terça-feira, 1 de setembro de 2015

Para Feeb SP/MS, força da categoria trará vitória na Campanha Nacional

Em 2015, a preocupação da categoria bancária para a Campanha Nacional é o emprego. Essa é a opinião de Jeferson Boava, presidente do Sindicato dos Bancários de Campinas e Secretário-geral da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul. "Esse tema tem atingido diretamente a categoria, principalmente os bancários de bancos privados. Nos bancos públicos a falta de contratação é a preocupação", afirmou.
Jeferson tem consciência das dificuldades do cenário macroeconômico no Brasil, mas acredita na categoria que vem de mais de uma década de aumento real, com muitas conquistas. "Sabemos que os bancários vão dar a resposta nessa nova campanha. A gente vê que a disposição de estar lutando e fazendo jus às suas reivindicações", disse.

Ele ainda completou. "Nós vemos com muito otimismo essa campanha. Temos certeza que a categoria bancária saberá dar resposta à altura aos altos lucros apresentados pelos bancos no primeiro semestre. Se necessário, inclusive, com enfrentamento e qualquer movimento que nos leve a alcançar nossos objetivos", garantiu.

Jeferson Boava ainda destacou o modelo de campanha nacional unificada, que vem sendo utilizado há anos e está consolidado como de êxito para toda a categoria. "Então vamos continuar com o Comando Nacional levando em frente esse modelo de campanha nacional unificada. É um modelo vitorioso que nós vamos continuar defendendo e implementando na nossa campanha 2015."


Fonte: Contraf-CUT

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Dia do Bancário: 64 anos comemorando lutas e superações


O dia 28 de agosto é dia de cumprimentar o trabalhador bancário, um profissional dedicado, perseverante, ousado e, sobretudo, corajoso, um lutador incansável, com senso de justiça e que trabalha duro, muitas vezes submetido a condições de trabalho inadequadas.

Enfrenta pressões, metas altíssimas, é exposto à violência urbana, sujeito a jornadas extensas, pois os patrões são hábeis no desenvolvimento de “soluções” para ampliar a jornada de trabalho fixada em  6h, e adoece. No verão, são inúmeras as paralisações de agências por sindicatos, obrigados a intervirem para evitar que o bancário seja exposto também às altas temperaturas, quando ar-condicionados param de funcionar e a ventilação do local é insuficiente para garantir um ambiente saudável. O avanço tecnológico, que por um lado, representa um importante aliado para a sociedade, para estes trabalhadores tem se tornado fator de preocupação, diante de investimentos maciços que os empregadores têm feito, buscando maximizar lucros cortando postos de trabalhos.

Trabalham em um dos ramos mais estressantes. No entanto, formam uma das categorias mais organizadas do país. Não à toa, estiveram presentes em mobilizações históricas, participaram e participam ativamente de importantes momentos da história da democracia brasileira.

O dia da comemoração, 28 de agosto, nasceu de um destes momentos. Uma greve em 1951, convocada pelos bancários paulistas e motivada por uma negociação marcada pelo desrespeito e desvalorização do trabalhador bancário, que em resposta às suas reivindicações, recebeu uma contraproposta acintosa, que não apenas negava o atendimento de suas demandas, como ainda ameaçava cortar direitos. A greve se estendeu por 69 dias, os trabalhadores enfrentaram repressão por parte do governo, mas o episódio terminou, felizmente, com a vitória do movimento sindical bancário, que obteve um reajuste 31%.

Em 1985, o movimento bancário nacional deu novas demonstrações de sua capacidade de organização e mobilização. No dia 31 de agosto, após o encerramento do Encontro Nacional dos Bancários, no ginásio do Guarani Futebol Clube, em Campinas, 10 mil bancários saíram em passeata rumo ao Largo do Rosário, localizado no Centro da cidade. Neste encontro, que em breve vai completar 30 anos, aprovamos a greve nacional que parou o sistema financeiro nos dias 11 e 12 de setembro daquele ano.

De lá para cá, foram inúmeras as lutas travadas ano após ano, buscando tornar o exercício da função de bancário, que é de extrema relevância para a sociedade, cada vez mais um trabalho decente, no sentido de valorizar este profissional e eliminar ao máximo, os entraves que ainda fazem com que seja um trabalho precário em muitos aspectos.

Sinto um orgulho enorme da história do movimento sindical bancário e de ter participado de episódios importantíssimos, como o da greve 1985, entre tantas batalhas em prol da melhoria das condições de trabalho para a categoria bancária que tive a oportunidade de integrar nestes mais de 40 anos de ingresso no setor.

Apesar de enfrentar tantas adversidades, inclusive neste ano, marcado por uma crise econômica bastante séria, por ameaças de demissões e de redução de direitos, o trabalhador bancário se mantém firme e confiante, lutando até o último instante para fazer valerem seus direitos.

Por todos estes motivos e muitos outros que não foram abordados, além das reflexões necessárias, o dia 28 de agosto é um dia de muita comemoração.

Parabéns a todas as bancárias e bancários!

Davi Zaia – Presidente da Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS) e Deputado Estadual (PPS-SP).



quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Negociações específicas entre o Comando Nacional e a Caixa começam hoje

Crédito: Contraf-CUT
Contraf-CUTEstarão em debate temas como saúde do trabalhador e segurança bancária

Nesta quinta-feira (27), às 14h30, em Brasília (DF), o Comando Nacional dos Bancários e a Caixa Econômica Federal iniciam as negociações da pauta específica de reivindicações da Campanha Nacional 2015. Estarão em debate temas como saúde do trabalhador e segurança bancária, com ênfase para a melhoria das condições de trabalho em todas as unidades do banco. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) assessora a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e o Comando Nacional nas negociações com os representantes da empresa. 

A pauta específica dos empregados da Caixa possui itens relacionados à saúde do trabalhador, condições de trabalho, Funcef e aposentados, fim do assédio moral, Saúde Caixa, jornada de seis horas e isonomia, entre outros. Outras prioridades são contratação de mais empregados, fim do programa Gestão de Desempenho de Pessoas (GDP), combate ao assédio moral e sexual, fim das metas abusivas, garantia do Saúde Caixa aos aposentados - inclusive para os que saíram pelo PADV, fim do voto de Minerva na Funcef, imediata incorporação do REB ao Novo Plano, fim da restrição de dotação orçamentária para horas extras e extensão da licença-prêmio e do anuênio para todos os admitidos a partir de 1998. 

Nas reivindicações sobre o tema saúde, os destaques são o pagamento do adicional de insalubridade para tesoureiro e caixa, o combate aos assédios moral e sexual e a todas as formas de violência organizacional. A Contraf/CUT - CEE/Caixa defende a realização obrigatória de avaliação psicológica do empregado por profissional de sua escolha. Para Fabiana Matheus, coordenada da CEE/Caixa, a luta pelo fim do assédio moral e sexual tem relação direta com a melhoria das condições de trabalho. Um dos principais desafios é avançar nesse quesito.

"Queremos uma Caixa cada vez mais pública, que seja referência no respeito ao cliente/usuário e na relação com seus empregados. Para isso, é fundamental que se acabe com o assédio moral e sexual e que se garanta o pagamento das horas extras e a contratação de mais empregados", complementa.

Em relação à segurança, os empregados da Caixa exigem a instalação de biombos entre os caixas e a fila de atendimento, vidros de proteção nos guichês de caixa e penhor e a elaboração de plano específico em unidades em áreas de risco. Também estão entre as reivindicações, a extensão da pausa de 10 minutos a cada 50 trabalhados a quem atende público, trabalha com entrada de dados ou faz movimentos repetitivos e a emissão de Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) a todos os bancários do estabelecimento na ocorrência de assalto, entre outras.

Para Fabiana Uehara Proscholdt, secretária da Juventude da Contraf-CUT, e representante da Confederação na CEE/Caixa, a mobilização dos empregados é fundamental. 

"O nosso abaixo-assinado por mais empregados na Caixa tem recebido o apoio de clientes e da população de todo o País. As melhorias nas condições de trabalho e o combate ao adoecimento dos bancários também passam pela ampliação das contratações. Os empregados estão sobrecarregados e a população sendo mal atendida", destaca Fabiana Uehara Proscholdt.

A minuta com os pontos definidos durante o 31º Congresso Nacional dos Empregados (Conecef), realizado entre os dias 12 e 14 de julho, em São Paulo (SP), foi entregue à direção da empresa, no último dia 11 de agosto, na capital paulista, ao mesmo tempo em que foi protocolada a pauta geral de reivindicações dos bancários para a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

O calendário de debates específicos está definido e prevê rodadas não só para o dia 27 de agosto, mas também para as datas de 4 de setembro (Saúde Caixa, Funcef e aposentados), 11 de setembro (carreira, isonomia e organização do movimento) e 18 de setembro (contratação, condição de funcionamento das agências e jornada/Sipon). 

Fonte: Contraf-CUT com Fenae

quarta-feira, 26 de agosto de 2015



Negociação sobre saúde e condições de trabalho termina sem avanços no BB


Os trabalhadores do Banco do Brasil deram continuidade nesta terça-feira (25) a mesa de negociações específicas com o BB. A Comissão de Empresa dos Funcionários (CEE) e os representantes do banco debateram a pauta de saúde e condições de trabalho.

Licença saúde e retorno ao trabalho
Foi cobrado do Banco do Brasil a melhoria das condições dos funcionários em licença saúde, como a prorrogação do pagamento dos auxílios refeição e a cesta alimentação durante todo o período da licença, bem como a irredutibilidade do salário durante o período de afastamento. O banco considera muito difícil o atendimento desta proposta. Os funcionários argumentaram que a perda dos tickets alimentação e refeição tem levado muitos funcionários a trabalharem doentes, o que agrava e prorroga os motivos do afastamento.

Os representantes dos funcionários também cobraram do BB que simplifique a folha de pagamento do funcionário licenciado e que permita o parcelamento dos débitos dos acertos do INSS, para evitar que o salário fique negativo em alguns períodos.

Funcionários oriundos de bancos incorporados
Na pauta de saúde, os destaques foram a discriminação dos funcionários oriundos de bancos incorporados e o acesso aos programas de saúde do BB. Os trabalhadores cobraram do Banco a apresentação uma lista de todos os itens que há impedimentos aos funcionários de bancos incorporados para a busca conjunta de soluções.

Foi cobrado do banco ainda as soluções para que os funcionários incorporados possam participar da Cassi e da Previ nas situações existentes possíveis hoje para alguns grupos.

Wagner Nascimento, coordenador do CEE, lembra que desde as primeiras incorporações, em 2009, o Banco do Brasil tem sempre argumentado que precisa de uma solução global para todos os funcionários incorporados no que se refere a Cassi e a Previ. "Essa solução nunca chega e tem mais servido de uma boa desculpa para não avançar nos debates. É possível a integração nos planos de saúde e previdência de boa parte dos incorporados. O argumento dado pelo banco é que isso pode trazer mais problemas. O que reflete o não interesse em achar soluções", afirmou.

Cassi e Plano Odontológico

Os trabalhadores também cobraram também as melhorias na Cassi, como o custeio da ampliação da Estratégia Saúde da Família e apresentação de soluções na mesa específica. Foram apresentadas propostas de incremento de receitas como percentual nos acordos de CCP e CCV e outros acordos e processos judiciais, bem como cobrado do BB que destine uma parte da PLR para a Cassi como forma de melhorar a saúde financeira da Caixa de Assistência.

Os funcionários cobraram do banco melhorias do plano odontológico e que este seja administrado pela Cassi, para gerar mais receitas e melhorar o atendimento do plano. O banco informou mudanças no atual plano odontológico e apresentou uma carta que está sendo encaminhada aos funcionários com as melhorias na BB Dental. O BB também ficou de apresentar à Comissão de Empresa a lista detalhada dos procedimentos que tiveram melhoria.

Para Wagner Nascimento, as mudanças no plano odontológico são reivindicações antigas dos funcionários, desde que o plano foi implantado, fruto de conquista da campanha salarial de 2008. "As nossas pautas de reivindicações, desde 2010, sempre cobram melhorias no plano odontológico. O fato do banco fazer em silêncio nada mais é do que uma forma de querer tirar o mérito da luta dos trabalhadores."


Ato de gestão

A Contraf-CUT e Sindicatos novamente cobraram do BB o fim das demissões e descomissionamentos por ato de gestão, quando não é dada nenhuma justificativa ao trabalhador. Os representantes dos funcionários pediram a extinção desses atos, que muitas vezes tem servido apenas para ameaçar os trabalhadores. O banco tem afirmado que os casos demissão e descomissionamentos são pontuais e que não vê neste momento a necessidade acabar com esse instrumento.

Wagner Nascimento, acredita que tendo hoje inquéritos administrativos, aplicação do código de ética e conduta e, ainda, os ciclos avaliatórios de GDP, já existem instrumentos suficientes ao banco para fazer a sua gestão disciplinar. "O uso do ato de gestão é uma política para demonstrar seu poder de querer demitir os trabalhadores. O contrassenso da gestão de pessoas do BB é tanto que no período em que cobramos mais contratações, o banco quer continuar tendo o poder de demitir. Se não é uma política deliberada do banco, que faça o gesto de grandeza de acabar com esse instrumento", sugeriu.

A próxima rodada está marcada para Brasília, em 31 de agosto, e abordará os temas segurança, igualdade de oportunidades e isonomia.

Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

ORIGEM DO DIA DOS BANCÁRIOS

Dia dos Bancários

Próximo Dia dos Bancários 2015Sexta, 28 de Agosto de 2015
O Dia dos Bancário ou Dia do Bancário é comemorado no Brasil anualmente no dia 28 de Agosto. 

Origem do Dia dos Bancários

A data de comemoração da classe bancária é uma homenagem a um momento histórico de extrema importância para esses profissionais no país. 
No dia 28 de Agosto de 1951, o Sindicato de Bancários de São Paulo entrou em greve após receber uma proposta de reajuste salarial insignificante do governo. Os profissionais pediam, na época, 40% de melhoria salarial e melhores condições de trabalho. 
Vários outros sindicatos por todo o território nacional aderiram à greve, no entanto, não aguentaram a pressão e acabaram por aceitar as propostas do governo, que estavam bem abaixo da média solicitada pela classe bancária. 
Apenas em São Paulo os trabalhadores continuavam resistindo as pressões. Em 5 de novembro, após 69 dias em greve, os bancários conseguiram um reajuste de 31% no salário. Uma grande vitória para a classe, que passou a ser perseguida depois da greve. Muitos perderam seus empregos e foram alvos de represálias. 
A insistência e força dos profissionais daquela época, se tornou um exemplo para toda a classe. Por isso, o dia 28 de Agosto é lembrado como o Dia dos Bancários em todo o Brasil. 

Confirmado para 27 de agosto o início das negociações específicas com a Caixa


Entrega da pauta para o banco ocorreu em 11 de agosto em São Paulo 

Com debates específicos ocorrendo concomitantemente às discussões gerais da categoria com a Fenaban, a Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) se reúnem com os representantes da Caixa Econômica Federal na primeira rodada de negociações específicas da campanha salarial 2015. Será na quinta-feira da próxima semana, dia 27 de agosto, às 14h30, em Brasília (DF).

O encontro com o banco ocorre no Hotel San Marco e tratará das reivindicações dos empregados relacionadas à saúde do trabalhador e segurança bancária. O objetivo é melhorar as condições estruturais das agências, com o aumento do número de empregados por setor e o atendimento das questões relativas à saúde e segurança.

No dia da reunião com a Caixa, na parte da manhã (9h30), a CEE/Caixa realiza um encontro preparatório, na sede da Fenae, em Brasília. 

A entrega da pauta específica da Caixa ocorreu no dia 11 de agosto. O documento reúne itens que serão negociados durante a campanha nacional e, posteriormente, na mesa de negociações permanentes. Todos as reivindicações foram aprovadas no 31º Conecef, realizado em junho, em São Paulo (SP). 

Os principais destaques são contratação de mais empregados, fim do GDP, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, garantia do Saúde Caixa na aposentadoria (inclusive para os que saíram pelo PADV), fim do voto de Minerva na Funcef, imediata incorporação do REB ao Novo Plano, fim da restrição de dotação orçamentária para horas extras e extensão da licença-prêmio e do anuênio para todos os admitidos a partir de 1998.

Os debates entre os representantes dos empregados e do banco serão realizados com base no seguinte calendário: dia 27 de agosto (saúde do trabalhador e segurança bancária), dia 4 de setembro (Saúde Caixa, Funcef e aposentados), dia 11 de setembro (carreira, isonomia e organização do movimento) e dia 18 de setembro (contratação, condição de funcionamento das agências e jornada/Sipon). 

Fonte: Contraf-CUT/Fenae

Negociações específicas com o BB começam na segunda dia 24


As negociações das reivindicações específicas dos funcionários do Banco do Brasil começam na tarde desta segunda-feira (24), com continuidade na terça (25), pela manhã, na nova sede do banco, em Brasília. Serão debatidos os temas: emprego, contratações, condições de trabalho e saúde. 

Os bancários cobram do BB mais contratações e convocação de concursados, tanto para reposição das vagas do PAI - Plano de Aposentadoria Incentivada, como para melhorar o atendimento das agências, que tem sofrido bastante com a falta de funcionários.

Nas questões envolvendo a saúde, serão abordados os problemas referentes à assistência médica da Cassi e dos funcionários de bancos incorporados, as licenças, acidente de trabalho, exames periódicos, melhoria do plano odontológico e os assuntos relativos ao adoecimento dos trabalhadores. 

Também serão debatidas nesta rodada dupla as condições de trabalho dos funcionários, com as reivindicações sobre melhoria dos locais de trabalho, a questão das metas abusivas e a sua relação com o assédio e os descomissionamentos.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, estas duas reuniões serão importantes para se ter ideia da disposição do banco em ter uma negociação produtiva: "Entendemos que mesmo com orçamentos reduzidos em vários setores do governo, o lucro que o banco apresentou foi grande o suficiente para atender nossas reivindicações", afirma. 

Fonte: Contraf-CUT