ele ainda estará no cargo na nova data, uma vez que vai se aposentar em junho.
Alexandre Berthe, advogado especializado em direito bancário, diz que, para o julgamento das perdas da poupança, a saída de Barbosa é "trágica". "Ele já tinha manifestado a vontade de tratar do assunto com rapidez."
'Será necessária muita vontade política' De acordo com a tradição do Supremo, após a aposentadoria de Barbosa, o cargo de presidente deverá ser ocupado por Ricardo Lewandowski, atual vice. Para Berthe, o fato de Lewandowski ser um dos relatores dos processos da poupança não vai ter impacto no julgamento.
"Para levar o julgamento adiante, será necessária muita vontade política. A pressão dos bancos e do governo sobre o novo presidente será imensa", afirma. "Joaquim Barbosa também foi nomeado presidente durante esse governo, mas ele tinha um estilo mais duro e enérgico."
O advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Walter Faiad também avalia que a saída de Barbosa tem efeito direto no julgamento.
"Seria melhor que o julgamento fosse feito com quem participou das sustentações orais do que com alguém que vai chegar agora", diz.
As sustentações foram as apresentações feitas por representantes das duas partes (consumidores e bancos) ao longo do processo, nas quais eles mostraram seus cálculos e argumentos.
'Bancos contam com a renovação de ministros' A saída de antigos membros do STF é interessante para os bancos, diz Faiad, porque o próprio Supremo já chegou a tomar decisões favoráveis aos consumidores no passado (especialmente nos casos dos planos Bresser e Verão).
"Os bancos contam com a renovação dos ministros porque os novos membros podem, de alguma forma, pensar diferente", afirma.
Procurada, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) não se pronunciou sobre o assunto até a publicação dessa reportagem.
Dos atuais 11 ministros do STF, três já se declararam impedidos de votar sobre o assunto. Restavam, portanto, oito votos, e os advogados consideravam que o de Barbosa seria favorável aos poupadores.
"Agora, serão sete votos. O placar será extremamente apertado na votação", diz Alexandre Berthe.
Fonte: UOL 

Produtores acusam BB de fazer 'venda casada'

Representantes do setor agrícola dizem que banco só faz contrato de seguro se for junto com crédito de custeio; banco nega a prática

O Banco do Brasil (BB) é alvo de reclamações de agricultores, que acusam a instituição de travar o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). O programa é usado para os produtores contratarem apólices para cobrir eventuais perdas gerada por problemas climáticos.
De acordo com os produtores, o banco estatal libera o seguro quando há a contratação de financiamento de custeio para o início da plantio e apenas quando a seguradora é a BB Mafre - joint venture com uma carteira estimada em R$ 10 bilhões. A chamada "venda casada" do custeio com seguro é proibida. "O Banco do Brasil está fazendo a venda casada, não libera recursos de custeio sem a contratação do seguro", diz o diretor executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa.
As denúncias contra o BB foram levadas ao ministro da Agricultura, Neri Geller, na quarta-feira, por representantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) e a Aprosoja Brasil. Segundo participantes da reunião, o ministro afirmou que, se não houver denúncia formal de produtores, nada poderá ser feito. A Aprosoja argumenta que os produtores têm medo de retaliações do BB, principal agente financeiro do agronegócio no País. Apesar do impasse, Geller se comprometeu a tratar o tema no governo.
O seguro representa em média 10% do valor do crédito dos agricultores como financiamento de custeio da produção. O governo assume até 60% do valor segurado. O governo liberou R$ 557,6 milhões pelo PSR no ano passado. Para a safra 2014/2015, a meta é empenhar R$ 700 milhões para 80 mil produtores.
Concentração. O líder da bancada ruralista no Congresso Nacional, deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), diz que o BB justificou que a suspensão se deve à falta de normas do Ministério da Agricultura para regulamentar o repasse dos R$ 700 milhões do Plano Safra 2014/2015. Segundo Heinze, há indicação as regras do seguro sejam definidas na próxima semana. "O Banco do Brasil já repassou R$ 150 milhões dos R$ 170 milhões e segurou até agora porque ainda não há uma definição de como a subvenção será feita", diz o presidente da FPA.
Rosa, da Aprosoja, diz que a suspensão tem outro fundamento: o Banco do Brasil está pressionando o governo para não haver uma pulverização dos recursos. O BB Mafre tem cerca de 70% do mercado de seguro agrícola. O banco recebe repasses da Agricultura, desde o início do programa em 2005.
O modelo foi contestado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A Corte decidiu, em abril, que a subvenção deve ser repassada diretamente ao produtor e não às seguradoras. Ficou acertado que enquanto não houver sistema para repasse direto, o ministério deveria distribuir cotas iguais dos R$ 700 milhões às seguradoras. Com isso, o mercado tende a descentralizar e o BB pode perder a liderança. O BB nega, por meio de sua assessoria, a "venda casada". O banco diz que também diz permite o seguro por outras seguradoras que não a BB Mafre.
Fonte: Estadão 

Folga assiduidade vale até agosto



Na Campanha 2013 a categoria garantiu, entre outras conquistas, o direito a folga assiduidade. Prevista na cláusula 24ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), a folga é um dia de ausência remunerada ao bancário que não tenha falta injustificada no período de 1º de setembro de 2012 a 31 de agosto de 2013.

O direito vale para os bancários com um ano de vínculo empregatício com o banco e em efetivo exercício no dia 18 de outubro de 2013 (assinatura da CCT). E mais: a folga deve ser usufruída até o próximo dia 31 de agosto e a data será definida pelo funcionário em conjunto com o gestor.

A folga não poderá ser convertida em pecúnia, não adquire caráter cumulativo e não poderá ser utilizada para compensar faltas ao serviço. O Banco que já concede folgas ao empregado, como “faltas abonadas”, “abono assiduidade”, “folga de aniversário”, fica desobrigado do cumprimento desta cláusula, sempre observando a fruição dessa folga em dia útil.

Avaliação
Quem ainda não gozou a folga remunerada deve entrar em contato com o gestor, o mais rápido possível, e marcar o dia, até porque o direito não é cumulativo. Ou seja, quem não usufruir a folga referente ao período setembro 2012 a agosto de 2013, perde o direito. “A folga é uma conquista e os bancos devem cumprir rigorosamente o que está previsto na CCT. O bancário não deve aceitar nada imposto; a folga deve ser definida entre as partes envolvidas. Só para ilustrar, para alguns funcionários lotados em São Paulo o Bradesco anotou o dia 31 de dezembro do ano passado como abono-assiduidade. Como não houve concordância dos bancários, após pressão do Sindicato, o Banco voltou atrás. Se isso ou algo similar ocorreu ou venha a ocorrer em qualquer local de trabalho instalada na região de Presidente Venceslau, o bancário deve denunciar ao Sindicato.

Fonte: Seeb Campinas

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JULHO 2014

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia
Associado
Agência
Cidade
05
Écio Ricardo
Banco do Brasil – Princesa Isabel
Presidente Venceslau
05
Caroline Yumi Miyashita
Banco Santander
Presidente Epitácio
06
Daniela Facholli de Souza
Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-11
Presidente Epitácio
07
Maria Elena Zambon Villas Boas
Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel
Santo Anastácio
09
Sidnei de Paula Corral
Banco Santander
Presidente Venceslau
11
Keila Cristina Marim Silva
Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
12
Célia Batista Galei
Banco Santander
Teodoro Sampaio
14
Osvaldo de Souza
Apos – Banco do Brasil
Presidente Venceslau
18
Anna Paula Cardoso de Lacerda
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
20
Fernanda Palma Fernandes Leão
Banco Santander
Teodoro Sampaio
20
Gleyse Hellen Santana Barbedo
Banco Santander
Primavera
23
Adriana Penteado Staut Trava
Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel
Santo Anastácio
25
Fernanda Nunes Ribeiro da Costa
Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
27
Maruska de Azevedo Oliveira
Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-06
Presidente Epitácio
29
João Marcos de Melo
Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
29
André Wilson de Morais Azevedo
Banco do Brasil – Av. Pres. Vargas, 8-11
Presidente Epitácio













OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br

terça-feira, 24 de junho de 2014


24/06/2014

Santander investe R$ 1,1 bi em data center
Por Fabiana Lopes

Localizada em Campinas (SP), nova central de processamento de dados do banco espanhol tem capacidade de realizar 210 milhões de transações por dia

Com um investimento de R$ 1,1 bilhão o Santander Brasil inaugurou ontem um novo data center em Campinas, interior de São Paulo, que trará ao banco um aumento de 50% da atual capacidade de processamento e deve se tornar um centro de comando do Grupo Santander para as unidades da América Latina. O objetivo do banco é que a nova infraestrutura seja a base para o crescimento projetado para os próximos anos.
De olho na expansão dos negócios, os bancos brasileiros estão em meio a um ciclo de construção de centros de processamento de dados, investimentos feitos para décadas. Primeiro na fila, o Bradesco colocou seu data center em operação em 2008. O Banco do Brasil inaugurou sua nova central no ano passado e o Itaú Unibanco prepara o lançamento de dois novos parques para 2016.
A expansão da infraestrutura é uma resposta das instituições ao aumento das transações nos últimos anos. Isso se deve não só à bancarização como também à mudança na maneira como o cliente interage com o banco.
Até meados do ano 2000, grande parte das transações era feita nas agências, e o processamento finalizado durante a noite. Hoje, com mais canais de acesso disponíveis, os clientes realizam mais transações, exigindo respostas imediatas dos bancos. Isso aumenta a necessidade de armazenamento, processamento e segurança da informação.
Com o lançamento do novo data center do Santander, as antigas infraestruturas de dados na região da Paulista e de Santo Amaro, em São Paulo, serão desativadas. Todo o processamento e armazenamento do banco será direcionado para Campinas.
A tecnologia foi construída em um terreno de 800 mil m2 e, além de aumentar a capacidade em 50%, foi projetada para crescer até seis vezes nos próximos anos, de acordo com a demanda. Hoje, as instalações iniciam as operações com uma capacidade de armazenar mais de 5 Petabytes (ou 5 milhões de Gigabytes) e o "mainframe" - principal computador do banco - pode realizar, em média, 210 milhões de transações por dia.
"Isso [a construção do data center] nos dá base para continuar crescendo", disse o presidente do Santander, Jesús Zabalza, durante a cerimônia de inauguração do novo espaço.
Não foram poucas as falhas tecnológicas que o Santander enfrentou desde a integração com o banco Real, em 2009. Problemas chegaram por dias a impedir o pagamento de contas no internet banking e até saques nos caixas eletrônicos. Em 2011, durante entrevista ao Valor, Marcial Portela, ex-presidente do Santander Brasil, admitiu que as interrupções levaram o banco a perder clientes.
Apesar de não ser garantia de que o cliente nunca enfrentará problemas tecnológicos com o banco, o novo data center do Santander é capaz de assegurar 99,995% de disponibilidade dos dados armazenados, mesmo em caso de desastres, segundo a certificação "tier IV" (nível 4) dada pelo Uptime Institute. Apenas 12 outros centros no mundo têm esse selo.
O data center de Campinas também poderá se tornar um centro de comando do Grupo Santander para as unidades da América Latina, mas ainda sem data definida. O banco está em países como México, Argentina e Chile.
Em um movimento similar, apostando no crescimento do banco, o Itaú está investindo R$ 2,3 bilhões na construção de dois data centers na região de Mogi Mirim, São Paulo. A nova estrutura vai substituir a central do banco no bairro da Mooca, em São Paulo, que se tornaria insuficiente em 2018.
O projeto, segundo o diretor de infraestrutura do Itaú, Rooney Silva, tem três grande etapas que incluem a construção de seis data centers em um terreno de 815 mil m2. Os dois primeiros serão lançados em 2016, mais dois ficarão prontos em 2023 e, por fim, os dois últimos entregues em 2035. "A nossa projeção é suportar o banco nos próximos 30 anos", diz Silva.
O Banco do Brasil investiu na ampliação da sua infraestrutura para suportar as transações nos próximos 15 anos, de acordo com o gerente-geral de tecnologia do BB, Daniel Oliveira. O banco já tinha um complexo central de tecnologia em Brasília, com dois data centers, inaugurados em 1998 e 2010. O segundo complexo, conhecido como Capital Digital, foi inaugurado em março do ano passado com um investimento de R$ 1,85 bilhão. O novo centro de processamento foi construído por meio de uma parceria público-privada do governo federal, com a Caixa Econômica Federal.
No Bradesco, a capacidade de processamento do data center inaugurado em Osasco, em 2008, ainda pode ser dobrada com os computadores que tem hoje. Mesmo em dias de pico, quando as máquinas atingem 300 milhões de transações, ainda sobra uma capacidade ociosa de 30%. "Estamos em uma situação bastante confortável hoje", diz Waldemar Ruggiero, diretor de processamento de dados do Bradesco.(Colaborou Carolina Mandl)


terça-feira, 27 de maio de 2014

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE JUNHO DE 2014

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.                                         

Dia
Associado
Agência do
Cidade
02
Elvislaine Ferreira
Banco do Brasil – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
03
Isabel Clotilde Trava A. Dugaich
Banco do Brasil – Trav. Osvaldo Cruz
Santo Anastácio
03
Valter Rozeno de Souza
Banco Bradesco
Teodoro Sampaio
07
Adivania Garcia Ernandes
Banco Santander
Presidente Epitácio
11
Andressa Augusto dos Santos
Banco Santander
Primavera
12
Sandra Cristina Chaves Toquato
Banco Santander
Santo Anastácio
13
Érica Alves Oliveira
Banco Santander
Presidente Epitácio
17
Débora Marioto Dantas
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
18
Jaqueline Gonçalves de Oliveira
Caixa Econômica Federal
Teodoro Sampaio
18
Valdemir Aguiar dos Santos
Banco Itaú Unibanco – R. Campos Sales
Presidente Venceslau
18
Tassia Maria Paccas Silva
Banco do Brasil
Presidente Epitácio
20
Hamilton Hiroshi Kanashiro
Banco Santander
Presidente Venceslau
22
Carla dos Santos Brugatti
Banco Bradesco
Presidente Venceslau
25
Mariana Arfelli
Banco do Brasil
Piquerobi
25
Patrícia Lie Oba
Banco do Brasil
Euclides da Cunha
26
Denílson César Veríssimo Correia
Banco Itaú Unibanco – Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
26
Tatiana Pereira Aidar
Banco Itaú Unibanco – Rua Campos Sales
Presidente Venceslau
30
Alyne Cristina dos Santos
Banco do Brasil – Travessa Ten. Osvaldo
Presidente Venceslau

 OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, fax: 018-3271-5950 ou e-mail: seebpv@terra,com.br 

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Lucro da Caixa cresce 15,3% com alta do crédito, mas inadimplência avança

EDUARDO CUCOLO | FOLHA DE S.PAULO
DE BRASÍLIA
21/05/2014  12h04 - Atualizado às 12h20

A Caixa Econômica Federal registrou forte avanço no crédito no primeiro trimestre de 2014, com impactos sobre lucro, receitas e inadimplência.
O banco estatal lucrou R$ 1,5 bilhão nos três primeiros meses do ano, alta de 15,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
A carteira de crédito da instituição cresceu 33% na mesma comparação, com saldo de R$ 519,8 bilhões. Segundo a Caixa, o banco foi responsável por quase 60% do aumento no crédito em todo o sistema financeiro nacional. Com isso, alcançou participação de mercado de 18,6%.
No primeiro trimestre, foram liberados R$ 94,2 bilhões em financiamentos, 9,8% acima do mesmo período de 2013.
Também foi destaque o aumento dos ganhos da instituição com operações de títulos e valores mobiliários (51,3% em 12 meses) e com prestação de serviços e tarifas (13,4%). Esse último resultado, segundo o banco, foi influenciado pelo aumento do volume de negócios com clientes.
INADIMPLÊNCIA
O índice de inadimplência totalizou 2,6%, alta de 0,3 ponto porcentual em relação ao final de 2013. O índice de Basileia encerrou o período em 13,7%.
A carteira de crédito habitacional atingiu saldo de R$ 284,3 bilhões, com alta um pouco abaixo da média da sua carteira total (29,1%).
O crédito comercial (saldo de R$ 180,6 bilhões) teve crescimento de 35,3%, incluindo pessoas físicas e jurídicas. Para infraestrutura, o aumento foi de 50,9%.
OUTROS BANCOS
A Caixa é o último dos grandes bancos a divulgar os dados do terceiro trimestre. Na maior parte dos casos, as instituições tiveram avanço no lucro e redução da inadimplência.
O Santander Brasil foi a exceção, ao apurar redução de 6% no lucro do primeiro trimestre, para R$ 1,428 bilhão.

O Itaú teve o maior resultado, R$ 4,419 bilhões, um aumento de 27,28% em relação a igual período do ano passado. Em seguida ficaram Bradesco (R$3,443 bilhões) e Banco do Brasil (R$ 2,678 bilhões).