quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

29/11 Dia Nacional de Luta contra reestruturação do Banco do Brasil




Foi realizado no dia 29 de novembro na agência 6628 do Banco do Brasil de  Presidente Venceslau,  mobilização do sindicato com o retardamento de uma hora da abertura  em protesto contra a reestruturação, com distribuição de carta aberta aos clientes e a população.  
- Até o momento em nossa base já houve o fechamento da Agencia  6620 de Santo Anastácio e não houve demissões,  mas os funcionários foram remanejados para a  agencia 0113 da cidade.
- Na cidade de Presidente Epitácio a Agência 6703 Joia Ribeirinha  passará a ser posto de atendimento.

Clique no link abaixo para ver matária:
https://youtu.be/MaaeO2kkH0Q

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE DEZEMBRO DE 2016

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.                                         
Dia
Associado
Agência
Cidade
01
Marcelo de Souza Furlan
Banco Santander
Presidente Epitácio
01
Regina Miyako hashiyama Leite
Banco do Brasil – Princesa Isabel
Presidente Venceslau
03
Jhonatan Ribeiro Fernandes da Silva
Caixa Econômica Federal
Teodoro Sampaio
05
Marcela de Oliveira Gervazoni
Bradesco
Presidente Venceslau
07
Roseli Cruz Prieto Fernandes Hoje
Banco do Brasil
Presidente Venceslau
11
Roberto Lopes Sobreira
Banco do Brasil
Euclides da Cunha
12
Fernando Roberto Pellozo Kobata
Banco do Brasil
Presidente Epitácio
19
Evandro da Cruz Patrão
Banco Santander
Presidente Epitácio
20
Giselle Hennes
Banco Santander
Santo Anastácio
21
Luiz Guilherme Cayres Fiorentino
Banco Itaú Unibanco
Santo Anastácio
22
Lucas Kogima Matsura
Bradesco
Presidente Venceslau
29
Hugo Antonio da Silva
Bradesco
Teodoro Sampaio/Rosana






OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: (18)-3271-3600, (18)3271-1073  ou e-mail: seebpv@terra.com.br

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Bradesco segue Itaú e BB e diz que vai reestruturar e fechar agências

Banco diz que há sobreposição de agências e superdimensionamento

25/11/2016
O Bradesco pode fechar agências e também vai apostar na reestruturação voltada para bancos virtuais e atendimento por celular, como anteriormente decidiram o Itaú e, nesta semana, a direção do Banco do Brasil, com reestruturações que estão impactando duramente os funcionários.
Segundo a matéria do jornal Folha de São Paulo publicada ontem (24), em reunião com investidores, o presidente do banco Luís Carlos Trabuco afirmou que há uma “certa sobreposição” depois da aquisição do HSBC e superdimensionamento, para atual conjuntura econômica, que o banco pode fechar agências e transferi-las para postos de atendimento.
A matéria também destaca que até então o banco vinha descartando a possibilidade de fechar agências após a fusão do HSBC, que se concretizou em julho.  
Hoje, segundo a matéria, 77% das transações do banco já são feitas por aplicativo no celular ou internet banking e que o Bradesco considera a preservação de agências físicas para a contratação de serviços mais complexos, como por exemplo, o crédito imobiliário.
Trabuco também afirmou que descarta voltar a operar a rede do Banco Postal. Em dezembro, vence o contrato do Banco do Brasil como correspondente bancário que opera nos postos dos Correios. O Bradesco foi o primeiro parceiro dos Correios no serviço, mas depois de 10 anos de convênio, preferiu montar rede de atendimento nos municípios mais rentáveis.
Segundo Gheorge Vitti, coordenador da COE- Comissão de Organização dos Empregados, comprova a falta de compromisso social do banco:  “Quando o Bradesco tinha o banco Postal, fez o discurso da bancarização, que queria levar o banco onde a sociedade era desprovida. Discurso social falso, uma vez que, se revela nessa entrevista apenas o discurso comercial da sobreposição das agências e o desinteresse pelo Banco Postal”, afirma.
Os funcionários já mostravam  sua preocupação ao escolher o emprego como mote de seu Dia Nacional de Luta, que aconteceu na semana passada: “Queremos que o banco dialogue com seus funcionários sobre todas estas transformações. O trabalhador não é mercadoria. O Bradesco deve demonstrar sua responsabilidade social, não só na propaganda, mas através da manutenção do emprego e de permitir o acesso ao Sistema Financeiro para a sociedade”, destaca Vitti.          


Fonte: Contraf-CUT

Contraf-CUT solicita prorrogação do início do TAO especial no BB

Banco do Brasil acatou solicitação encaminhada por ofício pelos trabalhadores

26/11/2016
A Contraf-CUT enviou oficio ao BB, na quinta-feira (24), solicitando a alteração por considerar um ajuste importante para que todos os funcionários tivessem condições de igualdade no início das realocações devido ao processo de extinção de cargos e fechamento de unidades.
O Banco do Brasil divulgou nesta sexta-feira as datas de início das incrições no TAO Especial - Sistema de Seleção específico para as reestruturações e o SACR - Sistema de Remoção Automática foram alteradas para 12/12 e 19/12 respectivamente.
O TAO Especial é um sistema que foi criado para inscrições e seleção aos cargos que ficarem vagos por causa de aposentadoria e para realocação dos funcionários que tiveram seus cargos extintos ou reduzidos, devido o fechamento de centros de serviço e agências. Havia previsão do sistema começar a funcionar já no próximo dia 1/12.
A prorrogação foi uma demanda colhida pelos sindicatos após a primeira reunião de negociação com o BB e por isso, a solicitação foi feita via ofício.
O BB também informou que a alteração feita foi ao "encontro a das solicitações feitas por funcionários", conforme comunicação interna do banco na sua agência de notícias interna.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, essa medida ajuda a termos um quadro mais real das concorrências aos cargos, após o prazo final de adesão ao plano de aposentadoria. A alteração das datas foi bem recebida pelo funcionários ouvidos pelos sindicatos.

Nova reunião de negociação entre a Comissão de Empresa dos Funcionários e o BB está agendada para o dia 1/12 em Brasília.
Fonte: Contraf-CUT

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Presidente da Caixa diz que banco não pretende fechar agências

Gilberto Occhihá, disse, porém, que há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência e transformação em postos de atendimento

22/11/2016
RBA
Presidente da Caixa participou do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão - RBA
Presidente da Caixa participou do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão
O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, disse nesta segunda-feira (21) não haver, até o momento, intenção de seguir o exemplo do Banco do Brasil, que recentemente anunciou o fechamento de agências. “A Caixa não tem intenção de fechar agências”, disse Occhi.
No entanto, agências com resultados deficitários podem ser revistas, ressaltou Occhi, após participar da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), o Conselhão.
Segundo Occhi, das 3.700 agências da Caixa, cerca de 100 agências não têm apresentado resultados satisfatórios. “Mas, antes de optarmos pelo fechamento das agências, há outras medidas possíveis, como redução do tamanho da agência, transformá-las em postos de atendimento, transferência de local. A última alternativa é o fechamento da unidade”, afirmou. Ele informou, porém, que o banco estuda a possibilidade de fazer um programa de apoio à aposentadoria.
O Banco do Brasil anunciou que vai fechar agências bancárias, ampliar o atendimento digital, lançar um plano de aposentadoria incentivada e propor redução de jornada de trabalho para parte dos funcionários. De acordo com o banco, será preservada a presença do BB nos municípios em que já atua. Serão fechadas 31 superintendências regionais e 402 agências e 379 agências serão transformadas em postos de atendimento bancário. Atualmente, o BB tem 4.972 agências de varejo e 1.781 postos de atendimento. Em outubro, o banco já havia iniciado o encerramento de 51 agências.
Pouco antes de começar a reunião do CDES, o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, mostrou-se otimista com a queda dos índices inflacionários, o que possibilitaria redução dos juros no país. "Há condições estruturais de queda de juros, uma vez que a inflação já está sinalizando patamares bem confortáveis”, disse.



Fonte: Rede Brasil Atual

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sob batuta de Temer, Banco do Brasil anuncia fechamento de agências e corte de funcionários

Comissão de Empresa solicitou negociação urgente com o banco e reunião foi marcada para esta terça (22)

21/11/2016
Arquivo/Contraf-CUT
Mais de 400 agências do BB serão fechadas em todo o Brasil - Arquivo/Contraf-CUT
Mais de 400 agências do BB serão fechadas em todo o Brasil
Os funcionários do Banco do Brasil iniciam a semana de trabalho com intranquilidade e indignação. O banco anunciou, neste domingo (20), em comunicado à imprensa e ao mercado, uma grande reestruturação envolvendo corte de agências e redução do quadro de funcionários. O BB reduzirá sua estrutura em todos as áreas, principalmente na rede de agências, onde 379 serão transformadas em postos de atendimento e 402 serão fechadas.
O banco comunicou um Plano Extraordinário de Aposentadoria Incentivada (PEAI), de adesão voluntária até 09 de dezembro de 2016, com incentivo aos funcionários que reúnam condições para se aposentar. O público alvo é de 18.000 funcionários. Além dos cortes de dotação de pessoas e plano de aposentadoria, o BB também anunciou a ampliação do público alvo da jornada de 6 horas, estendendo a opção aos assessores de todas unidades.
Confira aqui o comunicado enviado à imprensa
Confira aqui a divulgação de informações ao mercado (Fato Relevante)
Sob o comando do governo ilegítimo de Michel Temer, o plano é cortar R$ 750 milhões de gastos do banco, sendo R$ 450 milhões com a nova estrutura organizacional e R$ 300 milhões com redução de despesas com transporte de valores, segurança e imóveis. Medida que segue na contramão do papel que o banco vinha desempenhando, nos últimos anos, de fomento ao desenvolvimento social e econômico do País. 
Contraf-CUT e Sindicatos querem negociar garantias e direitos 
A Contraf-CUT e a Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil entraram em contato com a direção do banco neste domingo (2) para agendar urgentemente uma reunião para esclarecimento das medidas e negociação de garantias e direitos dos funcionários que serão afetados. A reunião ficou marcada para a esta terça-feira (22) às 10 horas, em Brasília. 
O secretário-geral da Contraf-CUT, Carlos de Souza, ressalta que a entidade é contrária a qualquer projeto que tente destruir a política de valorização do Banco do Brasil e de seus funcionários. 
"Nos últimos 15 anos, os banco vinha se reconstruindo, após o ataque neoliberal da década de 1990. Nestes últimos anos retomamos o número de funcionários e recuperamos mais de 50 mil empregos perdidos. O banco foi se atualizando e disputando com os grandes, como Itaú e Bradesco, sendo, durante muito tempo, o maior banco do país. É inadmissível que um governo golpista, ilegítimo, tente destruir este trabalho", afirma o secretário da Contraf-CUT. 
Para Wagner Nascimento, Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, um pacote de medidas tão significativas e que afetam tantos funcionários deveria ter sido comunicado diretamente aos representantes dos trabalhadores e não via imprensa. 
“Fechamento de centros de serviços e centenas de agências vão prejudicar muito os funcionários e estes precisam de atenção. O banco precisa respeitar mais os seus funcionários e pode começar abrindo um canal de negociação efetiva quanto aos impactos das medidas anunciadas”, critica Wagner.
Postura de Temer causa indignação
Logo após a finalização da Campanha Nacional dos Bancários, em outubro deste ano, durante entrevista à Globonews, Temer afirmou que o “Banco do Brasil estava pensando em cortar uma porção de funções, de cargos que lá existem, que são absolutamente desnecessários”.
O Banco vinha constantemente negando e dando respostas evasivas quando perguntado sobre redução de funcionários. Nas redes sociais já circulavam documentos com detalhes da reestruturação. Somente após o vazamento à imprensa, o banco divulgou a notícia aos seus funcionários, que serão os mais afetados pelas medidas de corte de gastos.
“Um desrespeito com os trabalhadores. Precisamos conhecer cada detalhe da reestruturação para orientar os funcionários sobre a adesão ao plano de aposentadoria e redução da jornada. Contudo, nossa grande preocupação no momento é com as bancárias e bancários que terão suas unidades reduzidas ou fechadas”, explica Wagner Nascimento.
"Estão tirando a tranquilidade do conjunto de funcionários e levando a um momento de insegurança. É bom deixar claro, que a Contraf-CUT é contrária a este pacote de mudanças e vamos lutar contra este ataque", conclui Carlos de Souza. 
Matéria atualizada às 14h30.

Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Caixa lucra R$ 3,4 bilhões, mas corta 2.608 postos de trabalho

17/11/2016
Em nove meses, a Caixa alcançou lucro líquido de R$ 3,4 bilhões, uma redução expressiva de 47,2% na comparação com o mesmo período de 2015. Vale ressaltar, no entanto, que o resultado está vinculado a menor utilização em 2016 de créditos tributários. Em 2015, o banco havia utilizado largamente tais créditos fazendo com que sua despesa com IR e CSLL se transformasse em uma receita de R$ 6,4 bilhões. Em 2016, o banco também utilizou tal expediente, mas em escala menor. Os créditos tributários geraram uma receita de R$ 2,6 bilhões, ou seja, quase 60% menor do que nos primeiros 9 meses de 2015, conforme análise do Dieese sobre o balanço do banco.
Apesar do registro de lucro e do acréscimo de 3,48 milhões em seu número de clientes, a Caixa reduziu 2.608 postos de trabalho em relação a setembro de 2015, o que deixa claro o forte impacto do Programa de Apoio à Aposentadoria (PAA) sobre o quadro de empregados e a intensidade do trabalho no banco. No mesmo período, a Caixa abriu 10 novas agências.
Para Dionísio Reis, coordenador da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), o lucro da Caixa obtido com seu papel social mostra o quanto isto é importante para o banco e para o Brasil e que não há justificativas para redução de empregos.
“O banco reduziu o número de postos de trabalho, evidenciando o quanto os empregados da caixa têm sido prejudicados com a redução de pessoal e o quanto eles têm brigado, dia pós dia, pelo crescimento da empresa. É importante que Caixa volte a contratar e que volte a crescer, beneficiando o país com a oferta de crédito e com aumento de dinheiro na praça”, ressalta Dionísio.  
Confira aqui a análise completa do Dieese sobre o balanço da Caixa
Fonte: Contraf-CUT com Dieese