quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ANIVERSARIANTES DO MÊS DE FEVEREIRO 2017

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Pres. Venceslau e Região, através de sua Diretoria parabeniza a todos por esta data festiva.                                         
Dia
Associado
Agência do
Cidade




02
Carla Ceriza Nogueira Colombo
Banco do Brasil
Teodoro Sampaio
02
Célio Paulo da Cunha Alves
HSBC Bank Brasil
Presidente Venceslau
05
Rafael Pereira Morais
Banco do Brasil
Presidente Epitácio
07
Cleusa Ap. Barbosa Plagge
Banco do Brasil - Travessa
Presidente Venceslau
09
Dayani de Araújo Coves Leite
HSBC Bank Brasil
Presidente Epitácio
10
Bruno Geris Albino
Banco Bradesco
Presidente Venceslau
11
Gabrielle Cristine Siqueira
Banco do Brasil
Primavera/Rosana
17
Lucio Henrique Zerbini
Banco Bradesco
Santo Anastácio
20
Aline Cristina de Araújo
Banco do Brasil
Marabá Paulista
21
José Aparecido Alves
Banco Itaú Unibanco
Santo Anastácio
25
Maria Claudia Baruta
Caixa Econômica Federal
Presidente Venceslau
26
Juliana Bianca Chicalé Amadilho
Banco Itaú Unibanco
Presidente Venceslau















 OBS: Os associados aniversariantes deste mês, que não constaram nesta relação, favor atualizar o cadastro junto a este Sindicato, pelo fone: 018-3271-3600, 018-3271-1073 ou e-mail: seebpv@terra,com.br 

PLR no Bradesco será paga no dia 10

Trabalhadores receberão também segunda parcela do adicional; limite para pagamento é 2 de março, mas o Sindicato enviou carta a bancos solicitando antecipação. Para quem veio do HSBC, crédito é proporcional
Redação, Spbancários
2/2/2017, atualizada às 12h10


São Paulo – O Bradesco foi a primeira instituição financeira a atender à solicitação feita pelo Sindicato para que antecipasse o pagamento da segunda parcela da PLR (Participação nos Lucros e Resultados). Dessa forma, o crédito aos trabalhadores ocorrerá em 10  de fevereiro, juntamente com o valor adicional. O Sindicato enviou carta aos bancos na quarta-feira 1º de fevereiro cobrando o pagamento antecipado.

De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho, as instituições financeiras têm até 2 de março para fazer esse crédito. Mas com o início da temporada de publicação dos balanços dos resultados de 2016, já é possível calcular os valores finais da Participação nos Lucros e Resultados. Santander divulgou em 26 de janeiro o lucro de R$ 7,3 bilhões, o do Bradesco (R$ 17 bilhões) saiu nesta quinta 2. O do Itaú sai dia 7 e, do Banco do Brasil, dia 16. A Caixa não divulgou a data.

“Os bancos podem pagar antes de março e seria muito bom para os bancários, quem sabe até aproveitar o feriado do Carnaval com o dinheiro já na conta”, afirma Juvandia Moreira, presidenta do Sindicato.

Os bancários foram a primeira categoria a conquistar o direito à PLR previsto na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), em 1995. A mobilização conjunta ao lado do Sindicato, na Campanha Nacional Unificada de 2007, garantiu o valor adicional à PLR. Além disso, desde 2013, os trabalhadores têm direito à PLR sem IR para determinados valores e, a partir destes, descontos progressivos.

Quanto vem – O Bradesco informou ao Sindicato que o teto da PLR, de 2,2 salários, será pago para funcionários que ganham até R$ 4.300. As faixas salariais acima deste valor receberão um multiplicador em relação à regra básica, porém não chegarão aos 2,2 salários. A parcela adicional total da PLR será de R$ 4.346, 69. Lembrando que desses valores totais será descontada a parcela de antecipação paga em outubro de 2016.

Os funcionários oriundos do HSBC receberão os valores de forma proporcional ao período de julho a dezembro de 2016.

Entenda a PLR – A Participação nos Lucros e Resultados corresponde a 90% do salário-base mais R$ 2.183,53, limitado a R$ 11.713,59. Se o total distribuído a todos os funcionários não atingir 5% do total do lucro líquido de 2016, o valor individual deverá ser majorado até alcançar 2,2 salários, limitado a R$ 25.769,88, ou até que se atinja os 5%. O pagamento tem de ser feito até 2 de março de 2017.

No ano passado, os bancários receberam 54% sobre o salário, acrescido de R$ 1.310,12, limitado a R$ 7.028,15 ou ao teto de 12,8% do lucro líquido do banco no primeiro semestre de 2 bilhões.

O valor adicional à PLR corresponde à divisão linear de 2,2% do lucro líquido do exercício de 2016 dividido em partes iguais pelo número total de empregados, até o limite individual de R$ 4.367,07. No ano passado, foram pagos os 2,2% correspondentes à apuração do primeiro semestre, limitados a R$ 2.183,53 por funcionário.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Após cobrança dos bancários, licença-paternidade de 20 dias está valendo nos bancos

Contraf-CUT recebeu comunicado oficial da Fenaban nesta sexta-feira (27)

27/01/2017
Arquivo/Contraf-CUT
Arquivo/Contraf-CUT
Conquista da Campanha Nacional 2016, a licença-paternidade de 20 dias está prevista na cláusula 26 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária. Mesmo atrelada à renovação do Programa Empresa Cidadã, pelo governo federal, os sindicatos de bancários de todo o país vinham recebendo denúncias de que os bancos não estavam respeitando esse direito. Após pressão do Comando Nacional dos Bancários, para que os bancos resolvessem o problema, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) comunicou oficialmente à Contraf-CUT, nesta sexta-feira (27), que a licença está em vigor e que a instituições financeiras estão sendo comunicadas sobre o assunto.
“É uma conquista muito importante para os pais e para as mães. É uma reivindicação antiga do nosso movimento sindical, para que os bancários possam ficam mais tempo com seu filho, logo após o nascimento. Assim que detectamos falhas no cumprimento do que está previsto na nossa CCT, cobramos dos bancos para que resolvessem o problema. Agora está em vigor, de fato.”, informa Roberto von der Osten, presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.
A licença-paternidade passou de cinco para vinte dias. Mas, para ter direito ao período ampliado, a empresa precisa estar vinculada ao Programa Empresa Cidadã, do governo federal. O item 13 da página 91 da Lei Orçamentária do país para 2017 prevê  “dedução do imposto devido do total da remuneração integral paga a empregados”, durante a licença.


Fonte: Contraf-CUT

Bancos cortam mais de 20 mil empregos em 2016

O saldo negativo de postos de trabalho nos bancos em 2016 foi 107,9% superior ao de 2015, quando foram cortados 9.886 postos

26/01/2017
De janeiro a dezembro de 2016 foram fechados 20.553 postos de trabalho nos bancos brasileiros, sendo a maioria em São Paulo e no Rio de Janeiro, de acordo com a Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), divulgada pela Contraf-CUT, nesta quinta-feira (26). O número superou amplamente o corte em 2015, que foi de 9.886 empregos. Representando um aumento de 107,9%. Ou seja, o corte de empregos nos bancos mais que dobrou no período.
O estudo em parceria com o Dieese, com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, também chama a atenção para saldo negativo de postos de trabalho em dezembro de 2016, que chegou a 9.028 e pode estar relacionado aos desligamentos ocasionados pelo plano de reestruturação e de aposentadorias incentivadas adotados pelo Banco do Brasil.
Os trabalhadores mais velhos e com mais tempo no emprego foram os mais afetados. A análise por setor de atividade econômica mostra que os bancos múltiplos, com carteira comercial, que incluem grandes instituições como Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil foram os principais responsáveis pelo saldo negativo. Juntos, cortaram 18.434 postos de trabalho (93% do total).
O presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten, critica a falta de responsabilidade social dos bancos com o emprego dos trabalhadores, principalmente neste momento de instabilidade política, social e econômica no país.
“No ano de 2015, abrimos negociações banco a banco para combater e achar alternativas para a redução de postos de trabalho, uma vez que os nossos sindicatos captaram uma ampliação do número de demissões. Os bancos negaram estarem demitindo, mas foram desmentidos pela nossa pesquisa conjunta com o Dieese. Cortaram quase dez mil empregos em plena crise política que se transformava em uma crise econômica”, destaca Roberto von der Osten, ao comentar, também, o grande corte de empregos em todo o ano passado.
“Em 2016, a redução foi muito maior e agora os bancos admitem estar se ajustando tanto à crise quanto ao novo cenário digital em que os bancos querem operar. Sem dúvida, um dos grandes desafios do movimento sindical é defender os empregos. Ao lado disto, lutar pela qualidade dos empregos, já que direitos estão sendo ameaçados, e lutar contra a flexibilização defendida pela elite empresarial brasileira como medida geradora de emprego. Nesta balela os bancários não caem”, alerta o presidente da Contraf-CUT.
Confira aqui os gráficos da pesquisa.
Números estaduais
Nenhum estado registrou saldo positivo no emprego bancário no período. São Paulo foi o estado onde ocorreram mais cortes (-7.842 postos, 38% do total de postos fechados), seguido pelo Rio de Janeiro, que fechou 2.373 postos, Minas Gerais, com 1.655 postos extintos e Paraná, que fechou 1.441 postos.
Banco do Brasil
Do total dos desligamentos ocorridos nos bancos, metade foi sem justa causa, perfazendo 20.566 desligamentos. Os desligamentos a pedido do trabalhador somaram 16.961 e representaram 41,6% do total. O elevado percentual de desligamentos a pedido deve estar relacionado à implementação do plano de reestruturação do Banco do Brasil e de incentivo à aposentadoria no banco. Números extremamente negativos para categoria bancária, já que o BB não pretende repor as vagas.
“O Banco do Brasil realmente contribui para este número, considerando que desde o momento em que anunciou a reestruturação, foram cortadas 9.400 vagas, empregos que não serão repostos. A estatística ficou em 2016, mas o grande problema está agora em 2017. Além de reduzir o número de empregados, piora as condições de trabalho para quem ficou. O que pode agravar adoecimentos e afastamentos por conta da sobrecarga de trabalho”, afirma Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB.
“A justificativa do Banco do Brasil não difere de boa parte do sistema financeiro, ao alegar que as novas tecnologias tendem a diminuir o número de contratações. A argumentação não é correta, já que o BB já vinha investimento em seu parque tecnológico nos últimos anos e mesmo assim com uma política expansionista de mercado, construindo novas agências e incorporando outros bancos, como Nossa Caixa e Banco Patagônia, na Argentina”, lembra Carlos de Souza, secretário-geral da Contraf-CUT.
“A questão real é uma mudança de governo. Um governo golpista, que tem uma relação muito próxima, de compromisso com o sistema privado, como o Itaú, grande concorrente do Banco do Brasil, nos últimos anos. Sabemos que estes bancos financiaram o golpe e agora estão cobrando o financiamento”, completa o dirigente sindical.
Desigualdade entre homens e mulheres
As 9.992 mulheres admitidas nos bancos, de janeiro a dezembro de 2016 receberam, em média, R$ 3.187,18. Esse valor correspondeu a 71,6% da remuneração média dos 10.243 homens contratados no mesmo período, que foi de R$ 4.450,40.
No momento do desligamento também se observou diferença na remuneração entre homens e mulheres. As 19.927 mulheres que tiveram o vínculo de emprego rompido nos bancos no período recebiam, em média, R$ 5.902,45, enquanto os homens desligados dos bancos, recebiam R$ 8.118,63.
Faixa Etária
Os bancários admitidos concentraram-se na faixa etária até 24 anos de idade, com saldo positivo de emprego nessa faixa de 7.816 postos. Já os desligamentos se concentraram nas faixas etárias superiores a 25 anos e, especialmente, na de 50 a 64 anos, que registrou um saldo negativo de 14.763 postos de trabalho (37,2% do total de postos fechados).
Tempo no Emprego
Entre os 40.788 desligados, a maior parte tinha 120 meses ou mais anos no emprego (12.988 cortes que correspondem a 31,9% do total). Outros 9.647 desligados tinham entre 60 e 119,9 meses no emprego (23,7%). Ou seja, observa-se que o corte dos postos nos bancos se deu principalmente entre aqueles com maior tempo de casa, sendo compatível com o fato de serem os trabalhadores mais velhos.
Fonte: Contraf-CUT

Santander lucra R$ 7,3 bilhões e reduz 2.770 postos de trabalho em 2016

Foram fechadas 8 agências nesse período e o número, enquanto o número de clientes cresceu em 1,9 milhão.

26/01/2017
O Banco Santander fechou 2016 com um lucro líquido de R$ 7,3 bilhões, crescimento de 10,8% em relação à 2015. O retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio Anualizado (ROE) ficou em 13,3%, com crescimento de 0,5 p.p. em doze meses. O lucro obtido no Brasil representou 21% do lucro global que foi de € 6,204 bilhões (alta de 4% em relação a 2015).
Apesar disso, a holding encerrou o ano de 2016 com 47.254 empregados, uma redução de 2.770 postos de trabalho em relação a 2015. Foram fechadas 8 agências nesse período e o número, enquanto o número de clientes cresceu em 1,9 milhão.
Clique aqui e veja os destaques do Dieese.
A Carteira de Crédito Ampliada do banco decresceu 2,5% em doze meses e atingiu R$ 322,8 bilhões (no trimestre houve crescimento de 2,5%) impactada negativamente pela variação cambial do período. As operações com pessoas físicas cresceram 7,8% em relação a 2015, chegando a R$ 91,4 bilhões. Já as operações com pessoas jurídicas alcançaram R$ 130,6 bilhões e tiveram queda de 8,1% em doze meses.
No segmento de pequenas e médias empresas houve queda de 7,6% em doze meses, enquanto no segmento de grandes empresas a redução foi da ordem de 8,3%. De acordo com o Relatório da Administração que acompanha as demonstrações contábeis do banco, “Em doze meses a carteira foi impactada negativamente pelo efeito da variação cambial. Excluindo este efeito, teria apresentado redução de 2,4% em 12 meses.” O Índice de Inadimplência superior a 90 dias apresentou aumento de 0,2 p.p. no período, ficando em 3,4%. No entanto, as despesas com provisões para créditos de liquidação duvidosa (PDD) reduziram 10,4%, totalizando R$ 13,2 bilhões.
A redução das receitas com Títulos e Valores Mobiliários (TVM) foi diretamente influenciada pela pequena queda na taxa Selic. No Santander, essas receitas apresentaram queda de 20,4%, totalizando R$ 23,5 bilhões. A receita com prestação de serviços mais a renda das tarifas bancárias cresceu 15,6% no período, totalizando R$ 13,7 bilhões. As despesas de pessoal subiram 9%, atingindo R$ 8,8 bilhões. Assim, em 2016, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do banco foi de 155,8%, elevação de 8,9 p.p. em relação a 2015.
É importante salientar que, em 2016, houve reversão significativa no que se refere aos impostos diferidos (ou créditos tributários), impactando o resultado do banco. Os créditos tributários, que em 2015 representaram uma receita de R$ 9,4 bilhões, figuraram uma despesa da ordem de R$ 5,3 bilhões ao final de 2016. Segundo o banco Santander, “uma posição de hedge de câmbio foi montada com o objetivo de tornar o Lucro Líquido protegido contra as variações cambiais relacionadas com esta exposição cambial nas linhas de impostos”.


Fonte: Contraf-CUT

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Na reunião do GT de Requalificação e Recolocação, licença paternidade e vale-cultura também estiveram na pauta

18/01/2017

Próxima reunião está marcada para o dia 08 de fevereiro

Representantes dos trabalhadores e da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reuniram na tarde desta quarta-feira (18), em São Paulo, para a primeira reunião do Grupo de Trabalho de Requalificação e Realocação Profissional.

Durante a reunião, o Comando Nacional dos Bancários reafirmou o propósito do GT - que é uma conquista da Campanha Nacional 2016 e está previsto na Cláusula 62ª da Convenção Coletiva de Trabalho – CCT 2016/2018 da categoria bancária - lembrando que sua importância está diretamente relacionada com as demandas do movimento sindical relacionadas à estabilidade e manutenção do emprego, e também, que é fruto das incertezas do meio de trabalho bancário, como o avanço das agências digitais e frequentes reestruturações nos bancos, que trazem a preocupação com as demissões em massa, e seu intuito, portanto, é discutir meios para garantir a implementação de mecanismos como centros de requalificação e realocação profissional, possibilitando ao empregado que terá sua função extinta, a oportunidade de receber treinamento e ser reaproveitado para novo posto, ao invés da demissão sumária.

A Fenaban por sua vez respondeu que todos os bancos possuem algum instrumento de realocação dos funcionários e que a política é realizada quando a situação permite, porém, cada instituição possui mecanismos diferentes e se encontram em estágios distintos. Além disso, informou que está sendo feito um levantamento sobre a política aplicada em cada banco para realocação dos funcionários e sobre como são tratadas as oportunidades internas. As informações coletadas serão enviadas ao Comando, que deverão elaborar parecer e contribuições para serem apresentadas na próxima reunião do GT, que foi transferida do dia 01, para 08 de fevereiro.

Licença paternidade de 20 dias e Vale-cultura

Além de dar início aos trabalhos do GT, o movimento sindical cobrou a aplicação da clausula 26 da CCT, a licença paternidade de 20 dias, outra conquista da campanha nacional 2016 e também a renovação do Vale-cultura.

A concessão da licença paternidade está atrelada ao Programa Empresa Cidadã do governo federal, que permite à instituição deduzir de impostos federais a remuneração total do empregado em licença. De acordo com denuncias recebidas pelos sindicatos, algumas instituições financeiras não estão concedendo benefício, alegando que o governo não está disponibilizando o benefício fiscal.


Apesar do Ministério da Cultura ter garantido a prorrogação do Programa Vale-Cultura através da aprovação Lei Orçamentária Anual (LOA), dia 15 de dezembro, assegurando recursos para sua execução, o benefício depende agora da decisão do Ministério da Fazenda sobre a medida do Ministro Roberto Freire, que entendendo a importância do programa, resolveu destinar parte dos recursos da Lei Rouanet para garantir sua prorrogação, já que a manutenção do vale-cultura dependia de iniciativa do governo passado de solicitar inclusão do benefício no Orçamento da União, uma vez que o programa é fruto de renúncia fiscal.

 


Assessoria de Comunicação

Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (FEEB-SP/MS)

Licença-paternidade de 20 dias já está valendo

Benefício fiscal está previsto no orçamento de 2017, portanto, bancos devem respeitar direito dos trabalhadores conforme previsto na cláusula 26 da Convençã

18/01/2017
Mais tempo para ficar com os filhos recém-nascidos. Esse direito foi garantido às bancárias em 2009, com a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. Agora, os pais bancários também ganharam o direito com o aumento do tempo da licença-paternidade de cinco para 20 dias. A conquista da Campanha Nacional Unificada 2016 está prevista na cláusula 26 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. E está atrelada à renovação pelo governo federal do programa Empresa Cidadã – responsável pela renúncia fiscal dos dias a mais nessas licenças.

Apesar de estar ainda longe do ideal para que as relações compartilhadas entre homens e mulheres sejam uma realidade nas famílias brasileiras, a conquista é muito importante. O item 13 da página 91 da Lei Orçamentária do país para 2017 prevê o programa Empresa Cidadã com a “dedução do imposto devido do total da remuneração integral paga à empregados”, durante os dias de prorrogação dessas licenças.

“Os bancos precisam respeitar esse direito tão importante para os pais e para as mães. O programa está previsto no orçamento e não há qualquer razão para descumprimento do que está acordado na CCT. Os bancários devem denunciar se houver desrespeito e o Sindicato tomará as medidas cabíveis”, afirma a vice-presidenta da Contraf-CUT e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira.
Fonte: SP Bancários