segunda-feira, 30 de março de 2015

Aniversariantes do mês de Abril de 2015

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia
Associado
Agência
Cidade
02
Keila Gonçalves Speridião
Banco Santander
Teodoro Sampaio
04
Braian de Gois Negri
Banco Itaú Unibanco
Presidente Epitácio
05
Patricia Caldeira de Almeida
Banco Santander
Primavera
06
Neide da Silva Alves
Caixa Econômica Federal
Santo Anastácio
09
Adriely Paula Lima Mattos
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau
09
Thais da Silva Santos
Banco Itaú Unibanco
Presidente Epitácio
09
Paula Cristina Mendes Joaquim
Banco Santander
Presidente Epitácio
12
Bruno Eduardo F. P. Dassie
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau
12
Igor Silingowschi
Caixa Econômica Federal
Presidente Epitácio
15
Glenda Tanaka Souza Matos Santos
Banco do Brasil – Travessa Tentente
Presidente Venceslau
18
Maria Luiza Soares Lopes
Banco Santander
Caiuá
22
Anderson Luis Fossaluza
Banco Bradesco
Presidente Venceslau
24
Loanda Mª S. Oliveira Hamada
Caixa Econômica Federal
Presidente Venceslau
25
Sandra Bonini Rapchan
Banco do Brasil – Rua Osvaldo Cruz
Santo Anastácio
27
Patricia Ritter de Moura
Banco do Brasil
Primavera
28
Luciana B. Palharini Pereira
Caixa Econômica Federal
Presidente Epitácio
29
Juliana Denise Baugarien
Banco Santander
Santo Anastácio
30
Marcel Fernandes Chiari
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio








OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, fax: 018-3271-5950 ou e-mail: seebpv@terra,com.br.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Justiça anula contribuições de 35% sobre salário de empregado afastado

A Justiça tem liberado empresas de recolher uma série de contribuições que incidem sobre o salário de funcionários no caso de afastamento por acidente ou doença. Somados, os encargos chegam a 35% sobre o pagamento.

A possibilidade de escapar das contribuições ganharam destaque porque a partir de 1º de março as empresas passarão a pagar pelos primeiros 30 dias de afastamento, conforme mudança prevista na Medida Provisória (MP) 664, sancionada no ano passado.

"A MP majorou a responsabilidade da empresa. Antes, tinha que pagar salário por 15 dias, agora são 30", explica o especialista do Raeffray Brugioni Advogados, Marcelino Alves de Alcântara. "Só a partir do 31º dia o empregado vai ao INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]", acrescenta o advogado.

Ele conta que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já tratou do tema como recurso repetitivo, regime em que os magistrados dão parecer definitivo sobre determinada questão. No caso, conforme o Recurso Especial 1.230.957, de 2011, ficou estabelecido que é ilegal a cobrança das contribuições sobre o salário do afastado.

O entendimento da Justiça é baseado no raciocínio de que contribuições incidem apenas sobre os pagamentos que se enquadram na categoria de remuneração. Contudo, explica o especialista, o salário do funcionário impedido de trabalhar seria de natureza indenizatória, pois não existe serviço prestado em troca do pagamento.

Com essa tese pacificada no STJ, mesmo os juízes de primeira e segunda instância ficam obrigados a seguir o entendimento. Isso dá às empresas uma probabilidade muito grande de vitória.

Segundo Alcântara, o benefício de escapar da contribuição pode ser aproveitado por quase qualquer firma, exceto entidades filantrópicas e as companhias que estão no Simples Nacional. Estas últimas recolhem apenas alíquota única sobre faturamento, o que substitui as contribuições.

Impacto financeiro

O benefício conseguido por uma ação judicial para anular as contribuições também varia de acordo com as alíquotas de cada uma delas. Nas contas de Alcântara, não é difícil que os encargos somem 35% sobre o salário do afastado.

A cota ocupacional da contribuição previdenciária é de 20%. Em seguida, soma-se a alíquota de 0,5% a 6% referente aos Riscos Ambientais do Trabalho (RAT) e ao Fator Acidentário de Prevenção (FAP). Por fim, paga-se de 0,2% a 7,7% em contribuições a entidades terceiras, que financiam, por exemplo, o Sistema S, que inclui entidades como Sesc, Sesi, Senai, Senar e outros.

"Quando somamos tudo, a alíquota fica entre 30% e 35%", conclui Alcântara. Para um salário de R$ 1.000, diz ele, a empresa pagaria até R$ 350 em contribuições. "Sem contar que esta pessoa não está trabalhando e que a empresa continua pagando o salário."

Outros fatores a se considerar seriam o número de funcionários e o índice de afastamento. Considerando os dois critérios, o advogado destaca que a contribuição pesa principalmente em ramos como construção civil, transporte, indústria, confecção e hospitais. "Nos transportes, por exemplo, os motoristas têm muitos problemas com depressão. Isso gera muito afastamento", acrescenta.

Mesmo que os benefícios para empresas com grande número de funcionários sejam mais evidentes, também para as de menor porte pode haver vantagem. Segundo o advogado, ao se considerar que a sociedade pode permanecer em atividade por muitos anos, o montante pago em contribuições sobre salário de afastados cresce. "Se não pedir agora o benefício na Justiça, vai pagar contribuição para o resto da vida", destaca o especialista. "Ainda que a empresa seja de pequeno porte, no longo prazo vai ter beneficio."

Liminar

Com as modificações trazidas pela MP 664, um dos riscos era que as sentenças judiciais conseguidas no passado fossem canceladas a partir de 1º de março. Isto porque a sentença judicial só é válida em seus termos exatos. Se há modificação na legislação, o fiscal pode desconsiderar a sentença e acabar autuando a empresa.

Por isso, Alcântara pediu na Justiça que benefício conseguido na regra vigente hoje (a de 15 dias) fosse estendido já levando em conta o aumento do prazo da MP. No último dia 10, a 8ª Vara da Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar nesse sentido, favorecendo a Blackpool Indústria e Comércio Ltda., empresa atuante no ramo de confecção. "Esse tipo de atividade emprega muita mão de obra e possui índice elevado de afastamento", comenta o advogado.

Apesar de não concordar com o entendimento firmado no STJ, o juiz federal Clécio Braschi acabou aceitando o pedido. Na decisão, ele disse: "Ressalvando expressamente meu entendimento neste tema, em atenção ao princípio da segurança jurídica e da uniformidade da aplicação do direito, passo a observar a orientação jurisprudencial do STJ".

O advogado afirma que para evitar o risco de autuação ele também entrou com pedido similar para outras 20 empresas. Muitas delas já tinham decisões favoráveis na regra atual e buscam preservar o benefício. Para Alcântara, considerando o cenário econômico complicado, qualquer medida que implique em redução de carga tributária chama a atenção do empresariado.

Roberto Dumke

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Aniversariantes do mês de Março de 2015

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia
Associado
Agência
Cidade
03
Vânia Maria Bocardi Patrão
Banco do Brasil – Travessa
Presidente Venceslau
06
Rafaela da Silva Germano
Banco Santander
Presidente Epitácio
07
Juliano Hideo Horii
Banco do Brasil - Travessa
Presidente Venceslau
07
Marlon Henrique Caro da Silva
Banco Bradesco
Teodoro Sampaio
09
Sylvia Maria da Cunha A. Murari
Banco Bradesco
Presidente Venceslau
11
Michelle de Souza Ribeiro
Banco Bradesco
Teodoro Sampaio
11
Murilo Lima Fanelli
Banco do Brasil
Presidente Epitácio
20
Reinaldo Eiji Miyakawa
Banco do Brasil – Osvaldo Cruz
Santo Anastácio
21
Geise Oliveira da Silva Sanches
Banco Santander
Presidente Epitácio
22
Barbara Uemura Taguchi
Banco do Brasil – Travessa
Presidente Venceslau
22
Ângela R. Alvim Chrisostomo
Banco Santander
Presidente Epitácio
23
Hallison Francisco Silveira
Banco do Brasil
Euclides da Cunha
24
Douglas dos Santos Souza
Banco Santander
Presidente Epitácio
24
Luciano Scandelai Ribeiro
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
24
Joceli Lopes Silveira
Banco Santander
Teodoro Sampaio
24
Oseias das Virgens de Souza
Caixa Econômica Federal
Teodoro Sampaio
25
Aroldo Tadioto
Banco do Brasil - Jóia Ribeirinha
Presidente Epitácio
27
Maria Aparecida Teixeira Silva
Banco do Brasil - Av. Princesa Isabel
Presidente Venceslau
27
Fernanda Cristina do Nascimento
Banco do Brasil – Travessa
Presidente Venceslau
27
Lucia Elena Marino
Banco do Brasil – Travessa
Presidente Venceslau
29
Moacir Sumio Hamada
Apos. - Santander
Presidente Venceslau
31
Osvaldo Pedro de Souza
Banco do Brasil – Praça Ataliba
Santo Anastácio
31
Michelle Regina Bertolotto
Banco Santander
Rosana/Primavera
31
Nagib Aparecido Hasbani
Banco Itaú Unibanco
Presidente Epitácio





OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, fax: 018-3271-5950 ou e-mail: seebpv@terra,com.br.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Confira datas de pagamento da PLR

Segunda parcela referente ao lucro dos bancos no ano passado tem de ser creditada até 2 de março
São Paulo – Os bancos já começaram a divulgar seus lucros do ano passado e, com isso, começa a se delinear o acerto da segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e do valor adicional para os bancários. Veja na tabela abaixo as datas e os formatos de pagamento dos créditos.

É sempre bom lembrar que essa é a segunda parcela da PLR e do valor adicional referentes ao lucro de 2014. A primeira parte foi antecipada no ano passado, pouco depois do encerramento da Campanha Nacional. Ou seja, ao fazer a conta de quanto vai receber agora, é necessário descontar o que foi adiantado lá atrás.

O prazo final para o crédito, de acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, é 2 de março.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Polícia Federal marca 104ª reunião da CCASP para dia 4 de março


  
Processos contra bancos e empresas são julgados nas reuniões da CCASP

A Polícia Federal (PF) marcou a realização da 104ª reunião da Comissão Consultiva para Assuntos da Segurança Privada (CCASP) para o próximo dia 4 de março, às 9h, em Brasília. Estarão em julgamento os processos movidos contra bancos, empresas de vigilância, transporte de valores e centros de formação de vigilantes, em razão do descumprimento da lei federal nº 7.102/83 e das normas da PF. 

Essa será a primeira reunião em 2015. A CCASP é um fórum consultivo, que conta com representações do governo, bancários, através da Contraf-CUT, vigilantes e entidades patronais, como a Febraban. 

Os processos contra bancos são abertos pelas delegacias estaduais da Polícia Federal (Delesp) por ocasião da fiscalização anual do plano de segurança dos estabelecimentos bancários, bem como a partir de denúncias de irregularidades que podem ser também encaminhadas pelas entidades sindicais.

> Clique aqui para ver os endereços da Polícia Federal em todo o país.

"Continuamos orientando os sindicatos e as federações de bancários a verificar se a legislação federal de segurança está sendo cumprida ou não nas agências e postos de atendimento bancário. Caso negativo, as entidades devem encaminhar denúncias por escrito para a Delesp mais próxima, pedindo fiscalização para que as normas de segurança sejam respeitadas, como forma de proteger a vida de trabalhadores e clientes", reafirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.

Reunião do Coletivo Nacional

A Contraf-CUT promove uma reunião do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, na véspera, no dia 3 de março, às 9h, no espaço da Confederação, nas dependências do Sindicato dos Bancários de Brasília.

O objetivo é analisar os processos, que estarão em pauta na reunião da CCASP, e discutir outros assuntos de segurança bancária.


Fonte: Contraf-CUT
HSBC descumpre CCT e cobra metas pelo aplicativo Whatsapp
Uma das conquistas da Campanha Nacional dos Bancários 2013 foi a inclusão da cláusula 36ª da Convenção Coletiva de Trabalho, que proíbe a cobrança do cumprimento de metas por mensagem no telefone particular do empregado.
Apesar disso, o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região tem recebido denúncias de funcionários do HSBC relatando que os gestores do banco inglês estão adotando uma nova prática: criam grupos no aplicativo de mensagens Whatsapp justamente para cobrar produtividade e cumprimento de metas.
As cobranças insistentes não tem hora nem dia, e os celulares acusam o recebimento de mensagens o tempo todo.
O Sindicato ressalta que, com esta atitude, o HSBC está descumprindo a CCT 2014/2015 e informa que já está tomando as providências cabíveis para coibir mais este abuso.
A entidade já entrou em contato com a direção do banco, que está apurando as denúncias. Os bancários que foram incluídos em grupos do Whatsapp para a cobrança de meta devem entrar em contato com o Sindicato.

DENÚNCIA – Se isto estiver acontecendo com você, denuncie. O  Sindicato dos Bancários de Presidente Venceslau e Região está aqui para servir à você, bancário, garantir seus direitos e condições de trabalho dignas.
O Seeb P. Venceslau está localizado na rua Antonio Marques da Silva, 2245, Jardim Morada do Sol, Presidente Venceslau-SP. O telefone é o (18) 3271-1333.
DENUNCIE!!!
Fonte: Contraf-CUT

Lucro ajustado do BB cresce 9,6% e atinge R$ 11,3 bilhões em 2014


O Banco do Brasil divulgou na manhã desta quarta-feira (11) o balanço de 2014 com lucro ajustado (ou recorrente, que exclui fatores e eventos extraordinários, como os ganhos com o IPO da BB Seguridade, ocorrido em 2013) de R$ 11,343 bilhões, o que representa alta de 9,6% (o ganho nas mesmas bases um ano antes foi de R$ 10,3 bilhões). 

Conforme informações da imprensa, no quarto trimestre do ano passado o BB registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre, quando o montante ficou em R$ 2,8 bilhões, houve incremento de 4,7% no lucro líquido. 

A remuneração dos acionistas no fechamento do ano atingiu R$ 1,2 bilhão, o que equivale a 40% do lucro líquido.

O crédito imobiliário cresceu 59,1% em dezembro de 2014 na comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo saldo de R$ 38,8 bilhões. 

O financiamento às empresas cresceu 74% em um ano, representando R$ 10,3 bilhões. Em relação às pessoas físicas, houve aumento de 54,3% no mesmo período, um saldo de R$ 28,5 bilhões.

No acumulado de 12 meses, o BB desembolsou R$ 19 bilhões nas operações imobiliárias. O montante representa uma elevação de 34,1% na comparação com 2013. O resultado indica que o banco aumentou sua participação de mercado no último ano de 6,2% para 7,7%.

O crédito para empresas cresceu 9,9% no fechamento do ano passado, com um valor de R$ 354,1 bilhões. Na comparação com o trimestre anterior, o valor representa uma elevação de 3,5% no valor do crédito. 

O saldo da carteira de crédito relacionado ao segmento de micro e pequenas empresas (com faturamento bruto anual de até R$ 25 milhões) alcançou R$ 102,2 bilhões, um crescimento de 2,4% em 12 meses.

Em relação à inadimplência, os índices do BB ficaram abaixo dos patamares do Sistema Financeiro Nacional. No fechamento de dezembro, as operações vencidas há mais de 90 dias representavam 2,03% da carteira de crédito. No mesmo período, o sistema nacional registrou índice de 2,9%.

Análise do Dieese

A subseção do Dieese na Contraf-CUT já está analisando o balanço do BB de 2014, cujo resultado será divulgado ao longo desta quarta-feira.

Pagamento da PLR

Com a publicação do balanço, a Contraf-CUT reivindica o pagamento da PLR do segundo semestre de 2014, dentro da maior brevidade possível. 


Fonte: Contraf-CUT com EBC e G1