quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Polícia Federal marca 104ª reunião da CCASP para dia 4 de março


  
Processos contra bancos e empresas são julgados nas reuniões da CCASP

A Polícia Federal (PF) marcou a realização da 104ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos da Segurança Privada (CCASP) para o próximo dia 4 de março, às 9h, em Brasília. Estarão em julgamento os processos movidos contra bancos, empresas de vigilância, transporte de valores e centros de formação de vigilantes, em razão do descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e das normas da PF. 

Essa será a primeira reunião em 2015. A CCASP é um fórum consultivo, que conta com representações do governo, bancários, através da Contraf-CUT, vigilantes e entidades patronais, como a Febraban. 

Os processos contra bancos são abertos pelas delegacias estaduais da Polícia Federal (Delesp) por ocasião da fiscalização anual do plano de segurança dos estabelecimentos bancários, bem como a partir de denúncias de irregularidades que podem ser também encaminhadas pelas entidades sindicais.

> Clique aqui para ver os endereços da Polícia Federal em todo o país.

"Continuamos orientando os sindicatos e as federações de bancários a verificar se a legislação federal de segurança está sendo cumprida ou não nas agências e postos de atendimento bancário. Caso negativo, as entidades devem encaminhar denúncias por escrito para a Delesp mais próxima, pedindo fiscalização para que as normas de segurança sejam respeitadas, como forma de proteger a vida de trabalhadores e clientes", reafirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.

Reunião do Coletivo Nacional

A Contraf-CUT promove uma reunião do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, na véspera, no dia 3 de março, às 9h, no espaço da Confederação, nas dependências do Sindicato dos Bancários de Brasília.

O objetivo é analisar os processos, que estarão em pauta na reunião da CCASP, e discutir outros assuntos de segurança bancária.


Fonte: Contraf-CUT
HSBC descumpre CCT e cobra metas pelo aplicativo Whatsapp
Uma das conquistas da Campanha Nacional dos Bancários 2013 foi a inclusão da cláusula 36ª da Convenção Coletiva de Trabalho, que proíbe a cobrança do cumprimento de metas por mensagem no telefone particular do empregado.
Apesar disso, o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região tem recebido denúncias de funcionários do HSBC relatando que os gestores do banco inglês estão adotando uma nova prática: criam grupos no aplicativo de mensagens Whatsapp justamente para cobrar produtividade e cumprimento de metas.
As cobranças insistentes não tem hora nem dia, e os celulares acusam o recebimento de mensagens o tempo todo.
O Sindicato ressalta que, com esta atitude, o HSBC está descumprindo a CCT 2014/2015 e informa que já está tomando as providências cabíveis para coibir mais este abuso.
A entidade já entrou em contato com a direção do banco, que está apurando as denúncias. Os bancários que foram incluídos em grupos do Whatsapp para a cobrança de meta devem entrar em contato com o Sindicato.

DENÚNCIA – Se isto estiver acontecendo com você, denuncie. O  Sindicato dos Bancários de Presidente Venceslau e Região está aqui para servir à você, bancário, garantir seus direitos e condições de trabalho dignas.
O Seeb P. Venceslau está localizado na rua Antonio Marques da Silva, 2245, Jardim Morada do Sol, Presidente Venceslau-SP. O telefone é o (18) 3271-1333.
DENUNCIE!!!
Fonte: Contraf-CUT

Lucro ajustado do BB cresce 9,6% e atinge R$ 11,3 bilhões em 2014


O Banco do Brasil divulgou na manhã desta quarta-feira (11) o balanço de 2014 com lucro ajustado (ou recorrente, que exclui fatores e eventos extraordinários, como os ganhos com o IPO da BB Seguridade, ocorrido em 2013) de R$ 11,343 bilhões, o que representa alta de 9,6% (o ganho nas mesmas bases um ano antes foi de R$ 10,3 bilhões). 

Conforme informações da imprensa, no quarto trimestre do ano passado o BB registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre, quando o montante ficou em R$ 2,8 bilhões, houve incremento de 4,7% no lucro líquido. 

A remuneração dos acionistas no fechamento do ano atingiu R$ 1,2 bilhão, o que equivale a 40% do lucro líquido.

O crédito imobiliário cresceu 59,1% em dezembro de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo saldo de R$ 38,8 bilhões. 

O financiamento às empresas cresceu 74% em um ano, representando R$ 10,3 bilhões. Em relação às pessoas físicas, houve aumento de 54,3% no mesmo período, um saldo de R$ 28,5 bilhões.

No acumulado de 12 meses, o BB desembolsou R$ 19 bilhões nas operações imobiliárias. O montante representa uma elevação de 34,1% na comparação com 2013. O resultado indica que o banco aumentou sua participação de mercado no último ano de 6,2% para 7,7%.

O crédito para empresas cresceu 9,9% no fechamento do ano passado, com um valor de R$ 354,1 bilhões. Na comparação com o trimestre anterior, o valor representa uma elevação de 3,5% no valor do crédito. 

O saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento de micro e pequenas empresas (com faturamento bruto anual de até R$ 25 milhões) alcançou R$ 102,2 bilhões, um crescimento de 2,4% em 12 meses.

Em relação à inadimplência, os índices do BB ficaram abaixo dos patamares do Sistema Financeiro Nacional. No fechamento de dezembro, as operações vencidas há mais de 90 dias representavam 2,03% da carteira de crédito. No mesmo período, o sistema nacional registrou índice de 2,9%.

Análise do Dieese

A subseção do Dieese na Contraf-CUT já está analisando o balanço do BB de 2014, cujo resultado será divulgado ao longo desta quarta-feira.

Pagamento da PLR

Com a publicação do balanço, a Contraf-CUT reivindica o pagamento da PLR do segundo semestre de 2014, dentro da maior brevidade possível. 


Fonte: Contraf-CUT com EBC e G1

Lucro da Caixa cresce 5,5% e atinge R$ 7,1 bilhões em 2014


  
Contraf-CUT reivindica pagamento da segunda parte da PLR

A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta quinta-feira (12) ter registrado lucro líquido de R$ 7,1 bilhões em 2014. Frente a 2013, o resultado foi 5,5% superior ao de 2013. No quarto trimestre, o lucro atingiu R$ 1,8 bilhão - valor 5,1% acima do mesmo período do ano anterior.

O balanço da instituição financeira foi divulgado pelo presidente Jorge Hereda, que será substituído no próximo dia 23 pela ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior, após quatro anos no cargo.

"Entre junho, julho e agosto, conseguimos ser o terceiro maior banco em ativos. Antes disso, fomos o segundo de crédito no país. Defendemos nossa posição de primeiro player na habitação e poupança. Aumentamos nosso share [participação] na poupança. 2014 foi um ano difícil, mas mesmo assim tivemos os objetivos alcançados", disse Hereda.

Em 2014, o saldo da carteira de crédito do banco alcançou R$ 605 bilhões, um avanço de 22,4% em 12 meses. Na comparação trimestral, a alta foi menor, de 5%. A Caixa informa que sua participação no mercado de crédito foi de quase 20% no ano.

Em ativos próprios, o saldo cresceu 4,5% em relação ao terceiro trimestre e 24% frente a 2013, ficando em R$ 1,1 trilhão.

Análise do Dieese

A subseção do Dieese na Contraf-CUT já está analisando o balanço do Caixa de 2014, cujo resultado será divulgado ao longo desta quinta-feira.

Pagamento da PLR

Com a publicação do balanço, a Contraf-CUT reivindica o pagamento da segunda parte PLR de 2014, incluindo a PLR Social, dentro da maior brevidade possível. 


Fonte: Contraf-CUT com G1

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Lucro do Itaú cresce 29% e sobe para R$ 20,242 bilhões em 2014


  
O Itaú Unibanco anunciou nesta terça-feira (3) que encerrou 2014 com lucro líquido de R$ 20,242 bilhões, 29% acima do resultado de R$ 15,696 bilhões registrado um ano antes.

No quarto trimestre de 2014, o banco teve lucro de R$ 5,52 bilhões, contra R$ 4,646 bilhões no mesmo período de 2013 e de R$ 5,404 bilhões nos três meses anteriores.

Em 2013, o lucro do Itaú foi o maior da história dos bancos brasileiros de capital aberto, de acordo com levantamento da consultoria Economatica.

No final de 2014, o índice de inadimplência das operações vencidas acima de 90 dias caiu 0,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e 0,6 ponto percentual frente a dezembro de 2013, e "é, novamente, o menor nível histórico desde a fusão entre Itaú e Unibanco em novembro de 2008", segundo o balanço.

Em 31 de dezembro de 2014, o saldo total dos ativos do banco atingiu R$ 1,2 trilhão, aumento de 4,4% em relação ao final do trimestre anterior e evolução de 9,3% sobre o ano anterior.

Bradesco

Na sexta-feira (30), o Bradesco, segundo maior banco privado do país, estreou a temporada de balanços das instituições financeiras brasileiras e informou ter registrado lucro líquido de R$ 15,089 bilhões, valor 25,6% superior aos R$ 12 bilhões registrados em 2013.

Análise do Dieese

A subseção do Dieese na Contraf-CUT já está analisando o balanço do Itaú de 2014, cujo resultado será divulgado ao longo desta terça-feira.

Pagamento da PLR

Com a publicação do balanço, a Contraf-CUT reivindica também o pagamento da segunda parcela da PLR. O Bradesco já anunciou que o crédito será feito na próxima sexta-feira (6).


Fonte: Contraf-CUT com G1

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Lucro do Bradesco sobe 25,6% e chega a R$ 15 bilhões em 2014

 
O Bradesco, segundo maior banco privado do país, estreando a temporada de balanços das instituições financeiras brasileiras, informou nesta quinta-feira (29) que teve lucro líquido de R$ 15,089 bilhões, valor 25,6% superior aos R$ 12 bilhões registrados em 2013.

No quarto trimestre, os ganhos somaram R$ 3,993 bilhões, depois de atingir R$ 3,875 bilhões nos três meses anteriores - um aumento de 3%. Já em relação ao mesmo período de 2013, a alta foi de 29,7%.

O índice que mede a inadimplência dos clientes superior a 90 dias ficou estável nos últimos 12 meses, e encerrou o ano em 3,5%.

No último trimestre de 2014, a despesa de provisão para devedores duvidosos (valor separado pelo bando contra possíveis calotes) atingiu R$ 3,307 bilhões, queda de 1,2% em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, essa despesa mostrou alta de 11,7%.

Em 31 de dezembro de 2014, o valor de mercado do Bradesco era de R$ 145,536 bilhões, uma expansão de 13,6% em relação ao registrado no final do ano anterior.

Os ativos totais do banco conjunto de bens, valores e créditos que formam o patrimônio da empresa) registraram saldo de R$ 1,032 trilhão, crescimento de 13,6% em relação à dezembro de 2013.

A previsão do Bradesco é de que sua carteira de empréstimos terá expansão de 5 a 9% em 2015.

No segmento corporativo, a previsão do banco é de aumento de 4 a 8% neste ano, enquanto para pessoa física, a estimativa é de 8 a 12% de incremento. O banco também projetou evolução de 8 a 12% na receita com tarifas e serviços neste ano.


Fonte: G1 - SP

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Pressão sindical faz Dilma rever novo seguro-desemprego, diz Folha


Folha de S.Paulo
Valdo Cruz 
Julianna Sofia


O governo já admite reservadamente que vai ceder às centrais sindicais e rever parte das mudanças nas regras do seguro-desemprego que endureceram o acesso ao benefício trabalhista.

Segundo a Folha apurou, a equipe da presidente Dilma chegou à conclusão de que, sem alterações, a medida provisória que restringiu o benefício não será aprovada no Congresso Nacional.

Assessores presidenciais disseram à reportagem que, diante da reação contrária de lideranças sindicais, a estratégia era fazer concessões durante a fase de tramitação da proposta no Legislativo.

Agora, após declarações do ministro Joaquim Levy (Fazenda) avaliadas pelo Palácio do Planalto como infelizes, a equipe de Dilma acredita que pode ser obrigada a sinalizar mais concretamente o que irá mudar na próxima reunião com as centrais sindicais, em 3 de fevereiro.

Na semana passada, em Davos (Suíça), Levy chamou de "ultrapassado" o modelo do seguro-desemprego, o que irritou sindicalistas e até assessores de Dilma.

Seu colega Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência) divulgou nota no sábado (24) classificando o seguro-desemprego como "cláusula pétrea" dos direitos dos trabalhadores.

O próprio Levy reconheceu internamente no governo que não foi feliz em suas declarações. Ele defende mudanças no sistema, mas sem retirar direitos trabalhistas.

Jovens

Segundo a Folha apurou, o governo pode mudar o período de carência para concessão do benefício na primeira solicitação feita pelo trabalhador. As centrais sindicais consideram que essa regra prejudica principalmente jovens num período da economia em que deve haver alta de desemprego nesta faixa.

Pelas regras definidas pela equipe econômica, a carência subiria de 6 para 18 meses nos últimos 24 meses trabalhados na primeira solicitação do benefício. No segundo pedido, o prazo passou de 6 para 12 meses nos últimos 16 meses trabalhados. Na terceira, foi mantida a carência de seis meses.

O governo também propôs mudanças no abono salarial, no seguro-defeso (pago a pescadores no período de proibição da pesca) e na pensão pós-morte.
Lançado no fim de 2014, o pacote de mudanças em benefícios trabalhistas e previdenciários visa economizar R$ 18 bilhões neste ano para reequilibrar as contas públicas. São R$ 9 bilhões apenas com o seguro-desemprego.

Presidente da Força Sindical, Miguel Torres diz que mudar só a carência do seguro-desemprego não é "suficiente". Ele também defende ajustes no seguro-defeso e na pensão pós-morte.
Presidente da CUT, Vagner Freitas defende mudanças em todas as medidas.

As centrais estão organizando manifestações contra as propostas, classificadas por elas de conservadoras.