quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Greve cresce no segundo dia e 8.763 agências paralisam as atividades

  
No Centro de Porto Alegre também cresce o número de agências fechadas

O segundo dia da greve nacional dos bancários, nesta quarta-feira (7), foi marcado pelo crescimento da mobilização em todo o Brasil. Nos 26 Estados da Federação e no Distrito Federal, 8.763 agências e centros administrativos permaneceram fechados durante todo o dia. Um aumento de 2.512 agências, cerca de 40% maior que a paralisação do primeiro dia de greve.

Para Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT, a greve dos bancários se consolidou e aumentou hoje, o que mostra que a insatisfação dos trabalhadores também se ampliou. "Os bancários ficaram ainda mais indignados com a divulgação, pela imprensa, da correção de salários e com o tamanho da remuneração dos altos executivos dos bancos", afirmou. 

"Acreditamos que, com esse crescimento, os banqueiros fiquem convencidos que sua tentativa de redução de salários não vai funcionar. E que nos chamem para negociar com uma proposta que tenha mais responsabilidade social e coerência", completou o presidente da Contraf-CUT. 

Segundo ele, a principal divergência da negociação persiste: "Os bancários querem continuar com o modelo de negociação que deu certo nos últimos onze anos, que é a reposição da inflação, mais um ganho real. Os banqueiros querem voltar a um desenho com um índice menor que a inflação mais um abono. Esse formato, que traz redução de salário, foi derrotado nos anos 90. Isso é um retrocesso que não vamos admitir", garantiu.


Greve forte conquista

Nos últimos anos, os bancários vêm conquistando aumentos reais de salário e foi a força da greve que levou os banqueiros a retomar as negociações e a apresentar uma nova proposta. Na Campanha Nacional 2015, a greve vem crescendo e o período de sua duração será definido pela força da mobilização dos bancários.
Somente uma greve forte garantirá uma proposta decente, que respeite a imensa participação dos bancários, com seu trabalho, nos lucros astronômicos que os bancos vêm apresentando.


Confira as reivindicações dos bancários: 

Reajuste salarial de 16%. (incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real)

PLR: 3 salários mais R$7.246,82 

Piso: R$3.299,66 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).

Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.

Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.

Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.

Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários. 

Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).









Fonte: Contraf-CUT

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Contraf lança nova edição do jornal do cliente sobre exploração dos bancos

  
"Bancos lucram muito, exploram a população e não respeitam os bancários", este é o recado da edição de outubro do 'Jornal do Cliente'. A publicação, elaborada pela Contraf-CUT, tem o objetivo de auxiliar sindicatos e federações no diálogo com a sociedade sobre a Campanha Nacional 2015 e as mobilizações da categoria por salário justo e melhores condições de trabalho. 

Os bancos pagam salário médio mensal de R$420 mil para seus executivos, mas na hora de reajustar os salários dos bancários não querem nem repor a inflação, propondo apenas 5,5% de reajuste, com perda de 4% para a categoria.

"Quem jogou os bancários para a greve foi a Fenaban", afirma Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional. "A atitude dos bancos é desrespeitosa e oportunista", completa. 

Os bancos lucraram R$ 36,3 bilhões somente no primeiro semestre deste ano. Com um crescimento de 27,3% em relação ao mesmo período do ano passado, mas reduziram 7.107 empregos entre junho de 2014 e junho de 2015. 

Clique aqui para ler o jornal online

Divulgação do boletim

O Jornal do Cliente está disponível nas versões online e gráfica na seção Downloads da área restrita do site da Contraf-CUT. Diagramado em ofício, ele poderá ser impresso nos próprios sindicatos e federações, para que possam distribuir nas suas agências e para a população. 

Fonte: Contraf-CUT

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

AVISO DE GREVE


O SINDICATO DOS EMPREGADOS EM ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS DE PRESIDENTE VENCESLAU E REGIÃO, por seu Presidente, para cumprimento das exigências contidas na Lei nº 7.783/89, avisa a todas as Instituições Financeiras públicas e privadas, usuários de seus serviços e a população em geral, que os empregados pertencentes à categoria bancária, em assembléia realizada em 01/10/2015 deliberaram em paralisar suas atividades a partir da 00h00 do próximo dia 06/10/2015 por prazo indeterminado.

Presidente Venceslau-SP, ­­­­ 02 de outubro de 2015.







SIDNEI DE PAULA CORRAL
    Presidente

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

EDITAL ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 53.308.524/0001-00, Registro sindical nº 24440-019065/90-00, por seu presidente abaixo assinado, convoca todos os empregados em estabelecimentos bancários dos bancos públicos e privados, sócios e não sócios, da base territorial deste sindicato (Presidente Venceslau, Piquerobi, Santo Anastácio, Caiuá, Presidente Epitácio, Marabá Paulista, Teodoro Sampaio, Euclides da Cunha Paulista, Primavera/Rosana), para a assembleia geral  extraordinária   que  se   realizará dia 01/10/2015, às 18h00m, em primeira convocação, e às 19h00m, em segunda convocação, no endereço à Rua Antonio Marques da Silva, nº 2.245, para discussão e deliberação acerca da seguinte ordem do dia:
1. Avaliação e deliberação sobre contraproposta apresentada pela FENABAN na reunião de 25/09/2015, à minuta de reivindicações entregue em 11/08/2015;

2. Deliberação acerca de paralisação das atividades por prazo indeterminado a partir da 00h00 do dia 06/10/2015;
 Presidente Venceslau-SP, 25 de setembro de 2015.



SIDNEI DE PAULA CORRAL

             Presidente

Aniversariantes do Mês de Outubro de 2015.

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Presidente Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.

Dia
Associado
Agência
Cidade
03
Rafaela Marques Antoniolo
Banco do Brasil
Primavera
05
Vanderlei Cardoso Bernabé
Banco do Brasil
Primavera
10
Kellen Regina de Sá
Banco Santander
Presidente Venceslau
12
Carlos Henrique Bosso Nozabieli
Banco Bradesco
Presidente Venceslau
12
Lúcia Maria Ortega de Castro
Banco Santander
Primavera
17
Francisco Rocha de Gois
Banco Santander
Presidente Epitácio
17
Nideni Campagnoli D. Fetter
Banco do Brasil – Travessa T. Osvaldo
Presidente Venceslau
17
Luis Henrique Z. Abrantes
Banco do Brasil – Princesa Isabel
Presidente Venceslau
22
Tereza Damaceno
Banco do Brasil – Praça Ataliba Leonel
Santo Anastácio
25
Matheus Guariento do Nascimento
Banco Santander
Presidente Venceslau
28
Lisete Fernandes Enares
Banco do Brasil – Osvaldo Cruz
Santo Anastácio
30
Graziela Cynara Belantani Teixeira
Banco do Brasil – Pres. Vargas, 8-06
Presidente Epitácio
30
Maria Dileuza da Silva
Banco do Brasil
Primavera


OBS. OS ASSOCIADOS ANIVERSARIANTES DESTE MÊS, QUE NÃO CONSTARAM NESTA RELAÇÃO, FAVOR ATUALIZAR O CADASTRO JUNTO A ESTE SINDICATO, FONE: 018-3271-3600, FAX: 018-3271-5950 OU E-MAIL: seebpv@terra.com.br

Fenaban propõe reajuste de 5,5%. Comando orienta rejeição e greve a partir do dia 6/10

Crédito: Jailton Garcia - Contraf-CUT
Jailton Garcia - Contraf-CUTBancários farão assembleias no dia 1° de outubro em todo o País 

A Fenaban não só frustrou, como agiu de forma desrespeitosa com os bancários, ao apresentar uma proposta para a categoria, com um reajuste de 5,5% no salário, também na PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche e abono de R$ 2.500,00, durante a rodada de negociação desta sexta-feira (25), em São Paulo. O reajuste está muito abaixo da inflação, que ficou em 9,88%, em agosto deste ano. 

Diante da intransigência dos banqueiros em atender às reivindicações da categoria, as quais abrangem reajuste de 16% (incluindo 5,7% de aumento real), o Comando Nacional dos Bancários aprovou um calendário de mobilizações para pressionar os bancos, apontando para greve a partir de 6 de outubro, orientação que será deliberada em assembleias dos trabalhadores nos dias 1° e 5 de outubro em todo o País.

"A Fenaban está jogando os bancários para a greve", afirmou Roberto Von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários. "Essa proposta rebaixada vem justamente do setor que lucrou R$ 36,3 bilhões somente no primeiro semestre deste ano. Com um crescimento de 27,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Setores que estão em crise, com retração de produção e vendas, fizeram propostas melhores. Então, só podemos dizer, que é uma irresponsabilidade dos bancos", completou. 

"Essa proposta, a pior dos últimos anos, é um total desrespeito à categoria e orientamos sua rejeição nas assembleias que acontecerão em 1º de outubro, em todo o Brasil, com indicativo de greve a partir do dia 6", disse a vice-presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira. "E o desrespeito não é só com os bancários, mas com toda a sociedade, já que o setor vai levar os trabalhadores a uma paralisação nacional, mesmo estando em pleno ganho", critica a dirigente que também é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

Proposta dos bancos

Reajuste de 5,5% (representa perda de 4% para os bancários em relação à inflação de 9,88%). 

Piso portaria após 90 dias - R$ 1.321,26. 

Piso escritório após 90 dias - R$ 1.895,25. 

Piso caixa/tesouraria após 90 dias - R$ 2.560,23 (salário mais gratificação, mais outras verbas de caixa).

PLR regra básica - 90% do salário mais R$ 1.939,08, limitado a R$ 10.402,22. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 22.884,87.

PLR parcela adicional - 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.878,16.

Antecipação da PLR
Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva. Pagamento final até 01/03/2016. 

Regra básica - 54% do salário mais fixo de R$ 1.163,44, limitado a R$ 6.241,33 e ao teto de 12,8% do lucro líquido - o que ocorrer primeiro.

Parcela adicional - 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2015, limitado a R$ 1.939,08.

Auxílio-refeição - R$ 27,43.

Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta - R$ 454,87.

Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) - R$ 378,56.

Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) - R$ 323,84.

Gratificação de compensador de cheques - R$ 147,11.

Requalificação profissional - R$ 1.294,49.

Auxílio-funeral - R$ 868,58.

Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto - R$ 129.522,56

Ajuda deslocamento noturno - R$ 90,67.

As reivindicações da categoria, apresentadas pelo Comando Nacional dos Bancários, são muito diferentes da proposta dos bancos. Confira : 

Reajuste salarial de 16%. (incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real)

PLR: 3 salários mais R$7.246,82 

Piso: R$3.299,66 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).

Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).

Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.

Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.

Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.

Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.

Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários. 

Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs). 

O Comando Nacional protestou veemente contra esta mudança de desenho de campanha salarial apresentada pelos bancos, afirmou o presidente da Contraf-CUT. 

"Fica claro que os bancos querem abandonar o ciclo de valorização do trabalho bancário, que acumulava onze anos de ganho real. E pretendem fazer esta mudança sem que tenha acontecido nenhuma redução dos seus lucros ou crise no setor. Isso é incompreensível para os trabalhadores que até adoecem para cumprir metas e produzir lucros fabulosos para os bancos. E a nossa resposta indignada vai ser dura", finalizou Roberto von der Osten. 

Fonte: Contraf-CUT

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Proposta com perdas vai levar bancários à greve partir do dia 06/10/15

Fenaban propõe reajuste de 5,5% e abono de R$ 2.500; perdas para bancários seriam de 4%. Comando indica rejeição, com assembleia em 1º de outubro e greve a partir do dia 6

São Paulo – Parece inacreditável, mas não é. A federação dos bancos (Fenaban) apresentou ao Comando Nacional dos Bancários proposta de 5,5% de reajuste para salários e vales, o que nem chega perto de repor a inflação de 9,88% (INPC), e representaria perdas de 4%. A proposta prevê, ainda, abono de R$ 2,5 mil.

“Essa proposta, a pior dos últimos anos, é um total desrespeito à categoria e orientamos sua rejeição nas assembleias que acontecerão em 1º de outubro, em todo o Brasil, com indicativo de greve a partir do dia 6”, diz a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira. “E o desrespeito não é só com os bancários, mas com toda a sociedade, já que o setor vai levar os trabalhadores a uma paralisação nacional, mesmo com os bancos em pleno ganho”, critica a dirigente, que é uma das coordenadoras do Comando.

A Fenaban alegou que acordos de outras categorias fechados em julho e agosto estão em formato diferente de anos anteriores. O Comando rebateu lembrando que 69% dos fechados no primeiro semestre tiveram aumento real. E quando isso não aconteceu, foram em setores com prejuízo e que têm garantia de emprego, totalmente diferente do financeiro, que ganha cada vez mais. O lucro líquido dos cinco maiores bancos atuantes no Brasil (Banco do Brasil, Caixa Federal, Bradesco, Itaú e Santander), nos seis primeiros meses do ano, atingiu a marca de R$ 36,3 bilhões, um crescimento de 27,3% na comparação com o primeiro semestre de 2014.

A proposta foi apresentada na quinta rodada de negociação, na sexta-feira 25. “O abono não pode substituir reajuste, não se incorpora aos salários. Um setor que ganha tanto querer impor perdas aos seus funcionários é um absurdo!”, reforça Juvandia Moreira.

PLR – Para a PLR, a proposta é manter a regra, somente reajustada pelos 5,5% (90% do salário mais R$ 1.939,08). A parcela adicional, que distribui 2,2% do lucro líquido, sofreria o mesmo reajuste de 5,5%, podendo chegar a no máximo R$ 3.878,16. “Isso significa que os bancos propõem continuar lucrando muito e distribuindo menos aos bancários”, ressalta a presidenta do Sindicato.

Calendário de luta – Até a assembleia do dia 1º, que deve deliberar sobre a greve a partir de 6 de outubro, os bancários estarão mobilizados: 29 de setembro será Dia Nacional de Luta.

No dia 2, após as assembleias, o Comando Nacional dos Bancários estará reunido, em São Paulo, para debater estratégias para a campanha. “Prazo máximo para os bancos alterarem a proposta absurda que sequer contempla outras reivindicações fundamentais como garantia para os empregos, fim das metas abusivas e do assédio moral, mais saúde, igualdade de oportunidades, segurança nas agências bancárias”, afirma Juvandia. “Os trabalhadores estão extremamente insatisfeitos e essa proposta só vai agravar esse quadro. Demissões, pressão, sobrecarga de trabalho, adoecimento, ameaças de fechamento de unidades. Razões não faltam para parar e os bancários vão dar uma resposta à altura do desrespeito dos bancos”, completa Juvandia.

No dia 5, os bancários farão assembleias organizativas para a greve.

BB e Caixa – A Contraf-CUT formalizou pedido de negociação às direções do Banco do Brasil e da Caixa Federal, mas elas ignoraram. Os bancos públicos sequer se posicionaram em relação a uma data para dar continuidade aos debates específicos da Campanha Nacional Unificada 2015.
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