terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2015

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.                                         
Dia
Associado
Agência
Cidade
01
Marcelo de Souza Furlan
Banco Santander
Presidente Epitácio
01
Regina Miyako Hashiyama Leite
Banco do Brasil – Princesa Isabel
Presidente Venceslau
03
Jhonatan Ribeiro Fernandes da Silva
Caixa Econômica Federal
Teodoro Sampaio



05
Marcela de Oliveira Gervazoni
HSBC Bank Brasil
Presidente Venceslau
06
Mariana Floresta de França Fernandes
Caixa Econômica Federal
Teodoro Sampaio
06
Lenicarla Criveli da Silva
Banco Santander
Presidente Epitácio
11
Roberto Lopes Sobreira
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
12
Fernando Roberto Pellozo Kobata
Banco do Brasil
Presidente Epitácio
19
Evandro da Cruz Patrão
Banco Santander
Presidente Epitácio
20
Giselle Hennes
Banco Santander
Santo Anastácio
20
Sara Yuri Yamamoto Hondo
Banco Santander
Presidente Venceslau
21
Luiz Guilherme Cayres Fiorentino
Banco Itaú Unibanco
Santo Anastácio
22
Lucas Kogima Matsura
Bradesco
Presidente Venceslau
23
Anderson Roberto Cavalcanti
Banco Santander
Presidente Epitácio
29
Hugo Antonio da Silva
Bradesco
Teodoro Sampaio/Rosana






OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, 3271-7488 e fax: 018-3271-5950 ou e-mail : seebpv@terra.com.br

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Sindicato contesta demissões no Itaú

Entidade contabilizou 22 trabalhadores demitidos em agências digitais e outros 50 na área de tecnologia; banco alega que no total ocorreram 27 dispensas
São Paulo – Mesmo com lucro líquido recorrente de R$ 18,059 bilhões nos primeiros nove meses de 2015 – resultado 20,7% superior ao registrado no mesmo período de 2014 – o Itaú segue demitindo trabalhadores. O Sindicato apurou que desde quinta-feira 12, foram dispensados cerca de 40 funcionários alocados no Centro Tecnológico e 10 do Centro Administrativo Teodoro Sampaio, ambos na capital paulista. Também foram registradas 22 demissões em agências digitais.

> Sexta-feira 13 com demissões no Itaú

Por sua vez, o Itaú alega que ocorreram 12 cortes em agências digitais e 15 no Centro Administrativo Teodoro Sampaio e Centro Tecnológico, que fazem parte da sua área de tecnologia.

“O Itaú precisa ser transparente quanto aos cortes. Por meio de denúncias, o Sindicato apurou que ocorreram cerca de 50 dispensas na área de tecnologia e outras 22 em agências digitais. Números bem diferentes daqueles comunicados pelo banco”, diz a dirigente sindical e bancária do Itaú Valeska Pincovai.

De acordo com ela, o banco afirma que quatro demissões em agências digitais foram solicitadas pelos próprios funcionários e as restantes foram motivadas por suposto desempenho insatisfatório dos afetados. “O Itaú faz uma pressão enorme pelo cumprimento de metas cada vez mais absurdas. Nesse ambiente, que favorece o assédio moral e o adoecimento, fica muito difícil para o trabalhador desempenhar adequadamente suas funções”, critica a dirigente.

Já no caso dos cortes ocorridos no Centro Administrativo Teodoro Sampaio e Centro Tecnológico, Valeska explica que o Itaú está colocando em prática uma reestruturação da área de tecnologia, apelidada de horizontalização, na qual estão programadas ainda mais demissões.

“O Sindicato cobra que o Itaú realoque os funcionários demitidos e suspenda imediatamente os cortes, sejam eles em agências digitais ou centros administrativos. Também reivindicamos um canal de negociação e debate sobre o plano de reestruturação da área de tecnologia. O lucro crescente do Itaú torna injustificável tantas demissões”, destaca Valeska. “Caso o banco não se pronuncie e interrompa os cortes, o Sindicato irá intensificar cada vez mais as atividades nos locais de trabalho.”


Seeb SP

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

 MP AUTORIZA BB E CAIXA A FAZER AQUISIÇÕES DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ATÉ 2018

A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, editaram a Medida Provisória 695 para autorizar o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal a adquirirem participação em instituições financeiras até o ano de 2018 e também para ampliar a exploração comercial da loteria Lotex, antes restrita ao esporte futebol. Segundo a MP, "O Banco do Brasil S.A. e a Caixa Econômica Federal, diretamente ou por intermédio de suas subsidiárias, poderão adquirir participação nos termos e condições previstos no art. 2º da Lei nº 11.908, de 3 de março de 2009".
Essa lei permite que os dois bancos públicos possam adquirir participação em instituições financeiras, públicas ou privadas, sediadas no Brasil, incluindo empresas dos ramos securitário, previdenciário, de capitalização, entre outras, "com ou sem o controle do capital social". Na lei, a previsão era de que essa autorização seria válida até 30 de junho de 2011, podendo ser prorrogada por até 12 meses.
Com a MP de hoje, no entanto, o aval para essas operações terá vigência até 31 de dezembro de 2018. Quanto à Lotex, o texto da MP diz: "A Loteria Instantânea Exclusiva - Lotex, de que trata o art. 28 da Lei nº 13.155, de 4 de agosto de 2015, poderá adicionalmente contar com temas complementares aos mencionados no caput do referido artigo, de maneira a permitir a exploração mercadológica de eventos de grande apelo popular, datas comemorativas, referências culturais, licenciamentos de marcas ou personagens e demais elementos gráficos e visuais que possam aumentar a atratividade comercial do produto".
A Lotex foi instituída pela MP do Futebol - que permitiu a renegociação das dívidas dos clubes de futebol e foi convertida em lei em agosto - para ser explorada comercialmente com tema futebol. A MP amplia o leque de esportes e eventos que poderão ser favorecidos pelo novo jogo, que será uma espécie de raspadinha virtual.
Concessão
Na semana passada, O Conselho Nacional de Desestatização (CND) propôs à presidente Dilma Rousseff a inclusão da nova loteria no Programa Nacional de Desestatização (PND) e da respectiva subsidiária integral da Caixa a ser criada para gerir o jogo. A nova subsidiária será denominada Caixa Instantânea. A resolução do CND ainda recomendou que o Banco do Brasil seja responsável pela execução e acompanhamento do processo de Desestatização e determinou que as ações da Caixa no capital social da Caixa Instantânea sejam depositadas no Fundo Nacional de Desestatização (FND) no prazo máximo de cinco dias, contados da data de criação.
Epoca

Dilma sanciona lei que regula direito de resposta nos meios de comunicação

Lei determina que resposta do ofendido terá mesmo espaço e alcance que o veículo usou para proferir a ofensa

12/11/2015
RBA
RBA
O Diário Oficial da União (12) publica hoje a sanção da presidenta Dilma Rousseff à regulamentação do direito de resposta na imprensa. A Lei 13.188 dispõe sobre o direito de resposta ou retificação do ofendido em matéria divulgada, publicada ou transmitida por veículo de comunicação social. E determina que empresas jornalísticas devem divulgar a resposta de pessoa ou empresa que se sentir ofendida de forma “gratuita e proporcional” ao conteúdo considerado ofensivo.
A medida foi sancionada ontem com um veto ao parágrafo 3º do artigo 5º do texto aprovado pelo Senado. O dispositivo previa que o ofendido poderia requerer o direito de responder pessoalmente, eventual ofensa sofrida por meio de reportagem em mídia televisiva ou radiofônica. Esse era um dos vários itens contestados pela empresas da imprensa comercial.
Foram mantidos no texto outros itens reclamados pelas empresas de mídia, como prazos que consideraram curtos para o exercício da retificação ou resposta. O juiz tem 24 horas para acionar o veículo para que se defenda e 30 dias para dar a sentença. Se a reclamação for pertinente, a publicação da resposta terá de ocorrer em até dez dias, sob pena de multa diária. Também desagradou os donos de jornais a determinação de que a resposta terá a mesma dimensão ou duração da matéria considerada incorreta, e o mesmo alcance regional, conforme estabelecido no artigo 4º: “A resposta ou retificação atenderá, quanto à forma e à duração, ao seguinte: I - praticado o agravo em mídia escrita ou na internet, terá a resposta ou retificação o destaque, a publicidade, a periodicidade e a dimensão da matéria que a ensejou; II - praticado o agravo em mídia televisiva, terá a resposta ou retificação o destaque, a publicidade, a periodicidade e a duração da matéria que a ensejou; III - praticado o agravo em mídia radiofônica, terá a resposta ou retificação o destaque, a publicidade, a periodicidade e a duração da matéria que a ensejou. § 1o Se o agravo tiver sido divulgado, publicado, republicado, transmitido ou retransmitido em mídia escrita ou em cadeia de rádio ou televisão para mais de um Município ou Estado, será conferido proporcional alcance à divulgação da resposta ou retificação. § 2o O ofendido poderá requerer que a resposta ou retificação seja divulgada, publicada ou transmitida nos mesmos espaço, dia da semana e horário do agravo...
No caso dos textos assinados por colunistas ou em seções de opinião, a eventual responsabilização criminal pela ofensa ficará por conta do autor, mas os veículos terão de publicar a retratação.
O projeto sancionado é de autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR). Na ocasião em que o texto foi aprovado no Senado, a medida foi considerada um avanço pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC).
“Em meio a todo o conservadorismo político que rechaça as pautas relativas à democratização da comunicação, a regulamentação do direito de resposta nos mostra que a mobilização e a pressão social sobre o Congresso Nacional ainda é eficaz”, afirmou a secretária-geral do FNDC e do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, Renata Mielli.
Para a jornalista Bia Barbosa, secretária de Comunicação do FNDC e integrante do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, apesar de ser uma vitória, a regulação ainda não traz o direito de resposta coletiva. "Mas acreditamos que esse ponto específico poderá ser garantido em outros processos", avaliou.
O direito de resposta coletivo ou difuso é um dos pontos do Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Comunicação Social Eletrônica (Lei da Mídia Democrática), que o FNDC lançou em 2013.
Fonte: RBA

Banco do Brasil lucra R$ 8,9 bilhões nos nove primeiros meses de 2015

O resultado representa alta de 7,5% em relação ao mesmo período do ano passado

12/11/2015
O lucro líquido do Banco do Brasil nos nove primeiros meses do ano Brasil foi de R$ 8,9 bilhões, o que significou uma alta de 7,5% em relação ao mesmo período de 2014. Apesar do bom resultado, o banco fechou 69 agências, totalizando 5.424 unidades, nos últimos 12 meses. Essa redução decorreu de um processo de fusão de agências de grande porte situadas muito próximas umas das outras
A rentabilidade ajustada sobre o patrimônio líquido médio foi de 13,7%, com queda de 1,5 p.p. em doze meses. Mas, considerando os efeitos extraordinários, o lucro líquido alcançou R$ 11,9 bilhões, com alta de 43,5% sobre o terceiro trimestre de 2014.
Clique aqui e confira a análise completa do Dieese sobre o balanço do Banco do Brasil
Fonte: Contraf-CUT

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Veja quando vem a PLR e as diferenças


Principais instituições financeiras já anunciaram datas também do acerto das diferenças nos salários e vales; Saiba quanto vem em ambos os casos
São Paulo – Após a assinatura dos novos acordos com os bancários, os bancos começaram a anunciar as datas de pagamento da antecipação da PLR e também das diferenças salariais, das verbas (relativas ao reajuste de 10%), e dos vales refeição e alimentação (aumento de 14%), retroativas a 1º de setembro, data base da categoria.

> Acordos assinados, todos ganham
> Tire dúvidas sobre a nova CCT
> Veja quanto vêm de diferenças
De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, todos têm de pagar a antecipação da PLR até 13 de novembro. No caso do Itaú, os trabalhadores também devem receber, até essa data, o Programa Complementar de Resultado (PCR).

> Tire suas dúvidas sobre a PCR do Itaú 

E no do HSBC, cuja PLR será irrisória, foi conquistada gratificação de R$ 3 mil em negociação pelo Comando Nacional dos Bancários. O valor será pago aos funcionários entre os níveis 13 e 24, excetuados os níveis de gestão que têm direito a PPR. Segundo o HSBC, 71% dos bancários receberão os R$ 3 mil.

Quando vem – Os primeiros a receber a PLR foram os funcionários do Banco do Brasil, na terça-feira 3, pouco depois das assinaturas da Convenção Coletiva de Trabalho e do acordo aditivo específico. O acerto das diferenças ocorre até 20 de novembro.

Na Caixa, a PLR caiu em 6 de novembro e as diferenças vêm até 20 de novembro.

O Bradesco pagou no dia 10 de novembro a antecipação da Participação nos Lucros de Resultados e o valor adicional. Sobre as diferenças, a nos vales será paga em 26 de novembro. Nos salarios, no dia 27. O banco informou, ainda, que pagará a 13ª cesta no dia 26.

Já no Santander, PLR e adicional serão pagos em 12 de novembro e, no dia 19, creditadas as diferenças.

O Itaú paga a PLR - e o PCR - no mesmo dia 12 de novembro e as diferenças no dia 27 de novembro.

O Safra informou que fará acerto da PLR também no dia 12 de novembro. As diferenças serão creditadas em 25 do mesmo mês.

No Citibank, a PLR virá no dia 13 de novembro e as diferenças, até 30 de novembro.

O HSBC irá pagar PLR e gratificação no dia 13 de novembro. No dia 27 pagará as diferenças salariais. As diferenças dos vales serão creditadas no último dia útil do mês.

PLR dos privados – Nos bancos privados, o que vem da PLR agora é antecipação da regra básica, ou seja, 54% do salário, mais fixo de R$ 1.213,07, limitado a R$ 6.507,55 e ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco (o que ocorrer primeiro) apurado no primeiro semestre deste ano. Isso somado à regra adicional: 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre, dividido igualmente entre os trabalhadores, com teto de R$ 2.021,79.

Caixa – Na Caixa, a PLR é composta pela regra básica da Fenaban – 90% do salário reajustado em 10% mais R$ 2.021,79, limitado a R$ 10.845,92 – mais adicional de 2,2% do lucro líquido divididos igualmente entre os bancários limitado a R$ 4.043,58, acrescidos da PLR Social (4% do lucro líquido distribuídos de forma linear entre os trabalhadores). O que vem agora equivale a 60% desse total.

Banco do Brasil – O valor no BB a ser pago agora corresponde à distribuição linear de 4% do lucro líquido semestral entre todos os trabalhadores, além dos módulos bônus e Fenaban. Os totais a serem pagos são: escriturário, R$ 4.952,94; caixa, R$ 5.420,74; 1º gestor, 1,86 salário; comissionado, 1,48 salário; gerência média, 1,56 salário e assessores, 1,59 salário.

> Confira quanto vem de antecipação da PLR  

Segunda parcela – Os valores da segunda parcela serão pagos em 2016, após a aferição completa do lucro deste ano. A data limite, prevista na CCT, é 1º de março.

PLR sem IR – Os trabalhadores conquistaram isenção ou descontos menores do imposto de renda sobre a PLR, medida que passou a valer em 2013. Assim, com a correção da tabela do IR, os bancários que ganham até R$ 6.677,55 de PLR estão totalmente livres do imposto.

> PLR sem IR garante isenção ou descontos menores. Faça simulação

É importante lembrar que a base de cálculo para a cobrança do IR refere-se ao ano em exercício, ou seja, 2015. Sendo assim, para saber se é isento ou o valor de imposto a pagar, o bancário deve somar o que será pago agora com o que foi pago no início do ano, com a segunda parcela da PLR do ano passado.


Redação - 4/11/2015
- See more at: http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=13132#sthash.12gQyghR.dpuf

Sindicato de SP cobra do Banco do Brasil negociação sobre Cassi


Participantes exigem que direção do banco retome debates sobre situação deficitária do plano de saúde

São Paulo – Os trabalhadores do Banco do Brasil, da ativa e aposentados, cobram que a direção da instituição retome a mesa de negociação para discutir a situação deficitária da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários).

Silvia Muto, diretora do Sindicato e integrante do Conselho de Usuários da Cassi, destaca que os representantes do BB se comprometeram em retomar os debates ao término da Campanha Nacional Unificada 2015, mas ainda não houve agendamento para reunião.

A dirigente informa ainda que até o final de novembro tem de ser aprovada a previsão orçamentária da Cassi para 2016. “A caixa de assistência encerrou o ano passado com déficit de mais de R$ 100 milhões e deve apresentar resultado negativo novamente em 2015. Ou seja, é imprescindível acharmos solução negociada para que a entidade supere esse momento deliciado. E isso passa, por exemplo, por aportes do banco, o fortalecimento da Estratégia Saúde da Família, entre outras medidas emergenciais já apresentadas ao banco pelos representantes dos trabalhadores.”

Segundo Silvia Muto é importante que os trabalhadores se apropriem do debate sobre a Cassi e participem das mobilizações que serão organizadas. “Promoveremos reuniões nos locais de trabalho e, nas próximas semanas, um Dia de Luta em defesa da Cassi para pressionar a direção da instituição financeira. Também realizaremos encontro nacional de saúde para debatermos o assunto com mais profundidade.”

Fonte: Seeb SP